Futuros de NY recuam diante de impasse nas negociações entre EUA e Irã

Os futuros de NY recuam nesta 5ªF, refletindo a cautela dos investidores diante do impasse nas negociações de paz entre autoridades americanas e iranianas, após a recuperação na sessão da véspera.

O movimento ainda é influenciado pela alta do petróleo, com a quarta sessão consecutiva de valorização do preço do produto.

Por sua vez, Israel e Líbano se reúnem hoje nos EUA para negociar o frágil cessar-fogo acordado na semana passada.

A agenda do dia traz dados da atividade econômica nos EUA, além de balanços, como o da Intel, depois do fechamento.

Há pouco, o Dow Jones caía 0,59%, o S&P 500 baixava 0,33% e o Nasdaq cedia 0,31%.

Petróleo mantém ritmo de alta e chega ao 4º pregão consecutivo de valorização

Os contratos futuros do petróleo mantêm o ritmo de alta nesta 5ªF, com o Brent negociado acima dos US$ 100 por barril, diante do impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã, após a prorrogação do cessar-fogo.

A continuidade da interrupção do Estreito de Ormuz mantém a pressão sobre as cotações da commodity, que chega ao quarto pregão consecutivo de valorização.

Analistas consideram que o mercado está tendo de reavaliar suas expectativas diante do cenário estagnado, abrindo espaço para novas altas do preço do produto.

Há pouco, o WTI para junho subia 1,05%, a US$ 93,94; e o Brent para junho ganhava 0,93%, a US$ 102,86.

++ TV estatal do Irã transmitiu ontem à noite im

++ TV estatal do Irã transmitiu ontem à noite imagens de tropas mascaradas chegando em uma lancha ao lado do MSC Francesca, subindo uma escada de corda até uma porta de acesso ao casco e saltando por ela brandindo rifles (Reuters)

++ Imagens foram apresentadas com uma trilha sonora no estilo de filme de ação e sem comentários e também incluíam cenas de outro navio, o Epaminondas; ambos teriam sido capturado ontem por tentar cruzar o estreito sem autorização

Vídeo demonstra seu controle reforçado sobre o Estreito de Ormuz, após o colapso das negociações de paz que Washington esperava que abrissem o corredor marítimo mais importante do mundo. Teerã afirma que não considerará a abertura do estreito até que os EUA suspendam o bloqueio à navegação iraniana, imposto por Washington durante o cessar-fogo e que Teerã considera uma violação da trégua