Braskem fica entre as maiores altas após acordo da Novonor com credores

Os papéis da Braskem estão entre as maiores altas do Ibovespa desde o início do pregão desta segunda-feira.

A procura pelas ações acontece depois do anúncio de um acordo da IG4 para assumir participação da Novonor na petroquímica.

Há tempos o mercado aguardava um destino para a participação da ex-Odebrecht na Braskem.

A IG4 representa os bancos credores da companhia (Itaú, Bradesco, Santander, BB e BNDES), que têm ações da petroquímica como garantia de empréstimos.

Há pouco, Braskem subia 3,78%, negociada a R$ 8,24.

Giro das 12h: Ibovespa sobe na esteira de NY e retoma patamar de 162 mil pontos

O Ibovespa sobe nesta manhã, retomando patamar de 162 mil pontos (+0,87% há pouco, aos 162.171,18 pontos), em linha com o bom humor de NY

A semana será cheia de indicadores que podem mexer com as apostas de juros em 2026 aqui e nos EUA.

O IBC-Br de outubro recuou 0,25% na série com ajuste sazonal ante setembro (previsão de +0,10% dos analistas).

Amanhã tem ata do Copom e payroll dos EUA, com dados de novembro e outubro, atrasados em razão do shutdown.

As blue chips avançam em bloco, com destaque para os bancos (Bradesco PN +2,04%, BTG +2,32% e Itaú +1,10%).

O setor ainda repercute o alívio com a retirada das sanções dos EUA pela Lei Magnitsky contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, na sexta.

O dólar à vista recuava 0,28%, a R$ 5,3957, e os juros futuros caíam, principalmente na ponta longa, com a desaceleração econômica alimentando as perspectivas de início de queda da Selic.

Nos EUA, as bolsas sobem (Dow Jones +0,36; S&P500 +0,40%; Nasdaq +0,56%), com alívio das ações de tecnologia e de olho nas falas de fed boys.

Abertura: Dólar e juros futuros recuam de olho em dados econômicos; IBC-Br veio fraco

O dólar à vista negociava em queda (-0,52%, a R$ 5,3827), seguindo a tendência da moeda americana frente a pares (DXY -0,17%) há pouco.

A semana é cheia de divulgações – e com os investidores de olho em um eventual fluxo de saída de recursos e nas falas de dirigentes do Fed, enquanto acompanham os ruídos políticos.

Agora cedo, saiu o IBC-Br de outubro, que recuou 0,25% frente a outubro, surpreendendo os analistas, que previam alta de 0,1% (mediana).

O Focus trouxe uma redução de 4,40% para 4,36% na perspectiva de inflação (IPCA) para este ano e de 4,16% para 4,10% em 2026.

Amanhã tem ata do último Copom e o relatório de empregos (payroll) dos EUA, com dados de novembro e outubro.

O Ibovespa sobe 0,11% na abertura, aos 160.951,22 pontos.

Os juros futuros caem, principalmente na ponta longa, acompanhando os Treasuries (T-note de 10 anos a 4,175%).

Em NY, os futuros das bolsas sobem (Dow Jones +0,51%; S&P500 +0,50%; Nasdaq +0,55%), em reação, após semana pressionada por temor de bolha em IA.

Os investidores estão atentos a dados que podem determinar as perspectivas para a taxa de juros.