Bitcoin recua e Núclea lança stablecoin brasileira

Criptomoedas com melhor desempenho nas últimas 24h

Bitcoin (BTC) – variação 24h – 3,04%

Ethereum (ETH) – variação 24h: – 4,41%

Tether USDt (USDT) – variação 24h 0,00%

BNB (BNB) – variação 24h: – 2,83%

XRP (XRP) – variação 24h: – 3,20%

SOLANA (Sol) – variação 24h: – 4,65%

USDC (USDC) – variação 24h: + 0,03%

Dogecoin (DOGE) – variação 24h: – 3,96%

TRON (TRX) – variação 24h:  0,00%

Cardano (ADA) – variação 24h: – 3,42%

Atualização de 09/02/26 às 10h23 Fonte: [investing.com]

Principais notícias e indicadores

Resumo do mercado

O mercado cripto enfrenta uma segunda-feira de correção, com o Bitcoin (BTC) devolvendo os ganhos do fim de semana e operando na casa dos US$ 69 mil. A divergência com o ouro, que renova máximas, evidencia que o criptoativo ainda é refém de fluxos especulativos e do sentimento de risco (“risk-on”), enquanto bancos centrais priorizam metais preciosos.

No Brasil, a inovação segue resiliente com a Núclea lançando a BRLN, sinalizando que a infraestrutura para o Real Digital e ativos tokenizados avança a passos largos, independentemente da volatilidade momentânea dos preços.

Giro das 12h: Ibovespa avança em sessão de agenda fraca e balanços à frente

O Ibovespa sobe 183.746,26 (+0,44%), em sessão de agenda esvaziada e semana de balanços que inclui BB Seguridade (+0,13%), BB (+0,49%) e Suzano (+0,88%).

Petrobras (ON +046% e PN +0,33%) ganha força com petróleo e Vale (+0,61%) opera na contramão do minério, enquanto bancos estão mistos (Bradesco PN -0,39% e Itaú +1,54%).

NY oscila desde a abertura (Dow Jones -0,43%; S&P 500 -0,15% e Nasdaq -0,03%) no aguardo de dados importantes e adiados pela paralisação parcial do governo norte-americano.

O payroll na 4ª feira é o mais importante, após sinais recentes de enfraquecimento do mercado de trabalho, mas os próximos dias também preveem dados de inflação e do varejo dos EUA.

A expectativa por novos catalisadores para a trajetória dos juros norte-americanos enfraquece o dólar ante pares e emergentes.

O DXY cai a 96,930 (-0,72%) e aqui a moeda cede a R$ 5,1930 (-0,52%) e os juros acompanham, enquanto a ponta mais curta exibe leve alta.

Mais cedo, Gabriel Galípolo, em evento da ABBC, disse que a palavra atual para o BC é “calibragem”, e afirmou que ainda não chegou a “volta da vitória”.

O presidente do BC também defendeu a forma como a instituição conduziu a liquidação do Banco Master.

Abertura: Dólar cai com exterior e juros acompanham, enquanto taxa mais curta sobe

Dólar cede contra o real, a R$ 5,2077 (-0,24%), em linha com o movimento no exterior.

Já os juros futuros recuam na contramão dos rendimentos dos Treasuries, sendo que as taxas mais curtas passaram a subir.

O mercado acompanha fala de Galípolo em evento da ABBC. O presidente do BC classificou o atual momento como de “calibragem” e considerou que expectativas e desancoragem ainda incomodam.

O DXY cede 0,63% (97,022) com o dólar perdendo 0,88% ante o iene, a 155,861/US$ após a vitória eleitoral da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi.

O mercado reagiu com alta forte no mercado acionário japonês, enquanto as preocupações com o fiscal elevaram os rendimentos dos títulos.

A China aconselhou instituições financeiras a reduzirem suas participações em títulos do Tesouro dos EUA, citando preocupações com os riscos de concentração e a volatilidade do mercado.

A semana tem vários dados importantes nos EUA, como varejo, inflação e o payroll, que podem calibrar as apostas sobre a flexibilização da política monetária do Fed em 2025.

Aqui, o Focus pouco alterou hoje as projeções do IPCA, sendo que a deste ano foi reduzida de 4,06% para 3,99%.

O IPC-S da primeira quadrissemana subiu 0,59%, e o acumulado em 12 meses passou de 4,60% para 3,98%.