Giro das 15h: Ibovespa firma alta e NY se recupera com bancos, após alívio nas tensões geopolíticas

O Ibovespa (+0,29%, aos 165.618 pontos) ampliou os ganhos e renovou sua máxima histórica (165.743) há pouco, impulsionado pelos bancos (Itaú PN +1,34%; Bradesco PN (+2,38%) e ajudado também por Petrobras ON (-0,70%) e PN (-0,38%), que se afastaram das mínimas registradas mais cedo por causa da forte correção do petróleo (Brent/março -4,42%, a US$ 63,58).

O dólar à vista (-0,66%, a R$ 5,3651) mais uma vez respeitou o teto de R$ 5,40 observado desde o início do ano e passou a cair, apoiado pelo maior apetite global por risco com a redução das tensões geopolíticas, especialmente em relação ao Irã.

Esse clima favorável também ajuda Wall Street (Dow Jones +0,77%; S&P500 +0,61%; Nasdaq +0,80%), com a recuperação de techs e bancos, após Morgan Stanley (+5,91%) e Goldman Sachs (+4,45%) apresentarem balanços melhores que o esperado.

Já os juros futuros seguem na contramão dos demais mercados domésticos e apontam para cima (DI Jan/27 a 13,765%; Jan/29 a 13,090%), depois do dado forte de vendas no varejo (+1,0% em novembro) colocar dúvida sobre a possibilidade de o Copom iniciar os cortes da Selic em março.

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++ FMI precisa que maioria dos membros reconheça governo da Venezuela para restaurar laços (Reuters)

O Fundo não tem nenhum compromisso com a Venezuela desde 2019, devido à falta de reconhecimento do governo de Maduro, e não realiza uma avaliação anual “Artigo 4” da economia do país desde 2004

++ Governos árabes avaliam que tensão entre EUA

++ Governos árabes avaliam que tensão entre EUA e Irã diminuiu (FT)

++ Países da região, entre eles Arábia Saudita, Turquia, Catar, Omã e Egito, vêm pedindo contenção ao governo Trump, alertando para os possíveis danos aos vizinhos do Irã

++ Uma das consequências de um eventual ataque dos EUA ao regime iraniano seria a dispara dos preços globais do petróleo e gás

++ “As coisas se acalmaram por enquanto”, disse uma autoridade árabe. “Os EUA estão dando tempo para as conversas com o Irã e para ver aonde isso vai levar”

Segundo a autoridade, cresce agora a esperança de que a comunicação entre Teerã e Washington, que pode ter sido facilitada por um país terceiro, como Rússia ou Omã, possa evoluir para novas conversas nos próximos dias