Giro das 12h: Ibovespa sobe com corte de juros no radar
Petrobras sobe, na contramão do petróleo, e Vale acompanha valorização do minério de ferro

O Ibovespa sobe à máxima de 142.018,08 (+0,69%), na contramão de NY, apoiado por ações de peso.
Petrobras avança em torno de 1%, na direção oposta do petróleo; Vale ganha +0,61% com minério e bancos sobem após enquadramento das fintechs.
Em sessão de formação da Ptax do mês, o dólar tem alta de R$ 5,4300 (+0,44%), enquanto os juros futuros passaram a recuar.
A expectativa de corte de juros nos EUA em 25 pontos-base em setembro foi mantida (87% no CME) após o PCE vir dentro do esperado, ainda que as incertezas persistam.
Os preços seguem acima da meta e os gastos do consumidor registraram o maior aumento em quatro meses, o que transfere as atenções para o payroll, na próxima semana.
O mercado doméstico acompanhou fala de Lula nesta manhã.
Ele disse não ter pressa em retaliar os EUA, depois de receber com otimismo pesquisa eleitoral apontando vantagem de Tarcísio à presidência em 2026.
Mais cedo, dívida pública bruta do Brasil mostrou aumento para 77,6% do PIB em julho, de 76,6% em junho.
Em NY, as bolsas caem (Dow Jones -0,40%; S&P 500 -0,73% e Nasdaq -1,22%) e os rendimentos mais curtos dos Treasuries passaram a recuar.
Já o índice do dólar DXY reduziu ganhos, a 97,710 pontos (-0,11%). (Ana Katia)