Produtos de marca própria reforçam a fidelização e consolidam a identidade de redes de franquias  

A Água Doce Sabores do Brasil é referência em entregar experiências autênticas ao consumidor, valorizando ingredientes, sabores e tradições da culinária brasileira. Dentro desse propósito, a rede adotou a estratégia de trabalhar com produtos de marca própria como forma de fortalecer o relacionamento com o cliente e garantir que, mesmo em seu lar, os sabores do Brasil característicos da marca sejam experienciados com o padrão dos pratos servidos nos 80 restaurantes da rede. A aposta foi centrada em fatores que vão desde o fortalecimento da identidade da marca até no impacto direto na fidelização dos consumidores.

No portfólio de produtos de marca própria da rede, é possível encontrar uma linha exclusiva de condimentos, que contam com molhos de pimenta (mexicana, peruana e caribenha), molho tailandês, francês, americano e italiano, sal de parrilha (com pimenta, tradicional, com chimichurri e dry rub), alho dourado apimentado e crocante, farofa tradicional e apimentada, e cebola crispy. Além disso, na cartela de bebidas, os consumidores encontram cachaças, gim e uma linha de drinques prontos, que levam o DNA de coquetelaria da empresa dos restaurantes para a casa do cliente. Com esta estratégia, a Água Doce prevê que esse segmento represente 5% do faturamento neste ano.

O segmento de marcas próprias continua em forte ascensão no Brasil. De acordo com a Nielsen, em 2024 esse mercado registrou um crescimento de 27,2% em vendas, desempenho mais que duas vezes maior do que o desempenho de marcas de fabricantes, que avançaram 11,1%. Segundo a pesquisa, o movimento evidencia como itens exclusivos têm se consolidado como uma poderosa estratégia no varejo, permitindo ampliar margens, reforçar a diferenciação e conquistar a lealdade dos consumidores.

Fidelização na experiência

De acordo com Julio Bertolucci, diretor de franquias da Água Doce, a fidelização está diretamente ligada à experiência vivenciada dentro e fora das unidades da rede. “O cliente busca ter a mesma vivência dentro e fora dos restaurantes, criando um vínculo mais profundo e duradouro, permitindo desenvolver uma carteira de consumidores fiéis. Os produtos de marca própria cumprem papel fundamental nessa jornada, pois permitem ter o mesmo sabor, aroma e qualidade dos pratos servidos pela Água Doce dentro dos lares dos clientes”, afirma o executivo.

Outro ponto determinante é o fortalecimento da confiança. Ao consumir itens de marca própria do local que se admira, o cliente percebe que existe um cuidado especial, desde a seleção de ingredientes até os padrões de produção. Produtos exclusivos reforçam a clareza de que o sabor característico da Água Doce não está disponível em qualquer outro lugar. A impressão de exclusividade aumenta o engajamento emocional e transforma a marca em referência para o consumidor, que encontra valor não apenas no prato servido, mas na história, na cultura e nos símbolos associados à rede.

A estratégia também cria uma relação contínua com o cliente. Produtos próprios ampliam o tempo de contato do consumidor com a marca, já que os itens podem ser consumidos dentro e fora do restaurante, fazendo com que a presença da Água Doce se estenda para além da refeição, influenciando lembranças e reforçando a preferência do consumidor na hora de escolher um local para confraternizar, celebrar ou simplesmente saborear a culinária brasileira.

Já do ponto de vista do negócio e do franqueado, os produtos de marca própria permitem aumento de vendas e retorno com mais frequência de clientes em suas operações, se tornando um fator essencial na construção da fidelidade. “Os produtos de marca própria são parte do nosso compromisso em entregar sempre a mesma qualidade, o mesmo sabor e a mesma experiência do consumidor. Eles representam o cuidado que temos em cada etapa e reforçam a conexão emocional que os clientes constroem conosco ao longo dos anos. É isso que fortalece a fidelização e solidifica nossa identidade no mercado”, finaliza.

Reportagem produzida pela Água Doce Sabores do Brasil, especial para o BDM Estúdio

Pottencial Seguradora: benefícios com aplicativo de bem-estar e serviços de assistências no Fiança Locatícia

Com o objetivo de promover ainda mais inovação, conforto, segurança e praticidade para locatários de imóveis, a Pottencial Seguradora, empresa líder no mercado brasileiro de Seguro Garantia e vice-líder em Seguro Fiança Locatícia, passa a oferecer um aplicativo de saúde e bem-estar e serviços de assistências para os imóveis segurados dentro do Seguro Fiança Locatícia para pessoa física.

A Pottencial amplia sua proposta de valor ao integrar, com exclusividade, o acesso gratuito à plataforma NAMU no Seguro Pottencial Aluguel. A ferramenta conta com recursos como o monitoramento de sinais vitais, informações nutricionais, teleorientação com profissionais especializados, acesso a academias e programas de nutrição. Além disso, a tecnologia facilita o acesso a centros de bem-estar, ioga, meditações guiadas e outras atividades. O aplicativo está disponível na opção mobile e desktop, tanto na Apple Store quanto na Google Play.

