++ Justiça de SP defere pedido de Recuperação Ex
++ Justiça de SP defere pedido de Recuperação Extrajudicial da Raízen, a maior da história do país (Lauro Jardim/O Globo)
++ Justiça de SP defere pedido de Recuperação Extrajudicial da Raízen, a maior da história do país (Lauro Jardim/O Globo)
Os juros futuros ampliaram a alta na reta final da sessão e atingiram os maiores níveis deste ano, após um dia de forte acúmulo de prêmios, em meio à sequência dos conflitos no Oriente Médio, que levaram o petróleo à casa dos US$ 100, e o IPCA de fevereiro (+0,70%) acima do esperado (+0,63%).
O avanço da commodity e o IPCA mais alto reforçaram a preocupação com a trajetória inflacionária e aumentaram as incertezas em relação à decisão do Copom da próxima semana, com o mercado praticamente enterrando as chances de um corte de 0,5 ponto e cogitando a possibilidade de o Comitê não mexer na Selic.
Além disso, os DIs também sentiram a piora na percepção de risco fiscal após as medidas anunciadas pelo governo para tentar amenizar o aumento no preço do diesel.
No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 13,995%, depois de testar os 14% no pior momento da sessão (de 13,652% no ajuste anterior); Jan/29 a 13,525%, na máxima do dia (de 13,163%); Jan/31 a 13,805% (13,473%); e Jan/33 a 13,920%, na máxima do dia (de 13,628%).
Juros futuros vão às máximas do ano com petróleo a US$ 100 e IPCA acima do esperado; Jan/27 testa os 14%
Os juros futuros ampliaram a alta na reta final da sessão e atingiram os maiores níveis deste ano, após um dia de forte acúmulo de prêmios, em meio à sequência dos conflitos no Oriente Médio, que levaram o petróleo à casa dos US$ 100, e o IPCA de fevereiro (+0,70%) acima do esperado (+0,63%). O avanço da commodity e o IPCA mais alto reforçaram a preocupação com a trajetória inflacionária e aumentaram as incertezas em relação à decisão do Copom da próxima semana, com o mercado praticamente enterrando as chances de um corte de 0,5 ponto e cogitando a possibilidade de o Comitê não mexer na Selic. Além disso, os DIs também sentiram a piora na percepção de risco fiscal após as medidas anunciadas pelo governo para tentar amenizar o aumento no preço do diesel. No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 13,995%, depois de testar os 14% no pior momento da sessão (de 13,652% no ajuste anterior); Jan/29 a 13,525%, na máxima do dia (de 13,163%); Jan/31 a 13,805% (13,473%); e Jan/33 a 13,920%, na máxima do dia (de 13,628%). (Téo Takar)