Resumo semanal: 22/06/2026 a 26/06/2026
O pano de fundo doméstico combinou atividade forte, contas externas ainda confortáveis e ruído político crescente, com reflexos sobre juros e câmbio.
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A semana foi marcada pela redução gradual do prêmio de risco geopolítico embutido nos mercados, apesar da continuidade das tensões entre Estados Unidos e Irã. O foco deixou de ser uma interrupção abrupta do fluxo energético global e passou a concentrar-se na normalização operacional do Estreito de Ormuz e na reintegração gradual da oferta iraniana ao mercado internacional de petróleo. Esse deslocamento de narrativa alterou significativamente a dinâmica dos ativos globais.
O pano de fundo doméstico combinou atividade forte, contas externas ainda confortáveis e ruído político crescente, com reflexos sobre juros e câmbio.
Com o choque geopolítico perdendo força, a política monetária voltou ao centro do debate, mas os principais bancos centrais surpreenderam ao adotar posturas mais cautelosas ou francamente hawkish, apesar da queda do petróleo.
A semana foi dominada pela reprecificação do risco geopolítico no Oriente Médio, com o mercado oscilando entre episódios de escalada militar e apostas crescentes de que Donald Trump evitará um cenário extremo. O petróleo tornou‑se o principal canal de transmissão do conflito para os ativos globais.
A semana foi dominada pela tentativa de consolidação de uma trégua entre Estados Unidos e Irã, com impacto direto sobre o petróleo, a inflação global e a precificação de risco. Apesar de sinais diplomáticos, o conflito seguiu instável, mantendo elevada a sensibilidade dos mercados a manchetes.
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A semana foi dominada pela percepção de que o conflito no Oriente Médio deixou de ser um choque pontual e passou a ser tratado como um evento prolongado, com impactos persistentes sobre energia, inflação e ativos globais, em meio a sinais erráticos da diplomacia americana.
A semana foi dominada pela persistência do conflito entre Estados Unidos e Irã, com o foco migrando da incerteza geopolítica para os seus efeitos econômicos diretos, sobretudo via petróleo, inflação e política monetária, antes de algum alívio pontual com a visita de Trump à China.
A semana foi dominada pela guerra entre Estados Unidos e Irã, marcada por alternância entre escalada militar e tentativas frágeis de distensão, mantendo o risco sistêmico elevado e o petróleo como principal canal de transmissão para mercados e inflação.
Os principais bancos centrais mantiveram juros, mas a comunicação ficou visivelmente mais cautelosa diante do choque inflacionário via energia. A semana marcou uma inflexão relevante na percepção de que juros elevados deverão persistir por mais tempo.