Giro das 12h: Ibovespa avança apoiado por ações de commodities e bancos

O Ibovespa avança a 183.642,24 pontos (+1,15%), acima dos ganhos em NY (Dow Jones +0,77%; S&P 500 +0,39% e Nasdaq +0,09%).

Por lá, os índices sobem em um cenário de queda nos juros e busca por pechinchas.

Já aqui, os grandes bancos sobem (Itaú +0,82% e Bradesco PN +0,65%), assim como Petrobras (ON +3,13% e PN +2,37%) e Vale (+1,28%), que acompanham o desempenho das commodities.

Os mercados estão refletindo preocupações com o crescimento diante da escalada da guerra, que entra na quinta semana e reforça alta no petróleo a máximas de 2022.

A semana traz dados de atividade e emprego que podem calibrar as apostas de flexibilização monetária ao renovarem leituras sobre a economia.

Nos EUA, os rendimentos cedem com alívio dos temores de que o Fed precise adotar uma postura mais conservadora para controlar a inflação.

Aqui, os juros caem com a percepção de continuidade do ciclo de cortes.

Galípolo apontou o benefício do conservadorismo do BC em 2025, que permitiu o corte de 25pb na Selic e espaço para avaliar a situação.

No câmbio, o dólar é estável contra o real, a R$ 5,2455 (+0,07%), enquanto o DXY avança a 100 pontos (100,471), em alta de 0,32%.

Abertura: Dólar e juros caem apesar da escalada da guerra

O dólar cede 0,11% contra o real, a R$ 5,2361, e os juros futuros caem em toda a curva, em um cenário de fluxo externo e perspectiva de que o ciclo de corte de juros continua no País.

Em evento do Safra, o presidente do BC Gabriel Galípolo reforçou a fala da coletiva do RPM, na semana passada.

Ele apontou que o País se beneficia da posição de exportador de petróleo e dos juros em posição contracionista graças ao conservadorismo adotado em 2025.

A semana encurtada por feriado na 6ª feira reserva dados de trabalho nos EUA e no Brasil.

O DXY sobe a 100 pontos (100,293), em alta de 0,14%.

A moeda norte-americana se beneficia do status de segurança em meio à redução das esperanças de uma resolução rápida do conflito no Oriente Médio. Já os rendimentos dos Treasuries cedem.

Futuros de NY buscam recuperação mesmo com intensificação da guerra

Os futuros de NY buscam recuperação nesta 2ªF, depois da queda na sessão anterior, apesar da intensificação do conflito no Oriente Médio, que completou um mês de duração no sábado. No fim de semana, houve novos ataques na região.

Ao mesmo tempo, os contratos futuros do petróleo seguem pressionados, com o Brent alcançando a máxima em torno dos US$ 116 nesta 2ªF.

Por sua vez o, dia tem agenda esvaziada, mas os investidores aguardam dados importantes como os do payroll e de índices de atividade ao longo da semana, que será mais curta devido ao feriado da Sexta-feira Santa.

Há pouco, o Dow Jones subia 0,67%, o S&P 500 ganhava 0,66% e o Nasdaq avançava 0,63%.