Semana e mês terminam com mais uma alta expressiva da bolsa brasileira
A semana e o mês de novembro terminam com mais uma alta expressiva da bolsa brasileira, recuo moderado do dólar, e ajuste nos vencimentos curtos da curva de juros, após Galípolo bater o pé de que nada mudou para o Copom, diante da insistência do mercado em querer derrubar a Selic a partir de janeiro.
Lá fora, o mês não foi tão bom para Wall Street, por conta da volatilidade provocada pelo receio de uma bolha na inteligência artificial e pelas incertezas decorrentes do shutdown, que causou um “apagão” de dados nos EUA.
No fim das contas, a preocupação com a IA ficou em segundo plano e a aposta de novo corte de 25 pb pelo Fed em dezembro se consolidou.
Bom fim de semana!
Encerramento das transmissões A semana e o mês de…
Encerramento das transmissões
A semana e o mês de novembro terminam com mais uma alta expressiva da bolsa brasileira, recuo moderado do dólar, e ajuste nos vencimentos curtos da curva de juros, após Galípolo bater o pé de que nada mudou para o Copom, diante da insistência do mercado em querer derrubar a Selic a partir de janeiro. Lá fora, o mês não foi tão bom para Wall Street, por conta da volatilidade provocada pelo receio de uma bolha na inteligência artificial e pelas incertezas decorrentes do shutdown, que causou um “apagão” de dados nos EUA. No fim das contas, a preocupação com a IA ficou em segundo plano e a aposta de novo corte de 25 pb pelo Fed em dezembro se consolidou. O BDM Online entra agora em esquema de plantão para notícias extraordinárias e voltará a ser atualizado normalmente na 2ªF, às 7h. Bom fim de semana! (Téo Takar)
Fechamento: Ibovespa renova recordes e supera 159 mil pontos com apoio de Vale e bancos
A volta dos negócios em NY após o feriado – ainda que em horário reduzido – impulsionou o Ibovespa, que repetiu o script da última quarta e renovou seu duplo recorde.
Com alta de 0,45%, aos 159.072,13 pontos, o índice cravou uma nova marca histórica de fechamento, após ampliar a máxima intradia para 159.689,03 pontos. No acumulado de novembro, o desempenho é positivo em 6,37%.
Os negócios hoje estiveram fortemente concentrados em Vale (+1,61%; R$ 67,40), Itaú (+2,28%; R$ 41,64) e Petrobras (ON -2,45%, a R$ 33,38; e PN -1,88%, a R$ 31,79) – sendo que os dois primeiros papéis anunciaram dividendos bilionários e a estatal frustrou o mercado com seu plano de negócios 2026-2030 e ainda traçou um cenário difícil em 2026 para o petróleo, que fechou em baixa.
O trio respondeu por quase 25% do giro total de R$ 25 bilhões.
O dólar à vista retomou a trajetória de queda diante do real, em uma sessão de liquidez reduzida em função do feriado prolongado nos EUA, e fechou em baixa de 0,32%, a R$ 5,3348. A moeda acumulou quedas de 1,23% na semana e de 0,85% em novembro.
Mais cedo, em sessão mais curta e com agenda esvaziada, as bolsas em NY registraram alta moderada, ainda beneficiadas pelas apostas de novo corte de juros na próxima reunião do Fed. Dow Jones subiu 0,61% (47.716,42). S&P500 ganhou 0,54% (6.849,09). Nasdaq avançou 0,65% (23.365,69).
Na semana, os índices acumularam forte ganho de, respectivamente, 3,18%, 3,73% e 4,91%. Já o mês de novembro ficou misto: Dow Jones subiu 0,32%, S&P500 ganhou 0,13% e Nasdaq perdeu 1,51%.
Por sua vez, os retornos dos Treasuries avançaram.
Fechamento dos Mercados
▫️ IBOVESPA: +0,45% | 159.072,13 pts
▫️ DOW JONES: +0,61% | 47.716,42 pts
▫️ S&P500: +0,54% | 6.849,09 pts
▫️ NASDAQ: +0,65% | 23.365,69 pts
▫️ DÓLAR: -0,32% | R$ 5,3348
▫️ EURO: -0,37% | R$ 6,1886
▫️ BITCOIN: -0,21% | US$ 91.310,00