Abertura: Dólar sobe e juros caem com exterior aguardando dados e falas de Fed boys
O dólar sobe a R$ 5,1780 (+0,18%), em linha com a leve valorização da moeda no exterior, após a queda da sessão anterior, em meio à renovada turbulência sobre o regime tarifário de Trump.
O DXY subiu 0,18%, para 97,882, após ter caído até 0,5% ontem
O cenário gerou incertezas em diversos países quanto à validade dos acordos comerciais que foram negociados e firmados antes da recente decisão da Suprema Corte norte-americana.
Ontem, o Parlamento Europeu decidiu adiar a votação sobre o acordo comercial da UE com os EUA.
Os juros futuros oscilaram pela manhã e há pouco cediam.
Entre os dados do dia, o investidor aguarda os números de arrecadação no País.
No exterior, saem dados da ADP sobre empregos e confiança do consumidor, além de falas de diversos membros do Fed.
Futuros de NY buscam recuperação após perdas da véspera
Os futuros de NY registram alta moderada nesta 3ªF, buscando recuperação após as perdas da sessão de ontem, em meio às preocupações com a bolha da inteligência artificial e às incertezas comerciais geradas pela política tarifária de Donald Trump.
Na noite de hoje, o presidente americano, que ontem ameaçou ampliar as taxas, depois de já ter anunciado nova tarifa diante da derrota na Suprema Corte dos EUA, fará discurso de Estado da União.
Os investidores aguardam ainda, ao longo do dia, falas de dirigentes do Fed, novos dados da economia americana e os resultados trimestrais da Home Depot.
Há pouco, o Dow Jones subia 0,27%, o S&P 500 ganhava 0,18% e o Nasdaq avançava 0,24%.
Petróleo opera volátil às vésperas de nova reunião sobre programa nuclear iraniano
As cotações dos contratos futuros do petróleo operam com volatilidade e tendendo agora para o campo positivo, às vésperas de uma nova rodada de negociações entre autoridades americanas e iranianas para discutir o programa nuclear do país do Oriente Médio, marcada para a próxima 5ªF (26), em Genebra na Suíça.
Os investidores aguardam os desdobramentos das tensões geopolíticas que podem culminar em um conflito militar entre EUA e Irã, afetando assim o fornecimento da commodity.
No atual contexto, analistas avaliam que o risco de uma possível escalada militar na região tem ganhado força.
Há pouco, o WTI para abril subia 0,11%, a US$ 66,38; e o Brent para maio ganhava 0,03%, a US$ 71,13.