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Iniciamos as transmissões do BDM Online com o BDM Morning Call, que traz as expectativas da pré-abertura.

BDM Morning Call: No day after, a fragilidade de um acordo confuso

[09/04/26] Os futuros de Nova York oscilavam na abertura do pregão asiático, enquanto o petróleo voltava a subir, com os investidores mais cautelosos diante dos sinais de fragilidade do acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio. Os ataques de Israel ao Líbano foram considerados uma violação do cessar-fogo pelo Irã, que decidiu manter o Estreito de Ormuz fechado. A Casa Branca pega leve e confirma o início das conversas no sábado, em Islamabad, Paquistão, mas Teerã já avisou que, nesses termos, as negociações são inviáveis. Na agenda dos indicadores, o PCE dos Estados Unidos (9h30) é o destaque, com a expectativa de que poderá trazer o impacto da alta do petróleo na inflação. (Rosa Riscala)

Leia o BDM Morning Call na íntegra acessando o link
www.bomdiamercado.com.br

No day after, a fragilidade de um acordo confuso

… Os futuros de Nova York oscilavam na abertura do pregão asiático, enquanto o petróleo voltava a subir, com os investidores mais cautelosos diante dos sinais de fragilidade do acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio. Os ataques de Israel ao Líbano foram considerados uma violação do cessar-fogo pelo Irã, que decidiu manter o Estreito de Ormuz fechado. A Casa Branca pega leve e confirma o início das conversas no sábado, em Islamabad, Paquistão, mas Teerã já avisou que, nesses termos, as negociações são inviáveis. Na agenda dos indicadores, o PCE dos Estados Unidos (9h30) é o destaque, com a expectativa de que poderá trazer o impacto da alta do petróleo na inflação.

UM ACORDO CONFUSO – Não só uma, mas três cláusulas da proposta do cessar-fogo de duas semanas, que fez a festa dos mercados globais nesta quarta-feira, foram violadas até o momento, segundo o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf.

… Junto com os ataques no Líbano, onde Israel prosseguiu sua campanha contra a milícia Hezbollah, Ghalibaf denunciou a entrada de um drone no espaço aéreo do país e a negação do direito ao enriquecimento de urânio, que consta de proposta de paz do Irã.

… Na primeira confusão, Trump publicou nas redes sociais que “não haverá enriquecimento de urânio” no Irã. Em seguida, afirmou que o Líbano não estava no acordo, enquanto Netanyahu dizia que “a guerra não acabou” e festejava “a maior operação contra o Hezbollah”.

… A afirmação de Trump contradiz o anúncio feito pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, de que Irã e Estados Unidos, junto de seus aliados, “acordaram um cessar-fogo imediato em todos os lugares, incluindo o Líbano e outras regiões”.

… Trump fez outras declarações difíceis de entender, como uma proposta de possível parceria com o Irã para cobrar pedágio de embarcações que transitam pelo Estreito e planos de impor tarifas de 50% sobre as importações americanas a países que tenham vendido armas ao Irã.

… Chegou a dizer também que a República Islâmica passou por uma “mudança de regime”, quando os aiatolás continuam mandando.

… Ainda mudou a conversa sobre qual a proposta que serviria como ponto de partida para as negociações. Na véspera, disse que a proposta iraniana de 10 pontos era “razoável”. Ontem, que os Estados Unidos usariam seu próprio plano de 15 pontos.

… Na Casa Branca, a porta-voz, Karoline Leavitt, afirmou que o plano do Irã era “leviano, inaceitável e foi jogado no lixo”.

… O Conselho Supremo divulgou que as exigências do Irã incluem a manutenção do controle sobre o Estreito de Ormuz, o reconhecimento de suas atividades de enriquecimento nuclear, o levantamento de todas as sanções e a retirada das forças americanas da região.

… Referindo-se aos ataques de Israel contra o Líbano, o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, disse que os Estados Unidos devem escolher entre cessar-fogo ou guerra, enquanto o Irã anunciava que o Estreito de Ormuz ficaria bloqueado.

… Embora Trump tenha condicionado o fim dos combates à reabertura do estreito, ontem não entrou na pilha. Expressou “confiança” de que os ataques de Israel não prejudicariam um acordo mais amplo e disse que o Hezbollah “seria resolvido”. “Está tudo bem.”

… Também JD Vance evitou a retórica agressiva, comentando que Israel ofereceu “se conter um pouco no Líbano” durante as discussões com autoridades americanas, “porque quer garantir que nossa negociação seja bem-sucedida”.

