Usiminas fica entre as maiores altas com benefícios fiscais retroativos de JCP

Os papéis da Usiminas estão entre as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira, apesar do recuo do minério de ferro em Dalian (China).  

O Itaú BBA identificou um “tesouro” escondido que pode impulsionar o Fluxo de Caixa Livre (FCF) da companhia nos próximos meses.

São benefícios fiscais retroativos de Juros sobre Capital Próprio (JCP).

Em janeiro, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) definiu que as empresas podem deduzir, para fins de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição sobre Lucro Líquido (CSLL), os valores de JCP referentes a exercícios anteriores.

Isso significa que a empresa pode pagar ou registrar JCP “atrasado” de anos passados e ainda assim usar esse valor como despesa dedutível para reduzir impostos.

No caso de Usiminas, os valores são retroativos a 1996. Há pouco, Usiminas tinha alta de 1,11%, negociada a R$ 9,13.

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++ Lula, sobre fim da escala 6×1: “Não fiquem assustados. É necessário, porque hoje o povo quer mais tempo para ficar em casa, para o lazer, para estudar e para namorar”

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Na sequência, o presidente passou a falar que, no futuro, a automação deve tomar à frente no setor de construção e industrial. “Imagine, o robô não vai fazer greve e não vai pedir aumento de salário. Imagina que beleza para vocês. Mas enquanto tiver trabalhador a gente tem que respeitá-lo”. As declarações foram dadas na abertura do Encontro Internacional da Indústria da Construção (Enic).

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++ Eduardo Braga: Passou da hora de o governo enviar alternativa à PEC de autonomia do BC 

Segundo o senador, o debate não deve se limitar apenas ao reforço orçamentário da instituição. “Não adianta resolver exclusivamente a questão orçamentária do Banco Central, é mais complexo que isso. É preciso resolver o problema do Banco Central, o problema do Coaf e o problema da CVM. Temos que dotar o sistema de fiscalização, comando e controle do sistema financeiro brasileiro de recursos necessários para que essa governança funcione com eficiência”, disse Braga, durante audiência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).