Fechamento: Ibovespa segue NY, supera os 175 mil pontos e amplia recordes

A bolsa não se fez de rogada diante do otimismo global com ativos de risco e estabeleceu novos recordes nesta quinta-feira. Após escalar perto de 5.500 pontos ontem, o Ibovespa saltou outros 3.770 hoje e fechou em inéditos 175.589,35 pontos, com alta de 2,20%.

A máxima intradia alcançou 177.741,56 pontos, frente a um volume financeiro novamente expressivo, impulsionado por capital estrangeiro: R$ 44 bilhões.

As blue chips mais uma vez avançaram juntas, mas o grande destaque no pregão de hoje foram os bancos: BB +4,69% (R$ 23,45), Itaú +3,38% (R$ 43,08), Bradesco PN +2,73 (R$ 20,30) e Santander +1,68% (R$ 35,15).

Vale ignorou o minério estável e subiu 0,58% (R$ 82,98), enquanto Petrobras (ON +0,69%, a R$ 36,28; e PN +0,45%, a R$ 33,58) foi na contramão da queda de 2% do petróleo.

O dólar à vista fechou em baixa de 0,68%, a R$ 5,2845, com a forte entrada de capital estrangeiro, acompanhando o enfraquecimento da moeda americana globalmente.

Por sua vez, as bolsas em NY terminara a sessão com ganho moderado em meio ao alívio nas tensões geopolíticas entre EUA e Europa relacionadas à Groenlândia, com o recuo de Donald Trump sobre as tarifas extras para países do continente contrários a seus planos de anexação da ilha.

Além disso, o movimento também é apoiado por dados fortes da economia americana e números de inflação em linha com as estimativas.

Dow Jones subiu 0,63% (49.384,01). S&P500 ganhou 0,55% (6913,35). Nasdaq avançou 0,91% (23.436,02). Já os retornos dos Treasuries ficaram sem direção única.

Fechamento dos Mercados

▫️ IBOVESPA: +2,20% | 175.589,35 pts

▫️ DOW JONES: +0,63% | 49.384,01 pts

▫️ S&P500: +0,55% | 6913,35 pts

▫️ NASDAQ: +0,91% | 23.436,02 pts

▫️ DÓLAR: -0,68% | R$ 5,2845

▫️ EURO: +0,02% | R$ 6,2140

▫️ BITCOIN: -0,91% | US$ 89.435,00

Juros futuros seguem recuo do câmbio em mais uma sessão de apetite de estrangeiros por ativos domésticos 

Os juros futuros voltaram a cair nesta quinta-feira, em linha com a queda do câmbio, refletindo a forte entrada de capital externo e o ambiente global de maior apetite por risco, especialmente em mercados emergentes.

Na agenda do dia, a arrecadação federal somou R$ 2,886 trilhões em 2025, com crescimento real de 3,65% na comparação com 2024. Apenas em dezembro, a arrecadação cresceu 7,46%, para R$ 292,724 bilhões.

No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 13,680% (de 13,744% no ajuste anterior); Jan/29 a 13,045% (13,140%); Jan/31 a 13,385% (13,468%); e Jan/33 a 13,570%, na mínima do dia (13,659%).

NY registra ganho moderado com alívio nas tensõe

NY registra ganho moderado com alívio nas tensões geopolíticas envolvendo a Groenlândia e dados forte da economia americana

As bolsas em NY terminara a sessão com ganho moderado em meio ao alívio nas tensões geopolíticas entre EUA e Europa relacionadas à Groenlândia, com o recuo de Donald Trump sobre as tarifas extras para países do continente contrários a seus planos de anexação da ilha. Além disso, o movimento também é apoiado por dados fortes da economia americana e números de inflação em linha com as estimativas. O índice Dow Jones subiu 0,63%, aos 49.384,01 pontos. O S&P500 ganhou 0,55%, aos 6913,35 pontos. O Nasdaq avançou 0,91%, aos 23.436,02 pontos. Depois de apresentar resultados mistos no 2TRI fiscal, as ações da Procter & Gamble registraram alta de 2,65%. Já os retornos dos Treasuries ficaram sem direção única. O juro da T-Note de 2 anos subiu a 3,621%, de 3,597% na sessão anterior, e o da T-Note de 10 anos foi a 4,251%, de 4,245%. O do T-Bond de 30 anos recuou a 4,846%, de 4,862%. (Igor Giannasi)