Futuros de NY recuam após otimismo da véspera
Os futuros de NY recuam nesta 5ªF enquanto os investidores avaliam as fragilidades do cessar-fogo provisório na guerra no Oriente Médio, após o otimismo da véspera. O governo iraniano acusou os EUA de violarem termos do acordo, em meio a ataques de Israel ao Líbano.
A percepção de que o conflito pode se intensificar novamente também afeta os mercados de petróleo, cujas cotações voltaram a se aproximar dos US$ 100 por barril.
Na agenda do dia, são aguardados dados importantes da economia americana logo mais, como PIB do 4TRI e PCE de fevereiro.
Há pouco, o Dow Jones caía 0,41%, o S&P 500 perdia 0,30% e o Nasdaq cedia 0,21%.
Petróleo volta a se aproximar dos US$ 100 por barril após tombo recorde
Os contratos futuros do petróleo avançam nesta 5ªF, depois do tombo recorde da véspera, e voltam a se aproximar da cotação de US$ 100 por barril, diante das incertezas geopolíticas no Oriente Médio.
O Irã fechou novamente o Estreito de Ormuz alegando que diversos termos do cessar-fogo temporário firmado com os EUA foram violados, trazendo mais preocupações sobre os riscos no abastecimento da commodity.
Ontem, Israel lançou seu maior ataque contra o Líbano desde o início do conflito na região, enquanto Donald Trump ameaça ataques “maiores e mais fortes” se o acordo falhar.
Há pouco, o WTI para maio subia 5,30,40%, a US$ 99,41; e o Brent para junho ganhava 4,00%, a US$ 98,54.
Bolsas europeias devolvem parte dos ganhos da véspera diante de cessar-fogo frágil
As bolsas europeias devolvem parte dos fortes ganhos da véspera diante da percepção de fragilidade do cessar-fogo provisório entre EUA e Irã. O clima otimista da véspera mudou depois que Israel continuou atacando o Líbano, colocando o acordo em risco. As ações dos segmentos industrial, de viagens, financeiro e de tecnologia estão entre os destaques negativos do dia, enquanto papéis do setor de energia lideram as altas, impulsionados pela subida do preço do petróleo. Há pouco, a bolsa de Londres caía 0,37,81%; a de Frankfurt cedia 1,12% e a de Paris baixava 0,81%. Os índices STOXX 50 (-0,93%) e STOXX 600 (-0,68%) também recuavam.