Juros futuros recuam com nova queda do dólar e “calibragem” de Galípolo
Mercado também monitorou a 1ª captação do Tesouro no exterior neste ano
Os juros futuros recuaram nesta 2ªF, especialmente entre os vencimentos longos, acompanhando o enfraquecimento do dólar, em um ambiente de maior apetite global por risco.
O mercado também monitorou a primeira captação do Tesouro no exterior neste ano.
Segundo apurou o Valor, foram levantados US$ 4,5 bilhões, sendo US$ 3,5 bilhões em um novo título de 10 anos e US$ 1 bilhão na reabertura do Global 2056.
A demanda pelos bonds, segundo fontes, alcançou US$ 11 bilhões. Outro foco de atenção dos investidores foi a participação de Gabriel Galípolo em evento da ABBC.
Ele disse que a palavra atual para o BC é “calibragem” e afirmou que ainda não chegou a “volta da vitória”.
“Agora existe a necessidade de reconhecer uma melhora tanto de expectativas quanto da inflação. A inflação se comportou melhor, mas também é verdade que a atividade se tornou mais resiliente do que se esperava numa taxa nesse patamar, a discussão não é simples”, afirmou.
No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 13,335%, na mínima do dia (de 13,354% no ajuste anterior); Jan/29 a 12,680% (12,790%); Jan/31 a 13,090% (13,191%); e Jan/33 a 13,335% (13,435%).