Weg fica entre as maiores altas com o mercado atento ao primeiro leilão de baterias

As ações da Weg estão entre as maiores altas do Ibovespa desde o início do pregão desta segunda-feira.

A procura pelos papéis acontece em razão das expectativas sobre o primeiro leilão de eletricidade no Brasil focado em armazenamento de baterias de rede de grande escala, conhecido como BESS, que é previsto para abril.

Os BESS são sistemas de baterias recarregáveis que armazenam energia de diferentes fontes e a liberam quando necessário.

Empresas chinesas, que já investiram fortemente no setor de energia do País, são vistas como fortes concorrentes.

Há pouco, Weg tinha alta de 2,87%, negociada a R$ 51,30.

Europa: Bolsas fecham mistas com tensão entre EUA e Canadá, de olho no Fed

As principais bolsas europeias fecharam sem direção única nesta 2ªF, marcada pela ausência de indicadores econômicos relevantes, com os investidores monitorando o cenário geopolítico.

O ruído mais recente envolve o Canadá, após Trump ameaçar com uma tarifa de até 100% caso o país feche um suposto acordo comercial com a China.

A semana começa com tom de cautela também na expectativa pela decisão de juros do Fed, na próxima quarta (28/01), com as apostas majoritárias indicando manutenção das taxas.

Em outra frente está o possível anúncio de quem será o novo presidente do Fed, conforme prometido por Trump.

Rick Rieder, da BlackRock, lidera as apostas atualmente.

No fechamento: Londres +0,05%%; Frankfurt +0,13%; Paris -0,15%; e Stoxx 600 +0,24%, aos 609,83 pontos.

Giro das 12h: Bolsas oscilam em semana de Super Quarta e balanços de big techs

O Ibovespa oscilou desde a abertura entre 179.543,03 e 177.694,22, enquanto NY sobe (Dow Jones +0,35%; S&P 500 +0,46% e Nasdaq +0,38%) no início de uma semana de decisões de política monetária na Super Quarta.

Há pouco o índice voltava ao vermelho, em -0,13% (178.630,87), com perda de força dos bancos, e de Petrobras e Vale, em sessão de baixa de commodities.

O Copom deve manter a Selic inalterada em 15% e o foco está nos sinais sobre o início de um ciclo de afrouxamento monetário, esperado para março.

Nos EUA, o Fed também deve manter as taxas de juros onde estão (3,50%-3,75%) e os investidores também estarão atentos às perspectivas e comentários sobre a futura política de taxas, tendo como pano de fundo a escolha do próximo presidente do Fed, que pode ser anunciado nesta semana.

Na política, os democratas ameaçam barrar pacote de US$ 1,2 trilhão caso inclua verbas adicionais para o Deptº de Segurança Interna.

Além da geopolítica, os balanços corporativos são destaque, com Microsoft, Meta e Tesla. No câmbio, o DXY enfraquece a 96,998 (-0,62%), o nível mais baixo em mais de quatro meses, em meio a especulações de intervenção cambial de autoridades americanas e japonesas.

O dólar cai 1,28% ante o iene a 153,730/US$. Aqui, a moeda cai à mínima de R$ 5,2689 (-0,33%) e os juros futuros acompanham.