Juros futuros derretem com tombo do petróleo abrindo caminho para Copom seguir cortando a Selic
Os juros futuros queimaram prêmios nesta 4ªF, apoiados pela forte queda do petróleo e pelo recuo nos rendimentos dos Treasuries, em meio à expectativa de um acordo entre EUA e Irã para encerrar a guerra.
O alívio nos preços da commodity reduz a pressão inflacionária e abre espaço para o Copom dar sequência ao ciclo de afrouxamento monetário da Selic.
No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,055% (de 14,148% no ajuste anterior); Jan/28 a 13,605% (13,824%); Jan/29 a 13,520% (13,743%); Jan/31 a 13,605% (13,799%); e Jan/33 a 13,720% (13,869%).