Bolsas europeias fecham em queda com incertezas sobre o Oriente Médio
Os mercados de ações europeus fecharam em queda, com o bloqueio do Estreito de Ormuz pelos EUA, na sequência do fracasso das negociações entre EUA e Irã em Islamabad no fim de semana.
Apesar do risco de uma crise energética global, as bolsas reduziram as perdas da abertura, em linha com NY, já que o bloqueio seria uma decisão mais limitada do que um ataque intenso na região.
No noticiário corporativo, as vendas das maiores marcas de luxo da Europa encolheram em Dubai e Abu Dhabi, atingidas pelo conflito no Oriente Médio. Segundo a Reuters, em março as marcas de luxo relataram quedas de vendas de 30% a 50% no Mall of the Emirates, um dos maiores shoppings de Dubai, em comparação com o mesmo mês do ano passado.
No fechamento: Londres -0,23%; Frankfurt -0,50%; Paris -0,37%; Stoxx 600 -0,17% (613,82).
++ Fitch reitera notas de longo prazo em moedas
++ Fitch reitera notas de longo prazo em moedas estrangeira “BB+” e local “BBB+”, além da nota nacional “AAA(bra)” da Engie Brasil, mantendo perspectiva estável para as três
++ Notas refletem o histórico da companhia de robusta geração de fluxo de caixa operacional, sólido perfil financeiro, alavancagem adequada e forte flexibilidade financeira
++ Empresa é a segunda maior geradora de energia elétrica do Brasil, com base de ativos ampla e diversificada, além de elevada eficiência operacional, fatores que sustentam as classificações, afirma a Fitch
++ A Oncoclínicas confirmou que vai entrar, nest
++ A Oncoclínicas confirmou que vai entrar, nesta segunda-feira, com ação cautelar para suspender cobranças
++ Medida terá pedidos formulados para, dentre outras providências, determinar a suspensão liminar dos efeitos de toda e qualquer cláusula contratual que imponha o vencimento antecipado das dívidas, diz a empresa
++ Companhia, que tem dívidas de R$ 3,3 bilhões, encerrou 2025 com alavancagem de 4,27 vezes o Ebitda
Atualmente, a maior dificuldade da Oncoclínicas é a aquisição de medicamentos, o que está provocando atrasos dos tratamentos. Cerca de 6 mil pacientes já tiveram seus tratamentos adiados