Giro das 12h: Ibovespa oscila com tensões geopolíticas e nova escalada do petróleo

Petroleiras estão entre as maiores altas e as mais negociadas do pregão

O Ibovespa oscilou muito pela manhã, fazendo mínima de 178.607,05 e máxima de 181.091,01, mas há pouco cedia 0,62% (179.353,95).

Este é mais um dia de liderança das petrolíferas (Brava +3,82%, Petrobras ON +3,64%; Petrobras PN +3,27%; PetroRecôncavo +0,54% e Prio +4,76%).

Essas ações são apoiadas pela nova escalada nos preços do petróleo (entre 7% e 9%), que sobem com os conflitos no Oriente Médio e elevam as perspectivas para a inflação global.

Apesar da leitura do mercado de trabalho norte-americano ter agitado as apostas de flexibilização do Fed, a incerteza da guerra falou mais alto.

A insegurança se agravou com as previsões do Catar de preços do petróleo em US$ 150 o barril “em duas ou três semanas”, além da paralisação do Estreito de Ormuz da atitude de Trump descartando acordo. 

O dólar oscilou contra o real, há pouco se estabilizando a R$ 5,2869, assim como o DXY, que se mantém acima dos 99,306 pontos (-0,01%). 

Os rendimentos dos Treasuries passaram a cair logo após dados inesperadamente fracos sobre emprego e vendas no varejo aumentarem as preocupações sobre a força da economia americana.

Há pouco voltavam a subir na ponta mais longa. Em NY, as bolsas aprofundam a baixa. Dow Jones cai -1,75%; S&P 500 -1,47% e Nasdaq -1,70%.

++ ⚠️ Kuwait reduz produção de petróleo em algun

++ ⚠️ Kuwait reduz produção de petróleo em alguns campos devido ao esgotamento dos estoques (WSJ)

Giro das 12h: Ibovespa oscila com tensões geopol

Giro das 12h: Ibovespa oscila com tensões geopolíticas provocando nova escalada do petróleo

O Ibovespa oscilou muito pela manhã, fazendo mínima de 178.607,05 e máxima de 181.091,01. Há pouco cedia 0,62% (179.353,95), em mais um dia de liderança das petrolíferas (Brava +3,82%, Petrobras ON +3,64%; Petrobras PN +3,27%; PetroRecôncavo +0,54% e Prio +4,76%) que são apoiadas por nova escalada nos preços do petróleo (entre 7% e 9%). Os conflitos no Oriente Médio elevam a commodity e as perspectivas para a inflação global. Apesar da leitura do mercado de trabalho americano ter agitado as apostas em flexibilização do Fed, a incerteza da guerra falou mais alto com as previsões do Catar de preços do petróleo em US$ 150 o barril “em duas ou três semanas”, o Estreito de Ormuz parado e Trump descartando acordo. O dólar oscilou contra o real, há pouco se estabilizando a R$ 5,2869, assim como o DXY, que se mantém acima dos 99,306 pontos (-0,01%). Os rendimentos dos Treasuries passaram a cair logo após dados inesperadamente fracos sobre emprego e vendas no varejo aumentarem as preocupações sobre a força da economia americana. Há pouco voltavam a subir na ponta mais longa. Em NY, as bolsas aprofundam a baixa. Dow Jones cai -1,75%; S&P 500 -1,47% e Nasdaq -1,70%. (Ana Katia)