CVC lidera baixas da B3 após anunciar troca de CEO
As ações da CVC registram o pior desempenho da bolsa nesta sexta-feira, com perdas de 15,93%, negociadas a R$ 2,27.
Ontem, a empresa anunciou a troca de seu novo CEO. Fabio Mader vai substituir Fabio Godinho, que estava no cargo desde 2023, quando assumiu para reestruturar a companhia.
Citi e Santander disseram, em relatórios, que a alteração não deve resultar em mudanças significativas para a estratégia da companhia.
A CVC deve continuar buscando crescimento e maior rentabilidade, afirmou o Santander.
Bolsas europeias caem com incertezas sobre Groenlândia e Irã no radar
As principais bolsas europeias fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira, com a Groenlândia ainda no foco dos investidores, sobretudo após Trump ameaçar impor tarifas a países que sejam contrários a seus planos de controlar a ilha. Tropas aliadas chegaram ontem ao local.
A reunião de anteontem, Casa Branca, sobre o futuro do território dinamarquês terminou sem um avanço diplomático, embora os EUA, a Dinamarca e a Groenlândia tenham concordado em formar um grupo de trabalho e seguir conversando.
Além disso, o mercado segue monitorando a violenta repressão aos protestos civis no Irã e a resposta americana, que inclui possíveis tarifas sobre os parceiros comerciais iranianos.
De pano de fundo está a investigação criminal do DoJ contra o presidente do Fed, Jerome Powell, alimentando temores sobre a independência do BC americano.
Fechamento: Londres -0,04%, com alta de 1,09% na semana; Frankfurt -0,22% e ganho semanal de 0,14%; Paris -0,65% e recuo de 1,23% na semana; e Stoxx 600 -0,12%, aos 613,82 pontos, e valorização semanal de 0,69%.
Direcional cai quase 6% um dia após prévia operacional
Os papéis da Direcional estão na lista das maiores baixas do Ibovespa nesta sexta-feira.
Ontem, a construtora divulgou sua prévia operacional no 4TRI, com dados considerados ligeiramente negativos por casa de análise.
Para o Bradesco BBI, o desempenho foi impactado pela forte concentração de lançamentos no final de dezembro, especialmente no segmento MCMV.
Já o BTG avalia que os números ficaram abaixo das estimativas, com destaque negativo para as vendas líquidas.
O Bradesco BBI, por sua vez, cortou o preço-alvo para as ações de R$ 23 para R$ 22.
A mudança é explicada principalmente pelo pagamento de dividendos extraordinários acima do esperado em 2025 e a conclusão da venda de participação na Riva.
Há pouco, ação recuava 5,26%, negociada a R$ 12,79.