++ Rússia: Assessor presidencial Yuri Ushakov di
++ Rússia: Assessor presidencial Yuri Ushakov diz que o Estreito de Ormuz está aberto para o país (Bloomberg e agências internacionais)
++ Manifestação vem após contato telefônico entre o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, e seu homólogo iraniano, Abbas Araghchi
++ Segundo agências de notícias russas, eles trocaram opiniões sobre as discussões do Conselho de Segurança da ONU em relação à segurança da navegação em Ormuz e outras consequências do que o ministério descreveu como agressão não provocada dos EUA e de Israel contra o Irã
++ A conversa também teria abordado questões mais amplas do Oriente Médio
++⚠️ Fazenda/Ceron: Não há nenhuma discussão ou
++⚠️ Fazenda/Ceron: Não há nenhuma discussão ou intenção do governo federal de intervir ou de fazer qualquer socorro ao Banco de Brasília (BRB)
++ Essa é uma questão que está restrita ao governo do Distrito Federal
++ Claro, a governadora tem dialogado conosco naquilo que nós temos condições de dar apoio. Existem questões que são até administrativas
Giro das 15h: Bolsas recuam em sessão volátil, com guerra ainda no foco; dólar segue de lado
Os ativos seguem voláteis na tarde desta 5ªF, véspera de feriado prolongado aqui e nos EUA.
Depois do forte mau humor da abertura, com os investidores não disfarçando a decepção com o pronunciamento de Trump ontem à noite, os mercados chegaram a esboçar melhora com a notícia sobre os esforços de um grupo de 40 países para reabrir o Estreito de Ormuz e a informação de que o Irã e Omã preparam um “protocolo” para monitorar o trânsito de navios na região, com cobrança de tarifas.
Mas, há pouco, os ativos de risco voltaram a acentuar perdas, com a cautela pré-feriado e depois que Trump reforçou suas ameaças contra o Irã.
Em NY, as bolsas seguem no vermelho (Dow Jones -0,48%; S&P500 -0,31%; Nasdaq -0,41%).
O Ibovespa acompanha (-0,37%, aos 187.266 pontos), com as ações de petroleiras (Prio ON +5,27%); Petrobras ON +2,12% e PN +1,86%) ajudando a amenizar as perdas.
O dólar à vista opera perto da estabilidade (+0,08%, a R$ 5,1608) e os juros futuros mostram leve alta (DI Jan/27 a 14,055%; Jan/33 a 13,910%), após a produção industrial em fevereiro (+0,9%) vir um pouco acima do esperado (+0,7%), mas mostrar desaceleração em relação a janeiro (+1,8%).