Giro das 12h: Ibovespa sobe com Itaú; NY renova preocupações com IA e saúde da economia

Cortes de emprego pelo setor privado dos EUA também pesa nas bolsas de lá

PC monitor displaying financial reports
Foto: This image shows a pc monitor displaying financial reports while a businessman writes down notes. Detailed view of the computer screen having research and statistics information.

O Ibovespa sobe 0,84% (183.239,22), fazendo máxima de 184.017,44 pontos, com ações ligadas a commodities limitando alta, seguindo petróleo e minério.

Já Itaú (+2,15%) puxa o setor de bancos, após a divulgação dos fortes resultados do 4TRI, ante do balanço do Bradesco (+0,5%), que sai após o fechamento.

NY é mais fraca (Dow Jones -0,63%; S&P 500 -0,77% e Nasdaq -0,74%) na onda das vendas das techs, em meio a renovadas preocupações com as altas avaliações e os gastos com a IA.

As ações da Amazon cedem 3,14%, antes da divulgação de seus resultados, após o pregão.

Dados do mercado de trabalho norte-americano também acionaram o modo cautela, mas os mercados não mudaram as apostas em início da flexibilização do Fed em junho.

O ouro caiu abaixo de US$ 4.820.

As empresas norte-americanas apontaram para 108,435 mil cortes de empregos (Challenger, Gray & Christmas), o maior número para o mês de janeiro desde 2009.

Os pedidos iniciais de seguro-desemprego subiram para 231 mil, maior número em dois meses e bem acima das previsões de 212 mil.

Nesse cenário, o dólar perdeu força ante pares e o DXY se estabiliza a 97,704 pontos (+0,09%).

Os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano com vencimento em 10 anos caem a 4,24%, menor nível em cerca de uma semana.

Aqui a moeda oscilou pela manhã e agora cai a R$ 5,2388 (-0,20%) e os juros recuam.

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