CSN Mineração e CSN lideram baixas do Ibovespa
Os papéis da CSN Mineração e da CSN lideram as baixas do Ibovespa neste início de tarde.
O movimento acontece depois de a CSN ter anunciado a venda de participação de até 11,17% na transportadora ferroviária MRS para a sua mineradora, a CSN Mineração, por até R$ 3,35 bilhões.
Como resultado da operação, a CSN reduzirá sua participação na MRS Logística de 18,75% para 7,59% do capital social.
Algumas casas de análise veem o acordo como negativo para a CSN Mineração, pois reduz sua liquidez.
Além disso, a perspectiva de preços mais baixos do minério de ferro pode dificultar a execução de seus projetos de crescimento.
Há pouco, CSN Mineração caía 2,74% (R$ 5,33) e CSN tinha baixa de 1,88% (R$ 9,41).
Criptomoedas hoje: projeto de lei da MSDG, projeção do Bitcoin a US$ 65 mil e ação da PCDF
Bitcoin (BTC) – variação 24h -0,38%
Ethereum (ETH) – variação 24h: +1,19%
Tether USDt (USDT) – variação 24h -0,02%
BNB (BNB) – variação 24h: +0,56%
XRP (XRP) – variação 24h: -1,09%
SOLANA (Sol) – variação 24h: +0,19%
USDC (USDC) – variação 24h: +0,01%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h: +0,76%
TRON (TRX) – variação 24h: +0,74%
Cardano (ADA) – variação 24h: +0,08%
Atualização de 19/12/25 às 11h48 – Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
- Projeto de lei sugere criação da Moeda Social Digital Governamental (MSDG): O deputado Amom Mandel apresentou proposta para criar uma criptomoeda estatal usada exclusivamente no pagamento de benefícios sociais e contratos públicos. Emitida pelo Banco Central via tecnologia DLT/Blockchain, a MSDG teria conversibilidade limitada para impedir especulação e lavagem de dinheiro. O objetivo é garantir transparência absoluta e rastreabilidade no uso de recursos públicos, operando de forma integrada ao Drex.
- Diretor da Fidelity sinaliza exaustão do ciclo e vê Bitcoin buscando US$ 65 mil: Jurrien Timmer, da Fidelity, afirmou que o movimento do BTC abaixo de US$ 90 mil indica perda de momentum, sugerindo que o topo de US$ 125 mil em outubro pode ter encerrado o ciclo atual. A análise aponta que 2026 pode ser um “ano fora do ciclo”, com consolidação prolongada e um possível fundo entre US$ 65 mil e US$ 75 mil. Enquanto isso, traders profissionais (smart money) mantêm posição líquida vendida de US$ 123 milhões.
- PCDF desarticula esquema de phishing e liquida criptomoedas lavadas no Paraguai: A Operação Sem Reservas prendeu seis pessoas que convertiam lucros de sites clonados em ativos digitais para ocultar a origem ilícita de R$ 13 milhões. O esquema utilizava casas de câmbio no Paraguai para a lavagem final, destinando 30% do lucro aos operadores financeiros. O Tribunal de Justiça do DF determinou o bloqueio e a liquidação imediata dos criptoativos identificados nas carteiras dos investigados.
- Bitwise prevê volatilidade do Bitcoin abaixo da Nvidia em 2026: Devido à maturação institucional e ao impacto dos ETFs, a volatilidade do Bitcoin em 2025 foi menor (68%) que a da Nvidia (120%), tendência que deve se manter no próximo ano. A gestora acredita que o ciclo de quatro anos está enfraquecendo e projeta novas máximas históricas para 2026. A entrada de grandes bancos como Citigroup e Wells Fargo é citada como fator fundamental para a redução de risco e estabilização do ativo.
Resumo do mercado
O mercado encerra a semana em tom defensivo, com o Bitcoin (BTC) abaixo de US$ 90 mil e analistas da Fidelity alertando para uma possível exaustão do ciclo, projetando patamares de US$ 65 mil para 2026. Apesar da cautela no preço, a maturação do ativo é evidente: a Bitwise destaca que o BTC já é menos volátil que as ações da Nvidia, sinalizando uma redução estrutural de risco.
No Brasil, o cenário regulatório e de segurança avança com o projeto de lei da Moeda Social Digital (MSDG) para controle de gastos públicos e a ação da PCDF, que liquidou ativos de uma quadrilha que lavava dinheiro de golpes digitais via Paraguai.
➡️ Acompanhe o BDM para ficar por dentro dos movimentos que impactam criptomoedas e mercados globais.
Giro das 12h: Ibovespa sobe puxado por bancos e commodities, de olho no Orçamento
O Ibovespa apresenta alta nesta manhã, operando perto as máximas (+0,80%, aos 159.182,98 pontos), puxado por ações de bancos e commodities.
O pregão é marcado pela atenção ao cenário político e pela expectativa pela votação do Orçamento de 2026 – além da pressão externa após alta dos juros no Japão.
Itaú sobe 1,51%, Bradesco PN +1,31% e BB +0,90%. Petrobras (PN +0,49% e ON +0,15%) avança em linha com o petróleo e Vale (+0,23%) também acompanha a alta do minério.
Hoje, a PF cumpre mandados de busca e apreensão contra os deputados Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, aliados de Bolsonaro.
O dólar à vista abriu em alta, mas mudou de direção e há pouco caia 0,29% (R$ 5,5078), na contramão da moeda americana frente a pares (DXY +0,11%).
Nesta sexta-feira, o BC vendeu sua oferta total de US$ 2 bilhões em leilão de linha.
Os juros futuros caem, principalmente na ponta mais longa (DI 31 a 13,515%).
Ontem, a leitura das falas de Galípolo foi de que a porta não estaria fechada para um corte da Selic em janeiro, embora o mercado siga dividido, pendendo as apostas para março.
Em NY, as bolsas avançam (Dow Jones +0,41%; S&P500 +0,58%; Nasdaq +0,49%), puxadas pelo setor de tecnologia, após a Oracle se juntar a um grupo de investidores que liderará as operações do TikTok nos EUA.