Fechamento dos Mercados

Cautela com a economia global pressiona NY e Ibovespa; dólar e juros sobem

Atualizado 01/08/2023 às 18:22:15

Os principais índices de ações em Nova York terminaram a primeira sessão de agosto em queda, com exceção do Dow Jones, diante de índices de atividade industrial (PMIs) mais fracos na zona do euro e na China.

Os dados reacenderam temores sobre uma desaceleração da economia global. Junto a isso, nos EUA, o relatório Jolts, de vagas de emprego abertas, mostrou um mercado de trabalho resiliente, o que pode justificar mais aperto monetário pelo Fed.

O índice Dow Jones subiu 0,20%, aos 35.630,68 pontos. O S&P500 caiu 0,27%, aos 4.576,73 pontos. O Nasdaq cedeu 0,43%, aos 14.283,91 pontos.

Devolvendo parte da forte alta de ontem, o Ibovespa fechou com queda de 0,57%, aos 121.248,39 pontos. O volume financeiro do dia foi de R$ 23,1 bilhões.

No câmbio, o dólar teve alta generalizada sobre moedas rivais e emergentes num cenário em que a economia dos EUA parece mais resiliente que as demais.

Ante o real, a divisa americana chegou a encostar nos R$ 4,80 (R$ 4,7998) na máxima do dia e fechou com alta de 1,27%, a R$ 4,7895. O dólar futuro para setembro subiu 1,45%, para R$ 4,8210.

Os retornos dos Treasuries avançaram, com o juro do T-bond de 30 anos no maior nível do ano: 4,100%, de 4,009% ontem. O yield da T-note de 2 anos avançou a 4,907%, de 4,853% e o da T-note de 10 anos superou os 4%, a 4,036%, de 3,956%.

Na B3, a curva do DI chegou a testar uma correção ao alívio do pregão anterior e passou boa parte do pregão acompanhando a pressão do dólar e a escalada das taxas dos Treasuries. Mas faltando 1h30 para o fechamento, os juros futuros esvaziaram as altas, sem um driver específico para o movimento na véspera do Copom.

Na B3, o contrato de DI para jan/24 subiu a 12,625% (de 12,570%); jan/25, a 10,680% (de 10,597%); jan/26, a 10,110% (de 10,063%); jan/27, a 10,160% (de 10,137%); jan/29 caiu a 10,520% (de 10,525%); e jan/31, a 10,740% (de 10,760%). (Equipe BDM)

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