… Além de manter o controle sobre o Estreito de Ormuz, o Irã continuou a atacar Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, bem como Israel. À noite, o Hezbollah disse ter disparado foguetes contra o norte de Israel em resposta a “violações do cessar-fogo”.

… O ataque ocorreu horas depois de Israel atingir Beirute com múltiplos ataques aéreos e deixar centenas de mortos. Segundo a Reuters, a quarta-feira foi o dia mais letal da guerra para o Líbano até o momento, enquanto Netanyahu dizia que “a guerra não acabou”.

… A tensão que já se projetava durante o dia não impediu que os preços do petróleo despencassem nesta quarta-feira, mesmo assim, investidores permaneceram apreensivos e se preparam para interrupções prolongadas no fornecimento de petróleo.

… Mais de 800 navios cargueiros estão retidos no Golfo Pérsico, a maioria aguardando autorização para partir e, segundo apurou o NYT, nenhum petroleiro cruzou o Estreito de Ormuz desde o início do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.

… Pela primeira vez em mais de duas semanas, os contratos futuros fecharam abaixo de US$ 100, com o WTI para maio a US$ 94,41 na Nymex, registrando tombo de 16,41%, e o Brent para junho a US$ 94,75, queda de 13,28%, na ICE londrina.

… No pregão asiático, o petróleo Brent operava em alta de 2,53%, a US$ 97,15, enquanto os futuros de Nova York registravam sinal de baixa, após as fortes altas da véspera. Aqui, destaque para o volume extraordinário do Ibovespa, o dólar a R$ 5,10 e novas apostas nos juros (abaixo).

GUERRA NO BOLSO –O governo acelera medidas para amortecer os efeitos da disparada do petróleo, combinando estímulos ao uso de biocombustíveis com ações tributárias e crédito direcionado, enquanto tenta evitar repasses imediatos aos preços domésticos.

… No campo estrutural, o Ministério de Minas e Energia estuda elevar a mistura de etanol na gasolina de 30% para 32% ainda neste semestre, movimento que depende de aval do CNPE e de estudos técnicos em andamento.

… Em paralelo, também ganha força o aumento da mistura de biodiesel no diesel, hoje em 15%, com testes em fase final.

… As iniciativas fazem parte da estratégia para reduzir a dependência de combustíveis fósseis em meio à guerra, com impacto direto sobre cadeias como a da soja e tentativa de suavizar a pressão sobre preços internos de energia.

… No curto prazo, o governo também atua para segurar setores mais sensíveis.

… Após reunião com companhias aéreas, foi anunciada a retirada de tributos federais sobre o querosene de aviação e a abertura de uma linha de financiamento de R$ 3,5 bilhões via BNDES, com o objetivo explícito de evitar repasses às passagens.

… No campo tributário, porém, a estratégia enfrenta resistência.

… A Justiça Federal suspendeu, por liminar, a cobrança do imposto de exportação sobre petróleo – fixado em 12% – para grandes petroleiras, sob o argumento de desvio de finalidade arrecadatória. O governo já indicou que recorrerá da decisão.

… O episódio adiciona incerteza à calibragem fiscal do pacote, que busca compensar medidas de alívio com aumento de arrecadação.

… Estimativas da Warren Investimentos apontam impacto bruto de cerca de R$ 34,6 bilhões até agosto, parcialmente neutralizado por receitas adicionais — incluindo o próprio imposto sobre exportações e a alta do petróleo.

… No saldo, a estratégia do governo combina intervenção emergencial e ajustes estruturais, mas segue condicionada à evolução do conflito e ao equilíbrio entre preços, arrecadação e atividade — uma equação que, assim como o cenário externo, permanece altamente instável.

INDEPENDÊNCIA TRAVA – A articulação para avançar com a PEC que garante autonomia orçamentária ao Banco Central voltou a travar no Senado, evidenciando que, apesar da pressão da autoridade monetária, o tema segue sem consenso político.

… O presidente da CCJ, Otto Alencar, afirmou que não há acordo para pautar a proposta na próxima semana, contrariando sinalizações do relator, Plínio Valério, e frustrando expectativas após reunião com Gabriel Galípolo.

… O impasse reforça o risco de a proposta ficar parada mais uma vez, especialmente diante do calendário eleitoral, que tende a esvaziar o Congresso nos próximos meses. Sem avanço até maio, cresce a avaliação de que a PEC dificilmente será votada ainda em 2026.

