Juros futuros disparam de novo, de carona na alta do dólar e dos rendimentos dos Treasuries após o payroll
Ganha força a aposta de último corte ou até manutenção da Selic neste mês
Os juros futuros voltaram a acumular prêmios de forma expressiva nesta 6ªF, de carona no avanço dos rendimentos dos Treasuries e na disparada do dólar.
Investidores reagiram aos números acima do esperado do mercado de trabalho americano em abril e maio, o que deve motivar o Fed a subir os juros nos EUA até o fim de ano.
Por aqui, continua ganhando força a percepção de que o Copom encerrará o ciclo de afrouxamento monetário e, talvez, nem chegue a cortar os juros na reunião deste mês, deixando a Selic acima de 14% até o fim do ano, por conta da atividade doméstica aquecida, inflação persistente e cenário externo incerto.
No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,430% (de 14,295% no ajuste anterior); Jan/28 a 14,725% (14,375%); Jan/29 a 14,810% (14,427%); Jan/31 a 14,710% (14,409%); e Jan/33 a 14,710% (14,452%).