Giro das 15h: Ibovespa devolve ganhos após novo recorde e bolsas avançam em NY

O Ibovespa opera em leve queda (-0,22%, aos 185.833 pontos) na tarde desta 3ª feira.

Os principais papéis do índice devolvem parte dos ganhos de ontem, que levaram a bolsa brasileira a cravar um novo recorde histórico.

Petrobras ON (-0,43%) e PN (-0,48%) têm perdas moderadas, assim como os grandes bancos: Itaú PN (-0,21%) e Bradesco PN (-0,43%).

Já Vale PNA (-0,14%) opera perto da estabilidade.

O dólar à vista retoma a linha dos R$ 5,20 (+0,31%, a R$ 5,2045), acompanhando a recuperação da divisa no exterior (DXY +0,04%, aos 96,859 pontos).

Os juros futuros mantêm o viés de baixa na ponta longa (DI Jan/33 a 13,335%), enquanto os curtos mostram estabilidade (Jan/27 a 13,355%), após o IPCA de janeiro vir em linha com o esperado.

Em NY, o Dow Jones (+0,44%) caminha para novo recorde, seguido pelo S&P500 (+0,14%) e o Nasdaq (+0,08%), enquanto investidores aguardam os números do payroll amanhã, e do CPI, na 6ª feira.

Europa: Bolsas fecham mistas com balanços novamente no foco

As principais bolsas europeias terminaram a sessão de hoje sem direção única, com o noticiário corporativo dominando as atenções.

Os resultados trimestrais do setor de luxo puxaram os ganhos, com Kering (+11,32%) e Burberry (+3,53%), apesar do contraponto negativo das ações de energia, em especial a BP, que caiu 6,26%.

Na Inglaterra, as turbulências políticas seguem no radar.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, negou hoje que renunciará ao seu mandato.

Ele enfrenta uma onda de pressões para que deixe o cargo após ligações entre Jeffrey Epstein e o ex-embaixador do Reino Unido em Washington, Peter Mandelson, virem à tona.

Epstein, um bilionário americano condenado por crimes sexuais, foi encontrado morto na prisão em 2019.

No fechamento: Londres -0,27%; Frankfurt -0,12%; Paris +0,20%; e Stoxx 600 -0,04%, aos 621,14 pontos.

As ações da BB Seguridade estão entre as maiores altas do Ibovespa

BB Seguridade registra alta de 3,83% (R$ 38,79) nesta tarde, mas esteve entre as maiores valorizações desde o início dos negócios desta terça-feira.

A companhia teve lucro líquido gerencial recorrente de R$ 2,29 bilhões no 4TRI, alta de 5,1% na comparação com o mesmo período de 2024.

No acumulado do ano, o lucro somou R$ 9,08 bilhões, avanço de 11,4% frente ao ano anterior.

Companhia também anunciou a distribuição de R$ 4,95 bilhões em dividendos referentes ao lucro líquido do segundo semestre de 2025, acrescidos de saldo de dividendos prescritos de exercícios anteriores.