Azul lidera baixas da B3 e é ação mais negociada
Os papéis da Azul caem 27,93%, negociados a R$ 12,90, o pior desempenho da bolsa. Ação é também a mais negociada até o momento.
O movimento ocorre depois de o conselho de administração da aérea ter aprovado o reconhecimento do exercício dos bônus de subscrição de ações ON e PN.
Também foi homologado o aumento de capital social da companhia, decorrente da subscrição de ações.
Giro das 12h: Petrobras pesa enquanto bancos e Vale limitam perdas do Ibovespa
Bancos (Itaú +0,51%; Bradesco PN +0,70%) e Vale (+0,71%) limitam perdas do Ibovespa, fazendo contraponto à baixa de Petrobras (ON -1,49% e PN -1,28%), que segue o petróleo.
A commodity derrete mais de 4% com alivio sobre o Irã e aumento dos estoques americanos.
Há pouco o índice paulista cedia 0,11% (164.969,19), enquanto NY sobe (Dow Jones +0,31%; S&P 500 +0,49% e Nasdaq +0,85%).
A TSMC reportou aumento de 35% no lucro do 4TRI , ajudando a reavivar a confiança no longo prazo para a IA.
Após balanços, Goldman Sachs sobe 1,25%; Morgan Stanley avança3,12% e BlackRock tem ganho de 4,47%.
Entre os dados do dia, o varejo no Brasil apontou o ritmo de expansão mais acentuado em quase dois anos, apoiando a alta dos juros, que oscilaram pela manhã.
Já o dólar fez máxima de R$ 5,4050 e mínima de R$ 5,3804 e há pouco cedia 0,15%, a R$ 5,3925, em correção.
A moeda sobe ante a maioria dos pares e emergentes e o DXY avança no patamar dos 99,480 (+0,35%).
Já os rendimentos dos Treasuries se recuperam, em meio a novas evidências de um mercado de trabalho estável.
Os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos EUA ficaram bem abaixo das expectativas, corroborando a visão do Fed de juros estáveis por mais tempo.
Abertura: Dólar cai e juros acompanham após varejo forte
O dólar cai perto da mínima do dia (R$ 5,3804) frente ao real, a R$ 5,3814 (-0,36%), em um movimento de correção, ajudando a deixar os juros futuros perto do ajuste.
As taxas reagiram pontualmente em alta ao maior crescimento em quase 2 anos das vendas do varejo em novembro no Brasil, na comparação com outubro.
Os dados mostraram alta de 1% das vendas, de aumento de 0,5%, superando as estimativas de que subiriam 0,3%.
O dólar sobe ante pares e emergentes e os rendimentos dos Treasuries estão levemente em alta.
O DXY se mantém no nível dos 99 pontos, a 99,247 (+0,11%).
A moeda se recupera das perdas provocadas por preocupações com a independência do BC norte-americano.
Isso acontece após Trump descartar demissão de Powell antes de dizer que era “cedo demais” para revelar o que faria.
Dados de inflação e varejo dos EUA, além do Livro Bege do Fed, descartaram flexibilização monetária mais cedo.
O euro cede a US$ 1,16227 (-0,19%), com a incerteza sobre a Groelândia, e o iene se desvaloriza, a 158,565/US$, com as a perspectiva de uma política fiscal expansionista no Japão.