Braskem lidera baixas do Ibovespa após balanço do 4TRI
As ações da Braskem estão entre as maiores baixas do índice desde o início das negociações desta sexta-feira.
Há pouco, papel registrava o pior desempenho, com perda de 9,95%, negociada a R$ 9,14 (R$ 9,05 na mínima).
A petroquímica teve prejuízo líquido de R$ 10,824 bilhões entre outubro e dezembro do ano passado, alta de 82% ante a perda de R$ 5,648 bilhões um ano antes.
Receita líquida caiu 16% na mesma base de comparação, para R$ 16,101 bilhões. Já o Ebitda recorrente somou R$ 589 milhões no intervalo, aumento de 6% na comparação anual.
Abertura: Dólar e juros sobem com temores sobre a estagflação
Dólar e juros avançam globalmente por preocupações com a estagflação, com novos fatores levados em conta.
Além da possibilidade de conflito prolongado no Oriente Médio, a China iniciou uma investigação comercial contra os EUA antes da cúpula entre Trump e Xi, que será provavelmente em maio.
O DXY bate os 100,075 pontos (+0,18%) e, aqui, a moeda se estabilizava há pouco, a R$ 5,2544 (-0,03%), após máxima de R$ 5,2799 e mínima de R$ 5,2469.
Trump estendeu a pausa aos ataques a instalações de energia iranianas por mais 10 dias, até 6 de abril, mas o Irã continua negando a existência de s negociações.
A proibição do Irã da entrada de dois navios da aliada China no Estreito de Ormuz mostra a instabilidade na região, o que ajuda a elevar o Brent aos US$ 110,83 o barril (+2,61%).
A alta reacende temores de que um ciclo inflacionário provocado pela energia poderia levar os BCs mundiais a apertar a política monetária.
Mais cedo, o BC mostrou que o Brasil registrou déficit em transações correntes de US$ 5,614 bi.
Na agenda, o Confaz, em SP, discute a subvenção do diesel, após a proposta do governo ser rejeitada em reunião prévia.
Os investidores também aguardam o relatório final de Confiança do Consumidor (Michigan) de março, que sai às 11h.
Depois de leve alta, futuros de NY mantêm cautela da sessão da véspera
Depois de registrarem leve alta, os futuros de NY operam em queda nesta 6ªF, com os investidores retomando a cautela vista na sessão passada, em meio à prorrogação do prazo para o ultimato contra o Irã determinado por Donald Trump.
A aversão ao risco ocorre diante da avaliação de que não há sinais claros de avanço nas negociações para um fim da guerra no Oriente Médio, mantendo as tensões geopolíticas no radar dos mercados.
Por sua vez, a agenda econômica do dia reserva o Sentimento do consumidor da Universidade de Michigan final de março, além de falas de dirigentes do Fed.
Há pouco, o Dow Jones caía 0,34%, o S&P 500 perdia 0,37% e o Nasdaq cedia 0,57%.