Emprego e economia resiliente mexem nas apostas de juros nos EUA e Brasil

A política monetária subiu no telhado nesta semana, tanto aqui como nos EUA.

Se já não bastasse a incerteza provocada pela guerra, com disparada do petróleo e as consequentes pressões inflacionárias, outros fatores entraram na conta dos mercados nesta semana para cravar a expectativa de alta dos juros pelo Fed até o fim do ano e de fim do ciclo de afrouxamento pelo Copom.

Aqui, dados recentes de atividade, incluindo o PIB do 1º trimestre, mostraram uma economia aquecida, mercado de trabalho resiliente e, claro, inflação persistente, com piora das expectativas de longo prazo.

Lá fora, o payroll sacramentou um mercado de trabalho firme nos EUA, o que abre espaço para o Fed focar no controle da inflação, já que o conflito no Oriente Médio parece distante do fim.

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++ EUA: Casa Branca diz que vai acelerar desenvolvimento e uso da IA ​​para a segurança nacional (Reuters)

++ Segundo Trump, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, terá 90 dias para atualizar uma diretiva existente sobre a autonomia dos sistemas de armas “para garantir a adoção deliberada de sistemas de IA que respeitem a cadeia de comando”

++ Ele acrescenta que as tecnologias de IA não devem ser desenvolvidas ou usadas pela área de segurança nacional “para censurar a liberdade de expressão… ou conduzir atividades de vigilância não autorizadas ou ilegais”

++ Futuros/Fechamento: Ibovespa para julho cai 0

++ Futuros/Fechamento: Ibovespa para julho cai 0,70%, para 169.510 pontos; dólar para junho dispara 2,14%, a R$ 5,2000