… Galípolo intensificou o tom ao defender a proposta, afirmando que o BC enfrenta limitações operacionais relevantes. Segundo ele, a autarquia perdeu cerca de um quarto do quadro de servidores em uma década e opera com estrutura enxuta frente a pares internacionais.

… Também destacou a necessidade de investimentos em tecnologia e sistemas de supervisão, apontando que outros bancos centrais já avançam no uso de inteligência artificial para monitoramento do sistema financeiro — capacidade que, segundo ele, hoje é limitada no Brasil.

MASTER – Pela manhã, Galípolo prestou depoimento à CPI do Crime Organizado, quando buscou afastar ruídos, negando contatos com Alexandre de Moraes e detalhando reuniões no Planalto, em meio a questionamentos sobre episódios envolvendo agentes de mercado.

… “Nunca falei ao telefone com Alexandre de Moraes, já tive reuniões com ele no STF no momento da Lei Magnitsky, não só com ele, com vários ministros.” Também negou contato com a mulher de Moraes, a advogada Viviane Barci.

… Sobre a reunião com Vorcaro no Planalto, no início de dezembro, disse que foi chamado por Lula, que ouviu do banqueiro que o Master sofria perseguição no mercado financeiro, e que o presidente garantiu que a questão seria tratada de forma técnica pelo BC. 

… Perguntado quem estava na reunião, Galípolo citou, além de Vorcaro, Augusto Lima, Mantega, Rui Costa e Alexandre Silveira.

MELLO NO PLANEJAMENTO – O economista foi confirmado como secretário-executivo do Planejamento, sob a gestão do ministro Bruno Moretti. Na Fazenda, será substituído pela economista Débora Freire na Secretaria de Política Econômica.

CURTAS DA POLÍTICA –O presidente Lula se reúne nesta quinta-feira com sete ministros para definir o envio, com urgência, do projeto que acaba com a escala 6×1; proposta deve competir com PEC sobre o tema na Câmara.

… Senado aprovou ontem à noite a Medida Provisória do seguro-defeso com regras mais rígidas de acesso, exigência de biometria e teto de gastos de R$ 7,9 bilhões para 2026; texto retorna à Câmara após alterações.

… Também ontem à noite, a Câmara aprovou em 1º turno a PEC que cria piso para assistência social, com vinculação de 1% da receita corrente líquida; impacto pode chegar a R$ 36 bilhões até 2030 e preocupa a Fazenda.

… Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinaliza votação “o mais rápido possível” de veto sobre penas do 8 de janeiro, enquanto a oposição articula sessão exclusiva para o tema e tenta evitar avanço de CPMI do caso Banco Master.

AGENDA – A quinta-feira destaca atividade e inflação nos Estados Unidos e preços na China, em um dia que também traz o mercado local atento à premiação do Top 5 do Focus em São Paulo, reunindo Gabriel Galípolo e diretores do Banco Central.

… O evento começa às 9h e, além de Galípolo, participam da premiação do Ranking Top 5 2025 Nilton David e Paulo Picchetti.

… Entre os indicadores, a manhã começa com a inflação medida pela Fipe (5h) e avança para a Produção Industrial Regional do IBGE (9h).

… No exterior, o foco se concentra nos Estados Unidos, com a divulgação do PCE de fevereiro — principal medida de inflação acompanhada pelo Fed — e da leitura final do PIB do 4º trimestre, ambos às 9h30, além dos pedidos semanais de auxílio-desemprego no mesmo horário.

… À Fox News, Kevin Hassett (Conselho Econômico da Casa Branca) admitiu que a alta do petróleo aumentará “pontualmente” a inflação.

… Às 11h, saem os estoques no atacado americano.

… À noite, a agenda segue carregada, com decisões de juros na Coreia do Sul (22h) e no Peru (20h), além da inflação ao consumidor (CPI) da China (22h30), que pode oferecer sinais adicionais sobre a dinâmica de preços e demanda na segunda maior economia do mundo.

AS AVENTURAS DE PINÓQUIO – Os relatos de violação do cessar-fogo, com os ataques de Israel ao Líbano, e as indicações de que o Estreito de Ormuz continua fechado pelo Irã não abalaram o desejo dos mercados de festejar.

… A vontade nos negócios era tanta de corrigir o estresse da guerra, que, mesmo frágil, a trégua negociada caiu como uma luva para os investidores desencadearem uma onda de euforia coletiva no pregão desta quarta-feira.

