Giro das 12h: Ibovespa avança a 164 mil pontos com bancos e Vale
Questão da Venezuela e indicadores dos EUA estão no foco no investidor
O Ibovespa fez máxima de 164.135,03 pontos e agora sobe a 163.904,21 (+1,26%).
O índice é auxiliado por bancos (Itaú +0,93%; Bradesco PN +1,16%) e Vale (+1,16%), além de ações cíclicas, em uma sessão de valorização firme do real.
O dólar cai a R$ 5,3675 contra a moeda brasileira (-0,70%) e os juros futuros acompanham.
O PMI de Serviços do Brasil da S&P Global subiu para 53,7 em dezembro, de 50,1, expansão mais rápida em mais de um ano.
NY sobe (Dow Jones +0,29%; S&P 500 +0,36% e Nasdaq +0,47%), estendendo ganhos de ontem.
Os investidores seguem cautelosos com a questão da Venezuela e o foco segue também no mercado de trabalho americano.
Serão divulgados vários indicadores nesta semana, em especial o payroll de dezembro, que pode calibrar na 6ª feira as expectativas de corte de juros em 2026.
Mais cedo, Tom Barkin (Fed Richmond) disse que a perspectiva da política permanece em um delicado equilíbrio, dadas as pressões conflitantes.
Já Miran, indicado por Trump, defendeu corte de 100 pb este ano, avaliando que a política restritiva está prejudicando a economia.
O PMI Global de Serviços dos EUA da S&P caiu para 52,5 em dezembro de 2025, de 54,1 no mês anterior, revisando para baixo a estimativa preliminar de 52,9 e ficando abaixo da estimativa inicial de 54, menor aumento do setor em oito meses.
O PMI Composto ficou em 52,7, menor nível em 8 meses, abaixo dos 53 da estimativa e dos 54,2 do mês anterior.
O DXY sobe a 98,477 pontos (+0,21%) e os rendimentos dos Treasuries estão estáveis, com viés de alta.