Resumo semanal: 30/03/2026 a 02/04/2026
A semana foi integralmente dominada pela guerra entre Estados Unidos, Irã e Israel, com narrativa errática, alta volatilidade e impactos sistêmicos relevantes sobre energia, inflação e ativos de risco globais.
Matérias exclusivas PicPay do time de economia.
A semana foi marcada por um choque geopolítico concentrado, cuja principal variável de risco foi a segurança do fluxo energético global. O conflito evoluiu rapidamente de um cenário de escalada máxima para uma trégua parcial, sem eliminar a incerteza estrutural.
A semana foi integralmente dominada pela guerra entre Estados Unidos, Irã e Israel, com narrativa errática, alta volatilidade e impactos sistêmicos relevantes sobre energia, inflação e ativos de risco globais.
Por Matheus Gomes de Souza, CEA 1. Cenário global e geopolítica A semana foi dominada pela escalada e posterior oscilação das narrativas em torno da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, com impacto direto sobre os mercados globais. O conflito entrou na quarta semana sem resolução clara, alternando ameaças de ofensiva terrestre, riscos de […]
Por Matheus Gomes de Souza, CEA 1. Cenário global e geopolítica O conflito no Oriente Médio entrou em fase mais intensa, com ataques diretos a infraestrutura energética do Irã e retaliações contra alvos estratégicos na região, elevando o risco de interrupção prolongada do fluxo pelo Estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do petróleo […]
A semana foi dominada pela escalada e posterior frustração de expectativas em torno da guerra no Oriente Médio, com o petróleo como principal canal de transmissão para inflação, política monetária e preços de ativos. O conflito entre EUA, Israel e Irã mostrou-se mais amplo, prolongado e com impacto direto sobre infraestrutura energética crítica.
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A semana foi dominada pela escalada militar entre Estados Unidos, Israel e Irã, com efeitos diretos sobre preços de energia, cadeias logísticas e percepção de risco global. O risco geopolítico passou a ser o principal determinante do humor dos mercados.
PIB do 4º tri/25 avança 0,1% (1,8% YoY) e fecha 2025 com alta de 2,3%, com indústria fraca, consumo contido e setor externo sustentando o crescimento.
Boletim Focus de 02/03 revisa inflação de 2027 para baixo e ajusta projeções de câmbio e juros para 2026, refletindo expectativas do mercado sobre a política monetária.
O ambiente global seguiu marcado por inflação mais comportada nas economias desenvolvidas, atividade ainda resiliente nos EUA e crescimento fraco na Europa, reforçando expectativas de maior flexibilidade monetária em 2026. No Brasil, houve melhora gradual das contas externas, enquanto o fiscal permanece como principal foco de risco. Na Ásia, o cenário foi desigual, com políticas monetárias distintas e impactos de tensões geopolíticas. No Oriente Médio, avanços limitados nas negociações entre EUA e Irã contrastaram com o aumento das tensões militares, mantendo elevado o grau de incerteza.