Bolsas europeias fecham majoritariamente em alta com apoio do petróleo
As bolsas europeias fecharam em alta, recuperando-se de três sessões consecutivas de perdas, apoiadas pela queda no petróleo, apesar da fragilidade da situação no Oriente Médio.
O segmento de tecnologia esteve entre os de melhor desempenho, com semicondutores se beneficiando do otimismo pelo setor.
Londres fechou em queda em meio à fraqueza das ações dos setores de saúde e energia. A AstraZeneca caiu 6,22%, após o fracasso de seu medicamento para complicações cardíacas Wainua em um ensaio clínico de fase final. A Shell cedeu 1,25% e a BP perdeu 1,93%.
Mais cedo, a ata do BCE mostrou que os membros concordaram em evitar fornecer orientações sobre a trajetória de juros após o primeiro aumento desde 2023, em junho, devido à elevada incerteza, reafirmando abordagem baseada em dados.
No fechamento: Londres -0,16%; Frankfurt +1,01%; Paris +0,89%; Stoxx 50 +1,25% (6.282,35); Stoxx 600 +0,78% (640,88).
Giro das 12h: Ibovespa sobe com bancos, enquanto mercados monitoram riscos para a oferta de energia
O Ibovespa sobe perto da máxima, a 172.440,25 (+1,05%), com bancos em destaque (Bradesco PN +1,41%; Itaú +1,27%), enquanto Vale sobe 0,47% com o minério.
Petrobras (ON -0,82%; PN -0,58%) acompanha o petróleo, depois de subir no início do pregão por causa da recente escalada do conflito no Golfo.
A commodity oscilou pela manhã na esteira do noticiário e há pouco recuava em torno de 1,5%. Os mercados reavaliam os riscos de oferta, supondo que o Estreito de Ormuz permanecerá aberto.
Em NY as bolsas sobem de forma mais moderada (Dow Jones +0,27%; S&P 500 +0,50% e Nasdaq 0,57%), voltando às fabricantes de chips.
A Micron sobe 6,70% ao planejar investimentos de US$ 250 bi até 2035, e a SK Hynix deve estrear no Nasdaq amanhã, com relatos indicando que a demanda está sete vezes acima da meta.
No câmbio, o DXY se estabiliza em 100,948 pontos (-0,04%), e, frente ao real, o dólar cai a R$ 5,1206 (-0,54%).
Os juros futuros caíam há pouco em toda a curva, assim como os s rendimentos dos títulos do Tesouro americano.
Nesta manhã, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que uma decisão sobre as tarifas contra o Brasil será tomada em breve, embora países ainda discordem.
++ Depois de credores da Americanas terem contes
++ Depois de credores da Americanas terem contestado, nesta semana, o pedido da companhia para encerrar sua recuperação judicial, a varejista divulgou hoje um comunicado
++ A empresa afirma no texto que vem cumprindo todos os compromissos assumidos e que não há qualquer “atraso ou incompletude” de pagamentos a seus credores
Segundo a Americanas, reportagens recentes abordaram de forma equivocada e descontextualizada petições e alegações antigas de certos credores, cujas discussões são anteriores ao pedido de encerramento da recuperação judicial