Bolsas europeias se recuperam com recuo do petróleo, apesar de tensão no Irã
As bolsas europeias operam majoritariamente em alta na manhã desta 4ªF, após perdas no pregão de ontem. Embora o impasse entre EUA e Irã persista, movimento reflete ajuste para baixo no preço do petróleo após três dias de forte alta.
Balanços melhores do que o esperado também sustentam o fôlego. Investidores aguardam reunião de cúpula Trump e Xi Jinping. O presidente dos EUA disse acreditar que não precisará da ajuda da China em relação ao Irã.
Há pouco, as bolsas de Londres (+0,36%) e Frankfurt (+0,63%) subiam; Paris (-0,24%) recuava. Os índices STOXX 50 (+0,33%) e STOXX 600 (+0,37%) operavam em alta.
Bolsas asiáticas fecham majoritariamente em alta antes da cúpula EUA-China; KOSPI se recupera com semicondutores
A maioria das bolsas asiáticas fechou em alta, depois de oscilar por preocupações com a guerra no Irã e seu impacto inflacionário.
O foco se voltou totalmente para a próxima cúpula EUA-China. Espera-se que Trump e Xi discutam incluindo tarifas comerciais, Taiwan e inteligência artificial.
Na China, Shenzhen e Xangai subiram 1,67% e 0,67%, respectivamente, e o índice Hang Seng de Hong Kong, ganhou 0,15%.
Em Taiwan, o Taiex caiu 1,25%. No Japão, o Nikkei subiu 0,84% após superávit em conta corrente em recorde histórico em março, já que a demanda estimulada pela IA e a desvalorização do iene beneficiaram a economia.
As ações sul-coreanas tiveram desempenho superior, com o Kospi (+2,63%) se recuperando devido à retomada do bom desempenho das ações de semicondutores após relatório da Nvidia.
A especulação de que o governo sul-coreano poderia distribuir dividendos públicos dos lucros da IA foi esclarecida. Autoridades disseram que isso não implicaria em um imposto sobre lucros extraordinários para as empresas locais.
++ ⚠️ AIE revisa previsões para refletir um imp
++ ⚠️ AIE revisa previsões para refletir um impacto muito maior e mais prolongado no fornecimento global de petróleo devido à guerra com o Irã
++ Agência afirma que agora presume que o Estreito de Ormuz permanecerá efetivamente fechado até o fim de maio, revertendo sua previsão anterior de que o fechamento duraria até abril
++ Estimativa é que cerca de 10,5 mi de barris de petróleo foram interrompidos na produção do Oriente Médio em abril; número deverá subir a 10,8 mi de bpd em maio
++ Aumento se deve, em parte, à expectativa de que o Irã seja forçado a reduzir a produção devido ao bloqueio imposto pelos EUA às exportações do país pelo Estreito de Ormuz