Juros

Juros fecham sem direção única, mas próximos dos ajustes de ontem

Atualizado 29/11/2023 às 18:09:50

As taxas dos DIs acompanharam a piora do mercado aqui e lá fora na reta final desta 4ªF e fecharam perto dos ajustes de ontem. Os curtos tiveram pequena alta, os médios longos, baixa.

As taxas subiram após o PIB do 3ºtri dos EUA, acima do esperado. Mas perderam força e caíram mais de 0,10pp, seguindo os Treasuries (a T-2 anos chegou a ceder 0,14pp), por conta da revisão para baixo no PCE trimestral, índice cheio e núcleo.

Dirigentes do Fed mais uma vez deram declarações antagônicas. Thomas Barkin (Richmond) afirmou que o BC deveria manter a opção de elevar os juros, o que contribuiu para limitar a queda dos retornos dos Treasuries. Loretta Mester (Cleveland) e Raphael Bostic (Atlanta) foram na linha de apoiar a manutenção das taxas.

Por aqui, o Senado aprovou o PL dos fundos offshore e exclusivos, uma das medidas para aumentar a arrecadação em 2024.

No fechamento, o contrato DI para jan/25 subiu a 10,450% (de 10,415%, ontem); o jan/26 subiu a 10,090% (de 10,084%). O jan/27 caiu a 10,145% (de 10,182%); o jan/29, caiu a 10,560% (de 10,576%). O jan/31 recuou a 10,770% (de 10,791%) e o Jan/33, a 10,860% (de 10,878%). (Ana Conceição)

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