Giro das 15h: Bolsas sobem em NY, de carona na disparada da Dell; Ibovespa recua e dólar sobe após PIB

As bolsas em NY mantêm o viés positivo (Dow Jones +0,61%; S&P500 +0,17%; Nasdaq +0,16%), apoiadas na disparada de Dell (+30%) após o balanço, que reforçou o otimismo dos investidores com os investimentos em IA.

O noticiário sobre a guerra é monitorado, mas sem maiores novidades concretas em relação a uma possível prorrogação do cessar-fogo ou reabertura do Estreito de Ormuz. Mesmo assim, o petróleo conserva a tendência de baixa (Brent/agosto -2,14%, a US$ 90,72).

No mercado doméstico, o Ibovespa (-0,68%, aos 173.866 pontos) se afastou das mínimas, mas segue no vermelho, com os investidores avaliando o PIB acima do esperado no 1TRI26, o que pode levar o Copom a frear os cortes da Selic.

O dólar à vista sobe 0,36%, para R$ 5,0502, em meio à repercussão negativa da decisão dos EUA de declarar o CV e o PCC como organizações terroristas.

Os juros futuros operam mistos, com curtos em alta (DI Jan/27 a 14,090%) e longos em baixa (Jan/33 a 13,995%).

Ouro sobe com expectativa de acordo entre EUA e Irã, mas acumulada perda de 1,5% em maio

O ouro engatou nesta 6ªF a segunda alta consecutiva, após notícias de que EUA e Irã podem ter concordado em estender o cessar-fogo, em busca de um avanço nas negociações de paz.

Em sua rede social, Trump disse que tomaria hoje uma “decisão final” sobre um acordo preliminar para ampliar a trégua, embora mensagens contraditórias de ambos os lados sobre quando um acerto poderia ser firmado mantêm o suspense no mercado.

O presidente americano reiterou declarações anteriores de que o Irã “nunca terá uma arma nuclear” e que o Estreito de Ormuz deve ser aberto e todas as minas destruídas ou removidas.

Após a publicação, a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim repetiu declarações anteriores de que nenhum entendimento final havia sido alcançado, o que foi reforçado, há pouco, pelo porta-voz do ministério das Relações Exteriores do país, Esmail Baghaei.

Segundo ele, as discussões continuam e é prematuro falar em algo já decidido.

No fechamento, o contrato do metal precioso para junho subiu 1,36%, para US$ 4.560,50 por onça-troy na Comex, acumulando ganho de 0,82% na semana. Em maio, o desempenho é negativo em 1,53%.

Giro das 15h: Bolsas sobem em NY, de carona na d

Giro das 15h: Bolsas sobem em NY, de carona na disparada da Dell; Ibovespa recua e dólar sobe após PIB 

As bolsas em NY mantêm o viés positivo (Dow Jones +0,61%; S&P500 +0,17%; Nasdaq +0,16%), apoiadas na disparada de Dell (+30%) após o balanço, que reforçou o otimismo dos investidores com os investimentos em IA. O noticiário sobre a guerra é monitorado, mas sem maiores novidades concretas em relação a uma possível prorrogação do cessar-fogo ou reabertura do Estreito de Ormuz. Mesmo assim, o petróleo conserva a tendência de baixa (Brent/agosto -2,14%, a US$ 90,72). No mercado doméstico, o Ibovespa (-0,68%, aos 173.866 pontos) se afastou das mínimas, mas segue no vermelho, com os investidores avaliando o PIB acima do esperado no 1TRI26, o que pode levar o Copom a frear os cortes da Selic. O dólar à vista sobe 0,36%, para R$ 5,0502, em meio à repercussão negativa da decisão dos EUA de declarar o CV e o PCC como organizações terroristas. Os juros futuros operam mistos, com curtos em alta (DI Jan/27 a 14,090%) e longos em baixa (Jan/33 a 13,995%). (Téo Takar)