Abertura: Dólar cai com exterior e juros acompanham em sessão de agenda esvaziada

O dólar cai a R$ 5,2352 (-0,35%), em linha com o exterior, onde a moeda perde de pares e emergentes.

A agenda fraca do dia deixa os juros futuros perto do ajuste, com viés de queda, enquanto os rendimentos da Note de 10 anos dos Treasuries se estabilizam em 4,20%.

O DXY também se mantém estável, a 97,803 pontos (-0,02%) em sessão de recuperação das ações, aguardando um novo catalisador, o payroll, que foi adiado para a próxima semana.

O iene, a 157,079/US$, deve fechar com seu pior desempenho semanal em relação ao dólar desde outubro, antes das eleições nacionais de domingo.

Já o euro sobe a US$ 1,18002 (+0,16%), depois que o BCE manteve as taxas de juros inalteradas, como esperado, e minimizou o efeito das flutuações cambiais em suas decisões futuras.

Futuros de NY registram alta após mais uma queda na véspera

Os futuros de NY operam em alta nesta 6ªF, após outra sessão negativa na véspera, pressionada especialmente pelo desempenho das ações do setor de tecnologia, diante do balanço da Amazon reforçar as preocupações com a IA.

Os investidores também avaliaram os sinais de esfriamento do mercado de trabalho com a queda acima do esperado da criação de vagas em dezembro indicada no relatório JOLTS e o forte aumento semanal dos pedidos de auxílio-desemprego.

Apesar do avanço, os índices devem registrar perda no acumulado da semana.

Há pouco, o Dow Jones tinha alta de 0,58%, o S&P 500 subia 0,66% e o Nasdaq ganhava 0,82%.

Petróleo tem leve alta, com reunião entre EUA e Irã no foco

Após a forte queda da véspera, com o alívio nas tensões entre EUA e Irã, os contratos futuros do petróleo registram leve alta.

O foco dos investidos se volta à reunião entre autoridades americanas e iranianas, em Omã, para discutir um possível acordo nuclear.

O encontro ocorre após uma série de troca de ameaças ente os países e preocupações quanto a um ataque militar na região, que poderia afetar o abastecimento da commodity.

Há pouco, o WTI para março subia 0,09%, a US$ 63,35; e o Brent para abril ganhava 0,18%, a US$ 67,67.