Bitcoin recua e Núclea lança stablecoin brasileira

Bitcoin perde suporte de US$ 70 mil em correção pós-alívio; Núclea lança stablecoin BRLN lastreada em real; Strategy afirma que balanço só corre risco com BTC a US$ 8 mil.

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Criptomoedas com melhor desempenho nas últimas 24h

Bitcoin (BTC) – variação 24h – 3,04%

Ethereum (ETH) – variação 24h: – 4,41%

Tether USDt (USDT) – variação 24h 0,00%

BNB (BNB) – variação 24h: – 2,83%

XRP (XRP) – variação 24h: – 3,20%

SOLANA (Sol) – variação 24h: – 4,65%

USDC (USDC) – variação 24h: + 0,03%

Dogecoin (DOGE) – variação 24h: – 3,96%

TRON (TRX) – variação 24h:  0,00%

Cardano (ADA) – variação 24h: – 3,42%

Atualização de 09/02/26 às 10h23 Fonte: [investing.com]

Principais notícias e indicadores

  • Bitcoin recua abaixo de US$ 70 mil e Solana lidera perdas entre altcoins: Após um ensaio de recuperação no fim de semana, o BTC caiu 1% nesta segunda-feira, negociado a US$ 69.290 (R$ 362.290). Analistas classificam a alta recente como um “alívio pós-crash”, sem demanda real sustentada e pressionada por ventos contrários macroeconômicos. A Solana (SOL) registrou a maior queda do top 10, recuando 4,1% para US$ 83,74, acompanhada por baixas no Ethereum e XRP.
  • Núclea lança BRLN e fortalece infraestrutura de tokenização no Brasil: A antiga CIP anunciou sua stablecoin institucional lastreada em reais, desenvolvida para liquidar operações em ambiente blockchain com segurança regulatória. A BRLN servirá inicialmente para processos internos, como o leilão de cotas de consórcio (N-COTAS), com previsão de integração futura em redes públicas. O movimento posiciona a Núclea como base crítica para a migração do sistema financeiro nacional para a economia tokenizada.
  • Strategy descarta risco de insolvência, exceto em colapso extremo do Bitcoin: O CEO da companhia afirmou que o balanço corporativo só estaria ameaçado se o BTC despencasse para US$ 8.000 por cinco anos consecutivos. Apesar do prejuízo líquido de US$ 12,6 bilhões no 4º trimestre devido à desvalorização do ativo, a empresa reforçou sua estratégia de acumulação. No curto prazo, o mercado observa o suporte de US$ 87.210, enquanto o RSI em 18 pontos indica uma forte condição de sobrevenda.
  • Divergência entre Ouro e Bitcoin reflete estágio de maturação do ativo: Enquanto o ouro atinge US$ 4.800 impulsionado por reservas soberanas, o BTC segue 40% abaixo de sua máxima histórica, atuando ainda como ativo de crescimento e não como hedge absoluto. Segundo a Hashdex, a ausência do Bitcoin nos balanços de bancos centrais é o que define a oportunidade atual, sendo uma transição geracional. A tese de escassez digital permanece intacta, aguardando clareza regulatória para atrair fluxos institucionais de longo prazo.

Resumo do mercado

O mercado cripto enfrenta uma segunda-feira de correção, com o Bitcoin (BTC) devolvendo os ganhos do fim de semana e operando na casa dos US$ 69 mil. A divergência com o ouro, que renova máximas, evidencia que o criptoativo ainda é refém de fluxos especulativos e do sentimento de risco (“risk-on”), enquanto bancos centrais priorizam metais preciosos.

No Brasil, a inovação segue resiliente com a Núclea lançando a BRLN, sinalizando que a infraestrutura para o Real Digital e ativos tokenizados avança a passos largos, independentemente da volatilidade momentânea dos preços.

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