De acordo com Rafael Oliveira, head de produtos da Pottencial Seguradora, “O cenário atual do mercado imobiliário e de seguros no Brasil tem impulsionado a expansão do seguro fiança locatícia. Queremos oferecer um seguro que garanta não apenas a segurança financeira em caso de inadimplência, mas que promovam também maior conforto e comodidade, com serviços que agregam valor e trazem mais qualidade de vida, proteção para o imóvel e tranquilidade para os locatários”, comenta.

Empresa adiciona assistência 24 horas aos clientes

Além do aplicativo, a empresa passa a oferecer assistências 24 horas, com três níveis de cobertura crescentes (Plena, Especial e Top). Oferecendo diversos serviços para garantir o cuidado e proteção da casa, com serviços, como chaveiro, eletricista, encanador, desentupidor e muito mais.

Assistência Plena: o plano oferece serviços de conserto e manutenção pensados para manter o imóvel sempre em funcionamento, com total segurança. A cobertura inclui encanadores, eletricistas, chaveiros, vidraceiros e desentupidores. A Assistência Plena já está inclusa no Seguro Fiança Locatícia, sem custo adicional para todos os planos para pessoa física.

Assistência Especial: o cliente amplia sua cobertura, incluindo novos serviços que proporcionam mais conveniência e tranquilidade no cotidiano. O plano é ideal para quem busca ir além das emergências e contar com um atendimento mais completo. A modalidade inclui todos os serviços da Assistência Plena, além de higienização de estofados, check up Lar, avaliação e adequação dos móveis, limpeza de caixa d’água, calha e painel solar. Também dispõe de revisão de instalação elétrica e hidráulica, instalação de olho mágico e avaliação e troca de tomadas, interruptores e soquetes de luz, além de Help Desk.

Assistência Top: é a opção mais completa do portfólio e oferece uma série de serviços diferenciais exclusivos, garantindo total comodidade. É ideal para quem busca o máximo em proteção, conveniência e valor agregado. A modalidade inclui todos os serviços da Assistência Plena e Especial, além de cobertura provisória de telhados, substituição de telhas, limpeza de ar-condicionado, reparo de ar-condicionado, conserto de linha branca e marrom, dedetização, descarte ecológico e consultoria ecológica.

“Impulsionada pelo aumento das contratações e pela maior adesão ao seguro fiança locatícia no mercado, a inclusão desses serviços fortalece ainda mais nossa posição no segmento, agregando diferenciais competitivos que ampliam a proteção e a segurança de todos os envolvidos na contratação. Estamos trabalhando para proteger o que é valor para as pessoas e acreditamos que podemos promover uma atenção especial que vai além do cuidado com o imóvel, mas também para quem vive nele”, comenta Rafael.

Reportagem produzida pela Pottencial Seguradora, especial para o BDM Estúdio

Inclusão social: um ativo real no ambiente corporativo

O Brasil possui 14,4 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, de acordo com o Censo de 2022 do IBGE. São crianças, jovens e adultos com dificuldade para enxergar, se locomover ou ouvir, que ainda enfrentam barreiras físicas e de comunicação em tarefas cotidianas. O Dia da Inclusão Social, celebrado em 10 de dezembro, reforça a necessidade de ações que garantam equidade nas oportunidades, sobretudo para grupos historicamente marginalizados.

No ambiente corporativo, inclusão, diversidade e equidade deixaram de ser apenas compromissos éticos e passaram a representar vantagem competitiva. O relatório Diversity Matters (2023), da consultoria McKinsey & Company, mostra que, quando valores de inclusão estão consolidados na cultura organizacional, eles influenciam processos de contratação, elevam a motivação das equipes e ampliam oportunidades de negócios. Além disso, a organização passa a ser percebida como diversa.

Esse entendimento orienta o trabalho do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Com 15 mil colaboradores distribuídos em 30 cooperativas, a instituição criou, em 2019, o Comitê de Inclusão, Diversidade e Equidade, marco que colocou o tema no centro da cultura organizacional. Desde então, mais de 3 mil colaboradores participaram de letramentos sobre o tema, e cerca de 10 mil foram impactados por conteúdos sobre a agenda de inclusão, diversidade e equidade, a partir dos programas de formação oferecidos no Espaço de Educação Padre Theodor Amstad, que contam com o apoio e o incentivos da presidência e da diretoria da Central Sicredi PR/SP/RJ.

“O tema passou a integrar os programas de formação de gerentes, assessores e equipes de atendimento, pois o entendemos como uma pauta transversal no Sicredi”, afirma a gerente de governança  e coordenadora voluntária do Comitê de Inclusão, Diversidade e Equidade da Central, Suzane de Almeida.

