Braskem sobe e fica na lista das maiores altas do índice
As ações da Braskem operam em alta nesta quinta-feira, depois de o investidor Victor Adler ter adquirido 24 mil ações preferenciais classe B da petroquímica.
Essa quantidade de papéis representa 5,013% do total de ações desse tipo.
Anteriormente, Adler não detinha participação relevante na companhia.
Além de altamente alavancada, a Braskem enfrenta um dos ciclos mais extensos de baixa já vistos.
A companhia perdeu quase R$ 39,1 bilhões em valor de mercado nos últimos cinco anos, de acordo com levantamento da consultoria Elos Ayta.
Para o analista João Daronco, da Suno Research, a petroquímica tem sofrido em diversas frentes há muito tempo e não há um remédio capaz de curar os problemas no curto e médio prazos.
Há pouco, papel subia 6,36%, negociado a R$ 9,03.
Giro das 12h: Ibovespa supera 175 mil pontos pela primeira vez
Após tocar inéditos 175.050,38 na máxima, o Ibovespa avança à marca de 174.799,45 pontos (+1,74%).
Apenas três ações registravam leve queda perto do meio-dia, com alta firme das ações cíclicas e das ligadas a commodities, além de relatos de continuidade de fluxo de capital externo.
NY também avança, mas com menor intensidade (Dow Jones +0,48%; S&P 500 +0,39% e Nasdaq +0,70%).
Trump anunciou que suspenderia as novas tarifas aos europeus em meio ao início de entendimento sobre a Groenlândia.
Dados econômicos dos EUA apontaram para crescimento do PIB do 3TRI revisado para cima, de 4,3% para 4,4%, e os pedidos semanais de auxílio-desemprego em 200 mil.
Logo mais sai o PCE, principal referência do Fed para a inflação, cuja previsão para o índice cheio quanto para o núcleo é de alta de 0,2% em novembro contra outubro e 2,8% na base anual.
O dólar cede levemente a R$ 5,3143 (-0,12%) e os juros estão perto do ajuste.
A moeda é mista ante pares e emergentes, com o DXY aos 98,530 pontos (-0,23%), e os rendimentos dos Treasuries se estabilizam com viés de alta.
No CME, está amplamente precificada as chances de manutenção dos juros americanos na faixa de 3,50%-3,75% na primeira reunião do Fed em 2026, na próxima semana.
Abertura: Dólar e juros caem antes de dados americanos
Em sessão de agenda esvaziada, o dólar cede a R$ 5,3159 (-0,09%) e os juros estavam há pouco perto do ajuste, em dia de leilão de prefixados e alinhados ao exterior
O DXY cai levemente a 98,627 ( -0,14%) e os rendimentos dos Treasuries se estabilizam, com viés de alta.
Trump descartou as tarifas contra os europeus e a tomada da Groenlândia pela força, recuperando a moeda americana, ainda que os detalhes de um acordo sobre o assunto ainda não sejam conhecidos.
O foco se volta dos números americanos de hoje.
Logo mais saem o PIB americano do 3TRI, os pedidos de auxílio-desemprego semanais e, ao meio-dia, o Índice de preços de gastos com consumo (PCE).
São dados importantes para calibrar as apostas em corte de juros pelo Fed, às vésperas da primeira reunião do BC em 2026.