Braskem opera em alta após Cade aprovar substituto da Novonor como acionista
As ações da Braskem sobem 1,52%, negociadas a R$ 12,69 nesta manhã.
Na última sexta-feira, a companhia informou que a Superintendência-Geral do Cade aprovou, sem restrições, o ato de concentração relacionado à potencial entrada de um Fundo de Investimento em Participações (FIP) na companhia.
Caso a operação seja concluída, o FIP assumirá a participação atualmente detida pela Novonor, que está em recuperação judicial.
Com a publicação do despacho da Superintendência-Geral, passa a contar o prazo de 15 dias para eventual avocação do processo pelo tribunal do Cade.
Abertura: Dólar e juros avançam no exterior, em meio à escalada da guerra no Irã
A moeda norte-americana avança globalmente, atingindo maior cotação em três meses, impulsionada pela escalada da guerra entre EUA e Israel com o Irã.
O DXY sobe a 99,323 pontos (+0,34%) e chegou a bater os 99,695 na máxima.
Já os rendimentos dos Treasuries sobem em toda a curva, com o de 10 anos a 4,15% e o de 2 anos a 3,56%.
Aqui, a moeda fez máxima de R$ 5,2864 antes de virar. Há pouco cedia 0,43%, a R$ 5,2214 e os juros futuros reduziam os ganhos.
Ataques aéreos tanto do lado norte-americano-israelense quanto do lado iraniano alvejaram instalações petrolíferas na região no fim de semana.
O Estreito de Ormuz está efetivamente bloqueado.
O Irã desafia os EUA ao escolher o linha-dura Mojtaba Khamenei como o novo líder supremo, após Trump declarar a nomeação como “inaceitável”.
O petróleo chegou perto dos US$ 120 e nesta manhã moderava os preços, ainda acima dos US$ 100, com o G7 discutindo liberação conjunta de reservas de emergência.
A disparada dos preços da commodity põe em risco a inflação, a flexibilização monetária e o crescimento global.
Futuros de NY têm queda com guerra no Oriente Médio e petróleo acima dos US$ 100 no radar
Os futuros de NY registram queda neste início de semana, seguindo a tendência negativa de sessão anterior, que reagia ao inesperado fechamento de vagas em fevereiro indicado pelo payroll.
A aversão ao risco é contaminada pela intensificação da guerra dos EUA contra o Irã e a disparada da cotação dos contratos futuros do petróleo, que atingiu preço acima dos US$ 100.
A preocupação dos investidores é de que o conflito no Oriente Médio se prolongue, influenciando uma escalada inflacionária a nível mundial. Temores de desaceleração econômica fazem as ações dos setores financeiro e industrial recuarem nas negociações deste pré-mercado.
Há pouco, o Dow Jones caía 1,22%, o S&P 500 perdia 1,08% e o Nasdaq baixava 1,12%.