Giro das 12h: Ibovespa enfraquece com bancos e NY, mas Petrobras e Vale seguram perdas

O Ibovespa fez máxima de 186.449,75 antes de perder força perto do meio dia, agora aos 184.398,23 pontos (-0,16%), no dia seguinte ao Copom, que deu sinais de cortes de juros em março.

Bancos devolveram os ganhos (Bradesco PN -0,69%; Itaú -0,19%), mas as commodities seguram perdas maiores.

Petrobras salta (ON +1,75%; PN +2,22%), com a alta de quase 5% no petróleo, em meio às ameaças de Trump ao Irã.

Vale sobe 2,71% com a valorização de 1,78% do minério em Dalian.

O dólar perde 0,06% (R$ 5,2033) contra o real, o que, além da política monetária, reflete a fraqueza global da moeda norte-americana.

O DXY cai a 96,185 (-0,27%) enquanto NY enfraquece (Dow Jones -0,18%; S&P 500 -0,80% e Nasdaq -1,64%).

Meta dispara 8,35% ao superar as expectativas de vendas, enquanto Tesla cai 1,88%, com a baixa de 3% na receita anual.

Microsoft, por sua vez, derrete 11,05% com desaceleração no crescimento da computação em nuvem.

Entre os dados, os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA apontaram um mercado de trabalho estabilizado, corroborando a visão do Fed, que manteve juros ontem.

++ Petróleo acentua os ganhos e contratos para m

++ Petróleo acentua os ganhos e contratos para março sobem quase 4%,, acima de US$ 65,5 o barril, o maior nível intradiário desde setembro e próximo do fechamento mais forte desde agosto

 ++ O WTI sobe a US$ 65,76 (+4,03%) e o brent, a US$ 70,97 (+3,76%)

++ O motivo é a ameaça dos EUA contra o Irã, com Trump alertando que se Teerã não concordar com um acordo nuclear, vai enfrentar ataques militares

++ Uma retaliação iraniana poderia ameaçar a navegação pelo Estreito de Ormuz, uma rota fundamental para cargas de petróleo e GNL

++ África do Sul deixa juros inalterados em 6,75

++ África do Sul deixa juros inalterados em 6,75%, como esperado