Natura dispara após novo acionista minoritário e outras novidades

As ações da Natura lideram as altas do Ibovespa desde o início do pregão e estão entre as mais negociadas até o momento.

Ontem, a companhia anunciou que o fundo de private equity Advent International será acionista minoritário, com a aquisição de um porcentual entre 8% a 10% dos papéis em circulação.

Além disso, foi divulgada a migração dos fundadores para um conselho consultivo, além de mudanças no conselho de administração.

Há pouco, ação subia 9,74%, negociada a R$ 10,14, com máxima de R$ 10,45 e mínima de R$ 9,90.

Giro das 12h: Ibovespa avança em sessão de menor aversão ao risco global

Menos de 10 ações caíam no Ibovespa perto do meio-dia. O índice avança 1,42% (185.104,26), em uma sessão de menor aversão ao risco global, com dólar e juros recuando.

Vale ganha 2,11%; Petrobras ON sobe 1,54% e PN avança 1,19%. Itaú tem alta de 1,39% e Bradesco PN +1,03%.

Há pouco, o dólar cedia a R$ 5,2254 (-0,43%), em sessão de disputa da Ptax, e os juros perdiam entre 12 e 15 pontos. O DXY cai 0,38%, mantendo-se nos 100 pontos (100,132). 

Em NY, as bolsas também avançam e se afastam das mínimas de sete meses batidas ontem (Dow Jones +0,61%; S&P 500 +0,98% e Nasdaq +1,40%).

Trump segue dizendo que o fim da guerra está próximo, mas a incerteza sobre a retomada do fluxo no Estreito de Ormuz continua. 

O presidente norte-americano declarou que encerraria a guerra mesmo sem a reabertura da rota e disse que as outras nações deveriam buscar petróleo na região por sua própria conta.

Já o Irã anunciou ataques a empresas dos EUA na região a partir de amanhã.

Abertura: Dólar e juros caem acompanhando exterior; fim da guerra no Irã é incerto

O dólar cai 0,43% contra o real, a R$ 5,2250, e os juros futuros cedem, acompanhando o exterior.

O DXY, agora em 100,130 pontos (-0,38%), caminha para seu melhor mês desde outubro de 2024 em meio à desestabilização dos mercados de energia.

A moeda norte-americana foi favorecida pela busca por segurança e a posição dos EUA como o maior produtor de petróleo, em um cenário de expectativas de menor crescimento global.

O Estreito de Ormuz segue fechado e Trump diz agora que não exigirá sua abertura como condicionante para o fim da guerra.

O presidente dos EUA disse aos países afetados pelo bloqueio do Estreito de Ormuz que consigam seu próprio petróleo.

“Os EUA não estarão mais lá para ajudá-los, assim como vocês não estiveram lá para nos ajudar”, declarou ele.

Aliados na OTAN aumentaram resistência em se envolver na guerra, fechando  espaço aéreo para jatos norte-americanos.