Inclusão na prática

A Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ foi pioneira ao aderir ao movimento em 2019. Hoje, onze cooperativas da Central contam com seus próprios Comitês de Inclusão, Diversidade e Equidade. Para Suzane, o avanço dos últimos anos veio da autonomia dada às cooperativas para compreenderem suas realidades e estruturarem ações alinhadas às necessidades locais. Um exemplo é a oferta de formação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) oferecida aos colaboradores interessados, que ampliou a capacidade de atendimento a associados e potenciais novos sócios com deficiência auditiva.

Outro caso emblemático é o da Sicredi Valor Sustentável PR/SP, que colocou a inclusão em prática ao criar, em parceria com a APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) de Jandaia do Sul/PR, o projeto Juntos pela Inclusão. A iniciativa insere, no ambiente corporativo, profissionais com deficiência que atuam de forma estruturada dentro da própria APAE, desenvolvendo atividades de endomarketing.

Com o salário e os benefícios ofertados ao colaborador com deficiência, em alguns lares ele tem se tornado o principal mantenedor da casa. Houve uma “inversão” do papel nas estruturas familiares, em que antes, pelas limitações impostas pelo capacitismo (preconceito com a pessoa com deficiência), essa pessoa era apenas coadjuvante e, nesse contexto, torna-se protagonista da sua história e de sua família. A ação promove, além da inclusão, a dignidade social.

O propósito do projeto Juntos pela Inclusão é incentivar autonomia, autoestima e acesso ao mercado de trabalho, criando, na cooperativa, condições para acolher esses colaboradores — e não o contrário. “A evolução deles é visível. Eles se sentem importantes para a comunidade e têm orgulho de dizer que trabalham no Sicredi. Isso é inclusão: nós criamos a oportunidade”, afirma a gerente de Pessoas e Cultura da Cooperativa, Juliana Jacovozzi Tortorelli.

Na Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, a inclusão se materializou em mudanças estruturais. A agência adaptou a arquitetura para atender um associado com nanismo, instalando plataformas retráteis, degraus nos totens de senha e um caixa eletrônico reciclador que possibilita o autoatendimento. “Pequenas mudanças geraram grande impacto. Hoje vemos a autonomia do associado e o sentimento de acolhimento. Isso reforça nosso compromisso com a sociedade”, comenta o gerente de Agência II, João Gustavo Bon Ami Teixeira.

Os desafios da inclusão

Para Suzane, um dos principais obstáculos no avanço da agenda de inclusão, diversidade e equidade é a falta de compreensão sobre o que realmente significam os temas, por isso a relevância do movimento interno de letramento promovida pela Central e por suas cooperativas. “O desconhecimento conceitual e prático das temáticas costuma gerar insegurança nos agentes que o aplicam e dificultam o avanço de ações afirmativas que promovem transformação ”, explica. Outro desafio é estabelecer metas claras e compromissos públicos para avançar na agenda — traduzir em números e indicadores algo que, muitas vezes, é percebido como intangível.

Nos últimos anos, o Sicredi vem estruturando ações em âmbito nacional para enfrentar esses desafios de maneira sistêmica. Em 2022, a instituição lançou as Diretrizes Sistêmicas de ID&E, buscando o desenvolvimento sustentável da pauta de forma estruturada e integrada por meio de quatro dimensões: Institucional; Pessoas; Soluções Financeiras e Soluções Não Financeiras. O documento orienta todo o sistema na adoção de boas práticas e no enfrentamento dos principais pontos sensíveis das pautas. 

Para além desse movimento, em todo o Brasil o Sicredi desenvolve iniciativas voltadas à comunidade, como o Comitê Mulher — que promove equidade de gênero e empoderamento feminino na gestão cooperativa — e o Comitê Jovem, voltado ao fortalecimento da liderança e do protagonismo entre os jovens. Em 2024, os Comitês Mulher registraram mais de 4,2 mil participantes, com 581 coordenadoras de núcleo e 60 conselheiras eleitas. Já os Comitês Jovem reuniram mais de 2 mil integrantes, dos quais 94 foram eleitos coordenadores de núcleo e quatro se tornaram conselheiros.

A instituição também trabalha para integrar ID&E de forma transversal ao negócio, aproximando a pauta de sua marca, produtos e serviços. Entre os avanços recentes estão a cartilha e o curso de atendimento inclusivo nas agências; o Crédito Acessibilidade, destinado ao financiamento de tecnologias assistivas; e o atendimento em Libras por videochamada, realizado com intérpretes habilitados e acessado diretamente via WhatsApp.

Suzane reforça que muito se fez até agora e ainda há muito para avançar — e o Sicredi reconhece isso. “Transformação social é um de nossos compromissos. Olhando para 2026, queremos reforçar a relevância desse tema e manter o engajamento das pessoas, sempre alinhado à essência do cooperativismo”, conclui.

Reportagem produzida pela Sicredi, especial para o BDM Estúdio