… O mercado chega à sexta-feira dividido entre duas narrativas. De um lado, a queda do petróleo e a recuperação do apetite por risco refletem a aposta de que Donald Trump fará o possível para evitar uma nova escalada no Oriente Médio, reduzindo o risco de um choque mais duradouro sobre inflação e juros globais. De outro, os fatos no terreno continuam sugerindo que um acordo permanece distante, com Irã e Hezbollah rejeitando condições centrais defendidas por Washington. Nesse ambiente de alívio cauteloso, as atenções se voltam agora para o payroll de maio, principal evento da agenda global, em busca de sinais sobre a força da economia americana e os próximos passos do Fed.
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