Giro das 12h: Com Petrobras pesando e geopolítica no radar, Ibovespa sobe levemente
Papéis da estatal caem, na contramão dos contratos futuros da commodity
O Ibovespa oscilou pela manhã, chegando a fazer máxima de 161.100,90.
O índice sobe a 160.607,58 (+0,04%), com apoio de Vale (+0,79%) e de alguns bancos, mas Petrobras pesa (ON -3,00%; PN -2,96%)
A baixa acontece apesar do petróleo em alta de cerca de 1% e da decisão da OPEP+ de manter a produção inalterada. A situação da Venezuela é fonte de incerteza.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, pediu aos EUA que trabalhem com seu país.
Ela passou a adotar um tom mais conciliatório, após indignação inicial com a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos EUA no fim de semana.
NY também fornece algum apoio (Dow Jones +1,18%; S&P 500 +0,60% e Nasdaq +0,78%).
As techs e petrolíferas norte-americanas avançam (Chevron +2,76%). A cautela sobre a geopolítica promove alguma busca por segurança, apoiando dólar e ouro.
O DXY sobe a 98,577 pontos (+0,16%). Aqui a moeda também ganha, subindo a R$ 5,4328 (+0,13%), após máxima a R$ 5,4533.
Os juros futuros oscilaram pela manhã e agora operam em leve alta na ponta mais curta e em queda no miolo.