Papéis da Axia registram ganhos após aprovação de aumento de capital

A ações da Axia (ex-Eletrobras) operam em alta nesta tarde.

A companhia informou a aprovação de aumento de capital no valor de R$ 30 bilhões.

A operação será realizada por meio da capitalização das reservas de lucro e emissão de 606.796.1117 ações PN de classe C, a título de bonificação.

Há pouco, Axia ON avançava 1,13% (R$ 64,54) e Axia PNB subia 1,22% (R$ 67,93).

Embraer fica entre as maiores altas após anunciar proventos complementares

Os papéis da Embraer estão entre as maiores altas do Ibovespa neste início de tarde.

A procura pelas ações é beneficiada pela aprovação do pagamento de JCP suplementares do 4TRI, no valor de R$ 79,7 milhões (R$ 0,1102 por ação).

Também foi aprovada a distribuição de dividendos intercalares no valor de R$ 80 milhões (R$ 0,1106 por ação ON). Há pouco, Embraer subia 3,83%, negociada a R$ 89,44.

Giro das 12h: Risco político para 2026 derruba Ibovespa e faz dólar e juros subirem

O Ibovespa cai firme hoje (-1,12%, aos 156.409,94 pontos há pouco), após Flávio Bolsonaro dizer que sua pré-candidatura ao Planalto é “irreversível”.

Aliado a isso, Tarcísio de Freitas, preferido do mercado, demonstrou apoio público à iniciativa.

As blue chips recuam em bloco, com destaque para os bancos (Bradesco PN -2,47%, BTG Pactual -2,91% e Itaú -1,69%).

Petrobras ON reverteu queda e sobe 0,21% e PN avança 0,03%, apesar do recuo do petróleo, que mostra forte volatilidade na sessão de hoje, por conta das tensões geopolíticas.

Hoje, a Ucrânia deve apresentar à Trump um novo plano de paz, revisado após reunião com líderes europeus.

Os riscos políticos e fiscais também pressionam o dólar à vista, que avançava 0,84% há pouco, cotado a R$ 5,4657.

Lá fora, a moeda americana tem leve alta frente a pares (DXY +0,06% há pouco) e os Treasuries negociam com viés de baixa.

Por aqui, os juros futuros sobem, sobretudo na ponta mais longa.

Amanhã é dia de Super Quarta, quando o Fed deve confirmar uma nova redução de 25 pbs nos juros norte-americanos.

Já o Copom deve manter a Selic inalterada em 15% ao ano, com os investidores atentos à possíveis sinais sobre o aguardado início do ciclo de flexibilização monetária, a partir do ano que vem.