Futuros de NY sobem em resposta a recuo nos Treasuries

Os contratos futuros de Nova York operam em alta nesta 6ªF, à medida que a retração nos rendimentos do Treasuries abre espaço para risco. A taxa da nota de 10 anos recuou 2,2 pontos-base, para 4,56%.

O conflito no Oriente Médio segue no horizonte, com o mercado avaliando sinais de progresso nas negociações EUA-Irã.

Também no radar: a transição no Fed e a leitura do sentimento do consumidor de maio.

Há pouco, Dow Jones (+0,24%), S&P 500 (+0,10%) e Nasdaq (+0,08%) operavam em alta.

Petróleo tem alta, após pregão de forte oscilação com incertezas no Irã

Após a alta volatilidade da sessão anterior, os preços do petróleo operam em forte alta nesta 6ªF, subindo em ritmo acima de 2% e a valores próximos de US$ 105. Os investidores recuperam perdas, enquanto recalibram expectativas sobre possível acordo entre EUA-Irã.

Ambos os lados ainda divergem sobre estoque de urânio e futuro controle do Estreito de Ormuz. Mas os esforços diplomáticos com mediação do Paquistão seguem de pé.

Há pouco, o WTI para junho avançava (+1,89%), a US$ 98,17; e o Brent para junho subia (+2,59%), a US$ 105,24.

Bolsas europeias sobem a máximas, com otimismo sobre Ormuz e dados da Alemanha

As bolsas europeias operam em alta nesta 6ªF, chegando a atingir a máxima de duas semanas, em meio a um otimismo renovado com sinais de progresso nas negociações entre EUA e Irã. Apesar de alguma hostilidade nas falas das lideranças de lado a lado, nos bastidores, a mediação do Paquistão parece levar o acordo adiante.

No contexto regional, dados da Alemanha animam. O PIB alemão cresceu 0,3% no 1TRI, e o índice de confiança do consumidor subiu acima do esperado. Ações do mercado esportivo, como Puma (+5,43%) e Adidas (+2,92%), se destacam com empresas do setor reportando expectativas de lucro acima do esperado em ano de Copa. No Reino Unido, as vendas no varejo caem.

Há pouco, as bolsas de Londres (+0,49%), Frankfurt (+0,69%) e Paris (+0,48%) subiam. Os índices STOXX 50 (+0.79%) e STOXX 600 (+0.60%) operavam em alta.