Europa: Bolsas fecham majoritariamente em alta após acordo comercial com a Índia

As principais bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta 3ªF, após o anúncio de um “acordo histórico” de livre comércio da UE com a Índia.

O montante envolvido representa cerca de 25% do PIB global e cerca de um terço do comércio mundial.

O pacto visa impulsionar o comércio bilateral e diminuir a dependência dos EUA, podendo dobrar as exportações europeias para a Índia até 2032.

Pelos termos, a Europa reduzirá as tarifas sobre 99,5% dos produtos indianos ao longo de sete anos.

De pano de fundo, os investidores globais monitoram as tensões entre os americanos e a Coreia do Sul.

Trump ameaçou subir as tarifas do país de 15% para 25%, em razão da demora dos legisladores sul-coreanos em aprovar o acordo comercial de 2025.

Diante da pressão, parlamentares do país pretendem acelerar os trâmites legais.

No fechamento: Londres +0,58%; Frankfurt -0,15%; Paris +0,27%; e Stoxx 600 +0,59%, aos 613,17 pontos.

++ Lula conversou hoje com Macron sobre Conselho

++ Lula conversou hoje com Macron sobre Conselho de Paz para Gaza; ligação ocorre no dia seguinte do telefonema para Trump

++ O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia também foi pauta da conversa com presidente francês

++ Lula e Macron também trocaram impressões sobre a situação na Venezuela e condenaram o uso da força em violação ao direito internacional, informa o Itamaraty

Yduqs fica entre as maiores altas após Itaú BBA elevar recomendação

As ações da Yduqs estão entre as maiores altas do Ibovespa neste início de tarde.

O papel teve sua recomendação elevada de neutra para compra pelo Itaú BBA.

Para o banco, as empresas do setor de educação permanecem bem posicionadas para aproveitar o movimento de queda de juros no País.

Após forte rali do setor em 2025, a Yduqs ficou atrás de seus pares, mas o banco vê isso como uma oportunidade, dada a avaliação atrativa da companhia.

Há pouco, Yduqs registrava o melhor desempenho do Ibovespa, com ganho de 6,67%, negociada a R$ 14,72