Petróleo tem leve alta, com reunião entre EUA e Irã no foco
Após a forte queda da véspera, com o alívio nas tensões entre EUA e Irã, os contratos futuros do petróleo registram leve alta.
O foco dos investidos se volta à reunião entre autoridades americanas e iranianas, em Omã, para discutir um possível acordo nuclear.
O encontro ocorre após uma série de troca de ameaças ente os países e preocupações quanto a um ataque militar na região, que poderia afetar o abastecimento da commodity.
Há pouco, o WTI para março subia 0,09%, a US$ 63,35; e o Brent para abril ganhava 0,18%, a US$ 67,67.
Após queda da véspera, bolsas europeias operam majoritariamente no campo positivo
As bolsas europeias operam sem direção única, com tendência majoritariamente positiva, nesta última sessão de uma semana marcada por balanços corporativos, com números – em especial os de empresas de tecnologia – que acabaram decepcionando os investidores.
Assim, os resultados trimestrais contribuíram para a queda dos índices ontem.
A 5ªF também teve as decisões de política monetária do BoE (Inglaterra) e BCE, que, como esperado, mantiveram os juros inalterados em 3,75% e 2% ao ano, respectivamente.
Há pouco, a bolsa de Londres tinha leve alta de 0,04%; a de Frankfurt subia 0,18% e a de Paris caía 0,04%. Por sua vez, os índices STOXX 50 (+0,58%) e STOXX 600 (+0,32%) avançavam.
Bolsas asiáticas caem com setor de tecnologia, mas Japão sobe antes das eleições
As bolsas asiáticas, com forte presença de empresas de tecnologia, registraram quedas.
O KOSPI da Coreia do Sul recuou 1,44%, e o Hang Seng de Hong Kong caiu 1,21%. As ações da China se mantiveram em leve baixa, com o Shenzhen e o Xangai oscilando numa faixa estreita, em -0,33% e -0,25%, respectivamente. Em Taiwan, o Taiex caiu 0,06%.
Já o índice Nikkei do Japão subiu 0,89%, com foco nas eleições nacionais. O partido da primeira-ministra Sanae Takaichi está prestes a obter uma vitória expressiva, o que lhe daria uma maior influência na câmara baixa, com influência suficiente para anular a votação na câmara alta, abrindo caminho para mais gastos fiscais e reformas orçamentárias.