Petróleo segue tendência positiva após reunião entre autoridades americanas e iranianas
Os contratos futuros do petróleo mantém a tendência positiva da 6ªF (6), quando houve a reunião entre autoridades americanas e iranianas em Omã para discutir o programa nuclear do país do Oriente Médio, e operam em alta neste início de semana.
Ambos os lados afirmaram que novas rodadas de conversas devem ocorrer em breve. A avaliação de analistas é de que as tratativas ainda não conseguiram reduzir o risco de um conflito militar entre os dois países.
No fim de semana, o gabinete de Benjamin Netanyahu afirmou que o primeiro-ministro israelense deve se reunir com Donald Trump, na 4ªF (11), em Washington, para discutir as negociações com o Irã.
Há pouco, o WTI para março subia 0,39%, a US$ 63,80; e o Brent para abril ganhava 0,34%, a US$ 68,27.
Bolsas europeias operam majoritariamente no campo positivo, com Paris na contramão do movimento
As bolsas europeias começam a semana operando mistas, com tendência majoritariamente positiva, tendo o índice de Paris como exemplo da contramão no movimento.
Os investidores seguem acompanhando a temporada de balanços corporativos, que inclui os resultados de grandes bancos.
Além disso, os próximos dias reservam a divulgação de importantes dados econômicos na região, como números de crescimento na Zona do Euro e no Reino Unido, assim como nos EUA, com o payroll, adiado devido ao shutdown parcial, na 4ªF (11).
Há pouco, a bolsa de Londres tinha leve alta de 0,10%; a de Frankfurt subia 0,31% e a de Paris caía 0,07%. Por sua vez, os índices STOXX 50 (+0,01%) e STOXX 600 (-0,04%) também performavam sem direção única.
Bolsa do Japão dispara em resposta ao estímulo “responsável” de Takaichi
As ações japonesas dispararam para máximas históricas (Nikkei +4,06%) , enquanto os títulos de longo prazo reverteram rapidamente a fraqueza inicial, em um aparente voto de confiança na política fiscal “responsável e proativa” da primeira-ministra Sanae Takaichi.
O Partido Liberal Democrático de Takaichi conquistou uma vitória esmagadora, obtendo 316 das 465 cadeiras na câmara baixa do parlamento nas eleições antecipadas de domingo, o que lhe confere um mandato sólido para aprovar grandes gastos e o prometido alívio tributário.
A premiê tem reiteradamente enfatizado que seus planos de estímulo não irão comprometer as finanças do país, uma grande preocupação para os mercados, visto que o Japão já possui a maior dívida pública entre os países desenvolvidos.
Em Hong Kong, o Hang Seng avançou +1,76%; na Coreia, o Kospi +4,10%; em Taiwan, o Taiex, +1,96%; na China, Xangai subiu +1,41% e o Shenzhen: +2,17%.