Bitcoin cai após corte do Fed

Criptomoedas com melhor desempenho nas últimas 24h

Bitcoin (BTC) – variação 24h -1,96%

Ethereum (ETH) – variação 24h: -1,96%

Tether USDt (USDT) – variação 24h +0,00%

BNB (BNB) – variação 24h: -2,89%

XRP (XRP) – variação 24h: -3,24%

SOLANA (Sol) – variação 24h: -3,66%

USDC (USDC) – variação 24h: -0,01%

Dogecoin (DOGE) – variação 24h: -5,64%

TRON (TRX) – variação 24h:  +0,94%

Cardano (ADA) – variação 24h: -10,03

Atualização de 11.12.25 às 12h50 – Fonte: [investing.com]

Principais notícias e indicadores

Resumo do mercado

O mercado cripto opera em clima de cautela macroeconômica. O Bitcoin (BTC) recuou mesmo após o corte de juros do Fed, pois o tom conservador de Jerome Powell esfriou as expectativas de afrouxamento monetário acelerado em 2026. O BTC está preso em uma faixa estreita, com indicadores on-chain alertando para fragilidade e baixa demanda institucional.

Contudo, sinais de longo prazo surgem: a métrica Hash Ribbons emitiu um sinal de “compra” em US$ 90.000, historicamente associado a fundos de mercado após a capitulação de mineradores. No setor de serviços, a Binance segue inovando, oferecendo rendimentos de até 2,5% em Babylon (BABY) para usuários que fizerem staking de Bitcoin.

Suzano lidera baixas após divulgar dividendos intercalares e aumento de capital social

As ações da Suzano lideram as baixas do Ibovespa neste início de tarde, em queda de 5,03%, negociada a R$ 49,07 (R$ 48,91 na mínima e R$ 51,70 na máxima).

A companhia divulgou o pagamento de R$ 1,38 bilhão em dividendos intercalares, referente aos lucros do 3TRI.

Além disso, a Suzano informou que fará um aumento de capital no valor de R$ 5 bilhões.

Isso vai acontecer por meio da capitalização de saldo da reserva para aumento de capital e parte do saldo da reserva de investimentos, sem a emissão de novas ações.

No mesmo setor, Klabin também recua (-1,04%; R$ 19,03).

Companhias de papel e celulose, que são grandes exportadoras, são também afetadas pela baixa do dólar.

Giro das 12h: Ibovespa e dólar recuam após Copom, de olho em cena eleitoral

O Ibovespa negociava há pouco em leve queda de 0,13%, aos 158,866,06 pontos, no day after da esperada manutenção da Selic em 15% ao ano pelo Copom e novo corte de juros pelo Fed.

O mercado está de olho nas tensões em Brasília e na disputa eleitoral de 2026, com o PL da Dosimetria em foco.

Galípolo não arredou pé e mantém seu tom conservador, frustrando as expectativas de algum sinal sobre possível redução das taxas já em janeiro.

O recado de que a política monetária ficará contracionista “por um período bastante prolongado” se mantém.

Na seara dos indicadores, as vendas no varejo (IBGE) aumentaram 0,5% em outubro frente a setembro.

Entre as blue chips, Petrobras cai (PN -1,63% e ON -1,70%) na esteira do petróleo, e Vale negociava estável.

O dólar à vista recuava 0,77%, a R$ 5,4268, enquanto os juros futuros caíam, sobretudo na ponta longa.

Em NY, as bolsas operavam sem direção única (Dow Jones +0,57%; S&P500 -0,34%; Nasdaq -0,73%).

O mercado norte-americano está sob pressão de ações de tecnologia, com as preocupações sobre uma bolha de IA voltando ao foco, após projeções pessimistas da Oracle.

O dólar cai frente a pares (DXY -0,54%), enquanto os rendimentos dos Treasuries recuam (T-note de 10 anos a 4,26%).