Abertura: Dólar e juros avançam com impasse no Oriente Médio elevando preços do petróleo
O dólar sobe contra o real a R$ 5,0263 (+0,30%) e os juros futuros acompanham a alta da moeda.
A sessão é de aversão ao risco, motivada pelo colapso das negociações entre os EUA e o Irã no fim de semana.
A moeda norte-americana se fortalece globalmente, com o DXY fazendo máxima de 99,183, seu nível mais alto desde 7 de abril.
Há pouco subia 0,26% (98,904), em meio às notícias de bloqueio do Estreito de Ormuz, que começa nesta manhã.
O petróleo sobe acima dos US$ 100 e o medo é que um bloqueio prolongado da rota possa levar o Brent a se aproximar de US$ 120.
Se isso acontece, haverá pressão inflacionária e comprometimento do afrouxamento monetário.
Os rendimentos dos títulos têm viés de alta, com a possibilidade de inflação mais duradoura.
Os dados do CPI de março dos EUA, que saíram na 6ª feira, já vieram no maior patamar de 2022 e os investidores agora aguardam o PPI, que sai amanhã.
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++ O GPA informou hoje que o Tribunal Arbitral negou seu pedido de tutela antecipada para bloqueio das ações e recursos provenientes de vendas dos papéis atualmente detidos pelo Casino
++ A companhia afirma que a decisão não afeta o mérito da arbitragem, que prosseguirá em seus trâmites regulares
++ Empresa disse também que avalia a adoção de medidas cabíveis para assegurar seus direitos e interesses
Em março de 2025, o GPA pediu o bloqueio das ações em posse de seu antigo controlador, alegando a necessidade de preservar seus direitos e garantidas enquanto o procedimento arbitral estiver em andamento
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++ Citi reforça recomendação neutra para Azzas 2154, com preço-alvo a R$ 28
++ Confirmação da saída de Ruy Kameyama da companhia não ajuda a reduzir as preocupações em torno da governança e execução
O executivo vinha liderando as divisões de moda feminina e masculina, operações que respondem por cerca de 52% das vendas da companhia