Vai rolar: Dia tem vendas no varejo, Quaest, Livro Bege e balanços nos EUA

[15/04/26] O mercado começa o dia ainda sob o efeito da mudança de tom na geopolítica, com o alívio recente sustentado pela sinalização de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã, após Trump afirmar que um novo encontro pode ocorrer nos próximos dias, no Paquistão.

Nesse ambiente mais otimista, dois grandes bancos divulgam balanços hoje em Nova York, BofA e Morgan Stanley, antes da abertura, e as conversas iniciais entre Líbano e Israel também foram vistas como positivas.

Na agenda, o Livro Bege do Fed é destaque, sem força para alterar a expectativa de juros, enquanto, no Brasil, saem a pesquisa Genial/Quaest, o IGP-10 de abril e as vendas no varejo de fevereiro.

👉 Confira abaixo a agenda de hoje

Juros futuros recuam com tombo do petróleo e expectativa de acordo entre EUA e Irã

Os juros futuros recuaram nesta 3ªF, acompanhando o clima de otimismo e maior apetite por risco observados em outros mercados, diante da possibilidade de um acordo de paz entre EUA e Irã.

As taxas curtas e intermediárias puxaram a queda, em linha com o tombo no preço do petróleo, o que reduz as pressões inflacionárias.

No fechamento, o DI para janeiro de 2027 caía para 13,990% (de 14,086% no ajuste anterior); Jan/28 a 13,385% (13,511%); Jan/29 a 13,210% (13,307%); Jan/31 a 13,300% (13,340%); e Jan/33 a 13,420% (13,424%).

Fechamento: Ibovespa renova recordes e se aproxima dos 200 mil pontos com otimismo global; dólar segue abaixo de R$ 5

O Ibovespa novamente acompanhou o otimismo dos mercados globais e terminou em alta, renovando os recordes de fechamento e máxima intradia – colocando o indicador muito perto da marca simbólica de 200 mil pontos.

O índice encerrou o pregão desta 3ªF com ganho de 0,33%, aos 198.657,33 pontos, após atingir 199.354,81 pontos no melhor momento.

Com isso, a escalada alcança quase 10.400 pontos nas últimas cinco sessões. O giro mais uma vez foi expressivo, de R$ 32,6 bilhões.

Entre as blue chips, destaque para a nova alta da Vale (+1,08%; R$ 88,30), ignorando o minério de ferro praticamente estável (-0,07%).

Os principais bancos também brilharam, com exceção do BTG (-0,86%; R$ 63,25). BB avançou 2,55% (R$ 25,38), Itaú PN +1,53% (R$ 46,53), Bradesco PN +0,92% (R$ 20,78) e Santander +0,12% (R$ 32,07). A

s ações da Petrobras caíram forte (ON -4,44%, a R$ 52,52, e PN -3,82%, a R$ 47,88), em linha com o petróleo, liderando as baixas do Ibovespa. Braskem PNA ficou em terceiro lugar com -2,58% (R$ 9,82).

Do lado positivo, Cogna foi a que mais subiu (+4,79%; R$ 3,28), acompanhada de Localiza (PN +4,67%, a R$ 49,09, e ON +4,47%, a R$ 50,99).

O dólar à vista fechou em leve baixa de R$ 0,06%, a R$ 4,9938.

Fechamento dos Mercados

▫️ IBOVESPA: +0,33% | 198.657,33 pts

▫️ DOW JONES: +0,66% | 48.535,99 pts

▫️ S&P500: +1,18% | 6.967,38 pts

▫️ NASDAQ: +1,96% | 23.639,08 pts

▫️ DÓLAR: -0,06% | R$ 4,9938

▫️ EURO: -+0,11% | R$ 5,8869

▫️ BITCOIN: +1,52% | US$ 74.256,00