… O ritmo da festa diminuiu na segunda metade do pregão, com o mercado consciente de que a paz não virá fácil.

… Ainda assim, o Ibovespa estabeleceu recorde duplo, o dólar rodou na faixa de R$ 5,10 e o petróleo derreteu abaixo de US$ 100, exibiu o maior tombo porcentual desde a pandemia e resgatou o call de corte de 0,5pp da Selic em abril.

… Esta aposta minoritária (30%) de uma flexibilização maior pelo Copom poderá ser esvaziada muito rapidamente, se o desenrolar do cessar-fogo temporário de duas semanas continuar sendo atropelado pelas traições ao combinado.

… De qualquer maneira, vale o registro sobre o ajuste na precificação do cenário para a política monetária à frente.

Ontem, a curva a termo embutiu Selic de 13,25% no final do ano, já bem abaixo dos 14% de poucos dias atrás.

… Segundo o Valor, participantes do mercado voltaram a simular os modelos de inflação do BC.

… Partindo de um dólar em torno de R$ 5,10 e de uma curva de petróleo que sai de US$ 90 no curto prazo para US$ 79 no Brent/dezembro, as simulações apontam para IPCA de 3,3% no horizonte relevante (quarto trimestre de 2027).

…  O resultado para a inflação é idêntico ao projetado pelo BC no Relatório de Inflação divulgado no mês passado.

… O otimismo dos traders nesta quarta-feira sobre o grau de relaxamento da Selic contrasta com o conservadorismo dos economistas, que continuam promovendo revisões em alta para a inflação e para a taxa básica de juros.

… A XP elevou ontem a previsão da Selic no fim do ano de 12,75% para R$ 13,50%, citando o choque de oferta provocado pela guerra no Oriente Médio, que obrigaria o BC a adotar postura mais cautelosa no atual ciclo.

… O C6 Bank revisou a sua projeção para o IPCA, que já estava no teto da meta (4,5%), para 4,8% em 2026 e 2027. Diante da pressão, o banco passou a esperar menos cortes de juros este ano, com Selic a 13,5%, contra 12,5% antes.

… Seja como for, o clima positivo ontem com a forte queda do petróleo e o recuo do dólar ajudou a queimar prêmio nos juros futuros: Janeiro de 2027 fechou a 13,925% (de 14,254% no ajuste anterior); e Jan/28, a 13,435% (13,933%).

… Jan/29 recuou para 13,345% (contra 13,822%); Jan/31, a 13,485% (de 13,881%); e Jan/33, a 13,585% (13,935%).

O MUNDO NÃO ACABOU – Aproveitando que Trump retirou o deadline imposto ao Irã pela quarta vez desde que a ofensiva militar começou, o dólar conseguiu cravar mínima em R$ 5,0656, mas depois voltou, com o ambiente volátil.

… O mercado sabe que a trégua não é lá muito confiável e, por isso, a moeda norte-americana preferiu desacelerar o ritmo de alívio à tarde, ainda que tenha bancado queda importante de 1,01%, cotada a R$ 5,1029 no fechamento.

… O câmbio reproduziu o comportamento do índice DXY lá fora, que caiu 0,72%, mas retomou a linha dos 99 pontos na parte da tarde (99,133), sem ignorar os riscos de que o cessar-fogo temporário não esteja sendo levado a sério.

… Segundo a plataforma de apostas do CME, com o petróleo voltando à casa dos US$ 95, o mercado se animou a antecipar de setembro do ano que vem para março de 2027 a expectativa de início dos cortes de juros pelo Fed.

… Mas dificilmente esta leitura mais dovish deve sobreviver à reabertura do mercado hoje, com a trégua que não parece ser para valer. Segundo a ata do Fed, a inflação só deve retornar à meta de 2% no final do ano que vem.  

… O euro subiu 0,60%, a US$ 1,1665, a libra ganhou 0,81%, a US$ 1,3403, e o iene avançou para 158,62 por dólar.

… Antes que o bicho voltasse a pegar com a incerteza da guerra, as taxas dos Treasuries aproveitaram para se ajustar em baixa, no estilo cai para subir. O yield da Note-2 anos foi a 3,787% (de 3,813%) e de 10 anos, 4,287% (de 4,311%).

