Ouro dá sequência ao movimento de correção iniciado no fim de 2025 e fecha em baixa
O ouro encerrou a sexta-feira em leve queda, dando sequência ao movimento de correção iniciado no fim do ano passado, quando o CME Group promoveu ajustes nas margens de garantia dos contratos futuros de diversos metais devido à volatilidade do mercado.
O contrato de ouro para fevereiro fechou em baixa de 0,26%, a US$ 4.329,60 por onça-troy, na Comex.
Giro das 15h: Frigoríficos e Petrobras levam Ibovespa a iniciar o ano no vermelho
O Ibovespa (-0,63%, aos 160.116 pontos) inicia 2026 no vermelho, com as ações de frigoríficos (Minerva ON -6,77%; MBRF ON -4,40%) liderando as perdas.
O governo chinês estipulou cotas de importação de carne bovina por país. No caso do Brasil, que é o principal fornecedor para o país, a cota será de 1,106 milhão de toneladas neste ano. Entre janeiro e novembro de 2025, o Brasil vendeu 1,499 milhão de toneladas de carne bovina para a China.
Petrobras ON (-1,14%) e PN (-0,81%) também pressionam o índice, acompanhando o recuo do petróleo.
O dólar à vista (-1,22%, a R$ 5,4221) dá sequência à forte correção iniciada na terça-feira, quando cessou a demanda de remessas de lucros e dividendos de empresas.
O alívio no câmbio também é visto nos juros futuros (jan/27 a 13,755%; Jan/29 a 13,105%).
Em NY, as bolsas operam sem tendência clara (Dow Jones +0,15%; S&P500 -0,09%; Nasdaq -0,22%) em uma sessão de liquidez reduzida e sem indicadores relevantes.
Giro das 15h: Frigoríficos e Petrobras levam Ibo
Giro das 15h: Frigoríficos e Petrobras levam Ibovespa a iniciar o ano no vermelho; dólar segue em queda livre
O Ibovespa (-0,63%, aos 160.116 pontos) inicia 2026 no vermelho, com as ações de frigoríficos (Minerva ON -6,77%; MBRF ON -4,40%) liderando as perdas. O governo chinês estipulou cotas de importação de carne bovina por país. No caso do Brasil, que é o principal fornecedor para o país, a cota será de 1,106 milhão de toneladas neste ano. Entre janeiro e novembro de 2025, o Brasil vendeu 1,499 milhão de toneladas de carne bovina para a China. Petrobras ON (-1,14%) e PN (-0,81%) também pressionam o índice, acompanhando o recuo do petróleo. O dólar à vista (-1,22%, a R$ 5,4221) dá sequência à forte correção iniciada na terça-feira, quando cessou a demanda de remessas de lucros e dividendos de empresas. O alívio no câmbio também é visto nos juros futuros (jan/27 a 13,755%; Jan/29 a 13,105%). Em NY, as bolsas operam sem tendência clara (Dow Jones +0,15%; S&P500 -0,09%; Nasdaq -0,22%) em uma sessão de liquidez reduzida e sem indicadores relevantes. (Téo Takar)