Hypera lidera altas após reverter prejuízo no 1TRI
As ações da Hypera lideram as altas do Ibovespa, com valorização de 3,73%, negociadas a R$ 22,83 (R$ 23,28 na máxima e R$ 22,09 na mínima).
A procura pelo papel acontece após a companhia divulgar seu balanço do 1TRI
Nos três primeiros meses do ano, a farmacêutica teve lucro de R$ 346,8 milhões, revertendo prejuízo de R$ 141,1 milhões de um ano antes.
Destaque positivo do período, apontado por casas de análise, foi as vendas efetivas ao consumidor, ou sell-out.
Bolsas europeias fecham em queda com guerra, balanços e decisões de juros
As bolsas europeias fecharam em queda de olho em resultados corporativos, enquanto se preparavam para as decisões de política monetária do Fed ainda hoje e do BCE amanhã.
O petróleo continua subindo e relatos indicaram que o presidente Trump instruiu seus assessores a se prepararem para um bloqueio prolongado ao Irã, aumentando o risco de interrupções contínuas no Estreito de Ormuz.
A AstraZeneca caiu 2,43%, após a empresa reafirmar sua projeção para o ano fiscal de 2026. O UBS avançou 3,57% depois que o banco divulgou um aumento de 80% no lucro líquido em relação ao ano anterior.
O Deutsche Bank cedeu 1,89%, já que seus resultados não impressionaram. A Adidas saltou 8,93% após divulgar resultados positivos, impulsionados pela forte demanda por seus produtos para futebol, corrida e treinamento.
No fechamento: Londres -0,39%; Frankfurt -0,37%; Paris -1,20%; Stoxx 50 -0,36% (5.813,85); Stoxx 600 -0,65% (602,64).
Giro das 12h: Ibovespa cai na Super Quarta e petróleo reflete medo de continuação da guerra
O Ibovespa cai 0,98% (186.769,32) diante das preocupações de que a guerra dure mais tempo e reforce a pressão inflacionária, enquanto fiscal e atividade seguem no radar do investidor doméstico.
O petróleo sobe 5% e o choque de energia já aparece em indicadores.
O IGP-M avançou a 2,73% em abril, de aumento de 0,52% em março, maior alta em cinco anos, um dia depois que o IPCA-15 ter subido a 0,89% em abril, de +0,44% em março.
O mercado está certo de que hoje o Copom reduz a Selic em 25 pp, já que o próprio BC indicou que tem margem para isso. A expectativa é pelo comunicado.
Em NY, decisão de juros e o bloqueio dos EUA ao Irã dividem a atenção com os balanços de parte das Sete Magníficas, depois que uma notícia negativa sobre a OpenAI, ontem, reacendeu dúvidas sobre os altos investimentos no setor.
Dow Jones cai 0,50%, enquanto o S&P 500 se estabiliza em -0,01% e o Nasdaq sobe 0,13%.
O WSJ, citando autoridades americanas, disse que Trump teria alertado sobre um prolongamento do bloqueio ao Irã.
Em relação ao Fed, o mercado não espera ajustes na atual taxa de juros e aguarda os comentários de Jerome Powell em sua provável última reunião como presidente do BC norte-americano.
O dólar sobe de forma generalizada. O DXY está em 98,854 pontos (+0,22%) e aqui a moeda sobe 0,29%, a R$ 4,9967, enquanto as taxas avançam mais de 12 pontos do miolo em diante.