Brava dispara e é a mais negociada da bolsa

As ações da Brava Energia lideram as altas do Ibovespa neste início de tarde e são as mais negociadas até o momento.

Os papéis registram a terceira alta consecutiva, apoiados pelo desempenho do petróleo e pelas perspectivas sobre a companhia no ano que vem.

Ontem, o diretor financeiro da empresa, Luiz Carvalho, anunciou investimentos de US$ 550 milhões em 2026. Há pouco, ação avançava 10,07%, negociada a R$ 16,07.

Giro das 12h: Ibovespa fica quase estável, com cena eleitoral e RPM no foco

O Ibovespa opera perto da estabilidade (+0,22%, aos 157.665,50 pontos), com o mercado atento a novidade sobre a corrida eleitoral de 2026.

Hoje, uma pesquisa feita pela AtlasIntel para a Bloomberg mostrou que Lula venceria em todos os cenários, ficando com quase 48% dos votos, contra 21,3% de Flávio Bolsonaro, no primeiro turno.

Já a margem de vitória de Lula sobre o favorito do mercado, Tarcísio de Freitas, seria de apenas 4 pp em um eventual segundo turno.

O Relatório de Política Monetária (RPM), divulgado hoje, manteve em 3,2% a projeção de inflação no horizonte relevante.

Isso frustra as expectativas de um eventual sinal de início de corte da Selic em janeiro.

As apostas estão concentradas em março. O quadro fiscal também está no radar, pois o Orçamento de 2026 deve ser votado hoje no Congresso.

Os juros futuros sobem e o dólar avança (+0,10%, a R$ 5,5288).

Nos EUA, a inflação ao consumidor em novembro surpreendeu com um aumento mais lento do que o consenso, trazendo alívio aos mercados.

As bolsas de NY negociavam em alta (Dow Jones +0,71%; S&P500 +1,04%; Nasdaq +1,38%).

Copasa opera em baixa após aprovação da privatização e de acumular forte alta nos últimos 30 dias

No ano, valorização supera os 114%

As ações da Copasa caem nesta quinta-feira, um dia depois de o Legislativo de Minas Gerais ter aprovado em definitivo o Projeto de Lei que autoriza a privatização da companhia.

Em dezembro, as ações acumulam alta de mais de 2,30% e, nos últimos 30 dias, a valorização é de quase 12%.

Já no ano, o porcentual chega a mais de 114%. Há pouco, papel recuava 1,84%, negociado a R$ 42,09.