… Também as bolsas em NY curtiram o momento. O Dow Jones fechou em alta de 2,85%, aos 47.909,92 pontos. O S&P 500 ganhou 2,51%, aos 6.782,81 pontos, e o Nasdaq registrou valorização firme de 2,80%, aos 22.635,00 pontos.

… Aqui, impressionou o giro de R$ 41,8 bilhões na bolsa, na febre compradora que levou o Ibov a superar as marcas recordes de fevereiro e bater 193.759,01 pontos no pico da sessão e 192.201,16 pontos no fechamento (+2,09%).

… Os patamares inéditos foram assegurados mesmo com o tombo da Petrobras (ON, -4,42%, a R$ 51,19; e PN, -3,92%, a R$ 46,61), diante da derrocada do petróleo. Vale ignorou o minério (-1,35%) e subiu 2,27% (R$ 85,59).

… Os bancos saíram em rali: Bradesco PN saltou 5,00% (R$ 20,17), Itaú PN registrou valorização de 3,50% (R$ 44,98), Santander ganhou 2,11% (R$ 31,41), BTG disparou 6,72% (R$ 62,12) e BB ON emplacou alta de 4,48% (R$ 24,49).

… Hapvida ocupou o topo do Ibovespa, com +9,06% (R$ 11,19), após aumento de participação dos controladores.

CIAS ABERTAS NO AFTER – PETROBRAS alertou no relatório anual 20F arquivado na SEC que riscos de interferência política, volatilidade do petróleo, endividamento e transição energética podem afetar o seu valor de mercado…

… Ainda no noticiário da estatal, a Petrobras busca novas aquisições exploratórias na África e avalia oportunidades em países como Namíbia, Gana e África do Sul, segundo a diretora Sylvia Anjos…

… Na Folha, a Petrobras foi multada em R$ 155,7 milhões pela ANP por abandono de poços em Sergipe e informou que apresentou recurso…

… O TCU determinou a abertura de nova contratação em até 30 dias para fornecimento de refeições na UTE Termoceará, após identificar irregularidades e indícios de fraude em licitação anterior.

PETRORECONCAVO registrou produção média de 24,6 mil boe/dia em março, alta de 1,2% ante fevereiro.

VALE vendeu US$ 63 milhões em briquetes de níquel para a Mitsui e prevê outras transações que somam US$ 183 milhões ao longo do ano.

BRASKEM negou decisão sobre eventual recuperação judicial da Braskem Idesa e afirmou que subsidiária avalia alternativas para estrutura de capital.

MINERVA pretende emitir até R$ 165 milhões em CRA lastreado em debêntures, com possibilidade de lote adicional de até 25%.

BRB planeja publicar até 29 de maio balanços atrasados de 2025 e do 1TRI26. (O Globo)

BANCO INTER captou R$ 300 milhões com emissão de letras financeiras subordinadas, com impacto de cerca de 0,7 pp no índice de Basileia.

BTG PACTUAL confirmou documento vinculante para aquisição do controle do Banco Digimais, sujeito a processo competitivo e aprovações regulatórias.

HAPVIDA contratou o BTG para venda de ativos no Sul, incluindo hospitais e operações adquiridas, segundo fontes. (Broadcast)

DEXCO. Fundos da SPX passaram a deter 5,05% das ações ordinárias.

SIMPAR informou que acionistas podem ter diluição de 9% a 29% com aumento de capital, dependendo da adesão.

ARTERIS. Fábio Russo Corrêa foi nomeado CEO, substituindo Martí Carbonell Mascaró, que ocupava o cargo interinamente desde setembro.

FERROGRÃO. STF adiou para hoje o julgamento sobre a constitucionalidade do projeto, com placar parcial de 2 a 0 favorável à obra.

GAFISA recorreu de decisão que prevê suspensão de CNPJ e afirmou que medida não é definitiva.

ENEL. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que o governo não renovou as concessões da Enel no RJ e CE, devido às disputas judiciais envolvendo a companhia em SP, apesar de recomendação da Aneel.

LIGHT. Tempo Capital passou a deter 5,52% das ações ordinárias.

ISA ENERGIA elegeu Gabriel Posada como presidente do conselho e reelegeu a diretoria executiva.

OI vendeu UPI de telefonia por R$ 60,1 milhões para a Método, com pagamento à vista e homologação judicial.

ANATEL marcou para 30 de abril leilão da faixa de 700 MHz, com propostas até 15 de abril.

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++ Reunião de Trump com o secretário-geral da Otan já terminou e Mark Rutte deixou a Casa Branca (Reuters)