Embraer sobe após números operacionais favoráveis no 1TRI

Os papéis da Embraer abriram em baixa nesta segunda-feira, mas viraram e agora operam em alta de 0,42%, negociadas a R$ 81,31 (R$ 80,02 na mínima e R$ 82,37 na máxima).

A companhia entregou 44 aeronaves entre janeiro e março, superando as estimativas de algumas casas de análise.

O Itaú BBA destacou o bom desempenho tanto em aviação executiva, quanto na comercial.

Aumento da produção entregue deve favorecer as margens por meio da diluição de custos fixos, avalia o Bradesco BBI.

Futuros de NY operam sem direção única antes de coletiva de Trump sobre a guerra

Enquanto as principais bolsas europeias ainda estão fechadas devido ao feriado de Páscoa, os futuros de NY operam mistos nesta 2ªF, com os investidores avaliando as notícias sobre proposta para um possível cessar-fogo na guerra no Oriente Médio. Ainda assim, as preocupações com a intensificação da ofensiva militar continuam após novas ameaças de ataques de Donald Trump a pontes e usinas de energia iranianas caso o país persa não reabra o Estreito de Ormuz. À tarde, o presidente americano vai conceder uma coletiva de imprensa para falar sobre o conflito. Com agenda escassa hoje, são esperados dados como PCE e CPI ao longo da semana. Há pouco, o Dow Jones caía 0,14%, o S&P 500 subia 0,06% e o Nasdaq ganhava 0,32%.

Petróleo recua em meio a notícias sobre proposta de cessar-fogo

Os contratos futuros do petróleo operam em baixa nesta 2ªF, em uma sessão volátil em que cotações da commodity chegaram a ser negociadas em torno dos US$ 110 por barril. Os investidores acompanham o andamento das negociações entre EUA e Irã para o fim do conflito no Oriente Médio.

Segundo a Reuters, os países receberam uma proposta de cessar-fogo imediato elaborada pelo Paquistão, seguida por um acordo mais amplo. O plano inclui a previsão de reabertura do Estreito de Ormuz, com um prazo de 15 a 20 dias.

No fim de semana, Donald Trump advertiu o Irã de que destruiria pontes e usinas de energia caso o país persa não reabrisse a rota marítima, por onde trafegava cerca de 20% da produção de petróleo mundial.

Há pouco, o WTI para maio cedia 1,11%, a US$ 110,30; e o Brent para junho caía 0,53%, a US$ 108,45.