Giro das 15h: Bolsas seguem em recuperação aqui e em NY

O Ibovespa segue em recuperação nesta sexta-feira (+0,55%, aos 158.785 pontos) e tenta zerar as perdas acumuladas no mês (-0,18%), com investidores deixando o trade eleitoral em segundo plano e buscando papéis que foram mais descontados nos últimos dias, como os grandes bancos (Itaú PN +1,46%; Bradesco PN +1,47%).

O dólar à vista virou e passou a subir nos últimos minutos (+0,11%, a R$ 5,5300), possivelmente impulsionado pela demanda de remessas de fim de ano. Mais cedo, o BC fez um leilão de linha de até US$ 2 bi para rolagem de operações similares anteriores.

Os juros futuros também devolvem prêmios recentes (DI Jan/27 a 13,770%; Jan/29 a 13,245%).

Lá fora, a sessão nas bolsas em NY também é de recuperação (Dow Jones +0,60%; S&P500 +0,92%; Nasdaq +1,25%), especialmente entre as techs (Oracle +7,8%; Nvidia +3,8%). (Téo Takar)

Vamos perde força, mas ainda sobe após PL para financiamento de caminhões

As ações da Vamos operam em alta nesta sexta-feira, com ganho de 2,20% (R$ 3,25) há pouco, mas na máxima, o papel chegou a subir 6,29% (R$) 3,38).

A procura é impulsionada pela aprovação do Projeto de Lei do Congresso Nacional que destina R$ 6 bilhões para o financiamento da compra de caminhões novos ou seminovos para renovação de frota nacional.

O texto ainda precisa ser analisado pelo plenário do Congresso em sessão conjunta, que deve acontecer ainda hoje.

O PLN parte da medida provisória (MP) publicada pelo governo na última quarta-feira (17), e que já está em vigor.

O projeto precisa ser aprovado pelas duas Casas Legislativas para se tornar definitivamente lei.

Bolsas europeias sobem com apoio de bancos e setor de defesa, ainda repercutindo BCs

Ontem, o BoE reduziu os juros, enquanto o BCE manteve suas taxas inalteradas

As principais bolsas europeias fecharam em alta nesta 5ªF, estendendo os ganhos de ontem.

Os mercados foram impulsionados por ações de bancos e do setor de defesa, enquanto o setor de tecnologia limitou os ganhos.

Ontem, o BoE (Inglaterra) reduziu os juros, ao passo que o BCE optou por manter as taxas inalteradas e ajustou para cima as projeções de crescimento do PIB.

Na França, um comitê parlamentar não conseguiu chegar a um acordo sobre o orçamento de 2026.

Isso deixa a discussão do plano fiscal para 2026 e aumenta as incertezas sobre os mecanismos que serão usados para aplacar o déficit.

No Reino Unido, dados de vendas no varejo e confiança do consumidor apontam para uma desaceleração econômica.

As ações ligadas a companhias de defesa subiram após a UE aprovar um empréstimo sem juros de 90 bilhões de euros à Ucrânia para cobrir gastos militares e orçamentários em 2026 e 2027.

No fechamento: Londres +0,61%; Frankfurt +0,37%; Paris +0,01%; Stoxx 600 +0,44%, aos 587,94 pontos (renovando máxima histórica).