Bitcoin estabiliza e altcoins sobem
Bitcoin (BTC) – variação 24h -1,02%
Ethereum (ETH) – variação 24h: -0,05%
Tether (USDT) – variação 24h -0,01%
BNB (BNB) – variação 24h: +0,98%
XRP (XRP) – variação 24h: -2,66%
SOLANA (Sol) – variação 24h: +0,51%
USDC (USDC) – variação 24h: 0,00%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h: 0,00%
TRON (TRX) – variação 24h: +1,15%
Cardano (ADA) – variação 24h: +0,36%
Atualização de 26/11/25 às 10h14 – Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
- Bitcoin estabiliza em US$ 86 mil e altcoins fazem rotação seletiva de capital: O Bitcoin (BTC) estabilizou-se em US$ 86.814, com leve recuo de -0,4%, após ter se recuperado 5,6% desde a mínima de sexta-feira. A estabilidade impulsionou uma rotação seletiva de capital para altcoins com narrativas fortes, como Ethena (+6,6%) e World Liberty Financial (+36% na semana). O motivo da recuperação do BTC é a forte reprecificação do Fed: chances de corte de juros em dezembro saltaram de 30% para mais de 80%.
- PF deflagra “Operação Cripto” para investigar lavagem de R$ 330 milhões: A Polícia Federal (PF) iniciou a “Operação Cripto” para investigar o uso de ativos digitais em um esquema de lavagem de dinheiro ligado a tráfico de drogas e armas. A organização criminosa utilizava criptomoedas e empresas de fachada para movimentar cerca de R$330 milhões e ocultar a origem ilícita dos fundos. A ação resultou no cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e duas ordens de prisão em Guaíra (PR), na fronteira com o Paraguai.
Grayscale expande portfólio e lança ETFs de XRP e Dogecoin nos EUA: A Grayscale lançou dois novos fundos: o GXRP (ETF de XRP) e o GDOG (primeiro ETF de memecoin dos EUA, baseado em Dogecoin). O GXRP estreou com US$67,4 milhões, sendo o 3º maior ETF de XRP, e está com taxa zero nos primeiros três meses (ou até US$1 bilhão em AUM). Os ETFs de criptomoedas alternativas estão na contramão das saídas de BTC e ETH: fundos de XRP somam US$586,7 milhões em entradas em novembro.
- Mais de 8% da oferta de BTC trocou de mãos na última semana: Mais de 8% de toda a oferta de Bitcoin trocou de mãos nos últimos sete dias, marcando um dos eventos on-chain mais significativos da história do BTC. Movimentos semelhantes em 2018 e 2020 sinalizaram fundos locais antes de novos ciclos de alta. O mercado está no “fio da navalha” antes da decisão de juros do Fed em 10 de dezembro, que determinará se haverá um rally ou um dump de Natal.
Resumo do mercado
O mercado cripto entra na última semana de novembro em um ponto de atenção: a combinação entre estabilidade do BTC, fluxo seletivo para altcoins e movimentos institucionais relevantes indica que o apetite por risco voltou — mas ainda depende diretamente da decisão do Fed em dezembro.
Enquanto isso, o avanço regulatório no Brasil, com a nova operação da PF, reforça que o setor vive simultaneamente expansão e maior escrutínio. Para os próximos dias, o cenário é de cautela estratégica: investidores monitoram se o BTC conseguirá transformar essa estabilidade em tendência e se a entrada de novos ETFs realmente marca o início de um novo ciclo de diversificação institucional.
Mercado cripto derrete com queda do BTC
Criptomoedas com melhor desempenho nas últimas 24h
Bitcoin (BTC) – variação 24h -8,40%
Ethereum (ETH) – variação 24h: -8,75%
Tether (USDT) – variação 24h +0,04%
BNB (BNB) – variação 24h: -8,77%
XRP (XRP) – variação 24h: -9,32%
SOLANA (Sol) – variação 24h: -9,74%
USDC (USDC) – variação 24h: +0,01%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h: -11,42%
TRON (TRX) – variação 24h: -2,71%
Hyperiquid (HYPE) – variação 24h: -14,56%
Atualização de 21/11/25 às 10h37 | Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
- Liquidação maciça: BTC cai 10% para US$ 82 mil em queda alavancada: O Bitcoin (BTC) desvalorizou 10% nas últimas 24 horas, sendo negociado a US$ 82.002, seu pior preço em sete meses. A queda foi impulsionada por alavancagem, liquidando cerca de US$ 2 bilhões no mercado cripto, com quase US$ 1 bilhão liquidado em apenas uma hora. O valor total do mercado caiu abaixo de US$ 3 trilhões pela primeira vez em sete meses. As perdas se concentraram em posições long de BTC (US$ 500 mi), Ethereum (US$ 183 mi) e Solana (US$ 56 mi).
- Analistas veem BTC em território “bearish” e fim do ciclo de alta: A plataforma CryptoQuant afirmou que o Bitcoin entrou em território “mais bearish” dentro do ciclo de alta atual. A demanda institucional está secando, com o Bull Score Index caindo para 20/100 e o preço abaixo da média móvel de 365 dias (US$ 102.000). As compras por empresas de tesouraria, como a Strategy, diminuíram significativamente, e os ETFs acumularam entradas 30% abaixo do total do ano passado. O relatório sugere que o ciclo de quatro anos (2022–2025) pode estar chegando ao fim.
- Gigante Tether investe em empresa brasileira de infraestrutura, a Parfin: A Tether, emissora da stablecoin USDT, anunciou um investimento estratégico na Parfin, empresa brasileira líder em infraestrutura para ativos digitais na América Latina. O aporte visa acelerar a adoção do USDT e a tokenização de ativos do mundo real (RWA) em casos de uso institucional na região. A parceria reforça a crença da Tether na América Latina, que registrou quase US$ 1,5 trilhão em volume de transações cripto.
- Gestora 21Shares obtém aprovação para listar ETF de XRP na Cboe: A gestora 21Shares obteve aprovação automática para listar seu novo ETF de XRP (código “TOXR”) na Cboe, a Chicago Board and Option Exchange. Este será o segundo ETF de XRP no mercado americano, após o XRPC, que captou US$ 245 milhões em sua estreia. O lançamento está previsto para a próxima semana; o preço do XRP abriu o dia com queda de 1,3% para US$ 2,11.
Resumo do mercado
O mercado cripto global enfrenta uma forte correção, com o Bitcoin (BTC) desabando 10% nas últimas 24 horas para US$ 82.002, seu menor patamar em sete meses. A queda foi impulsionada por uma onda de liquidação de traders alavancados, somando US$ 2 bilhões no mercado futuro, e pelo enfraquecimento da demanda institucional. A CryptoQuant avalia que o BTC entrou em território “bearish” e que o ciclo de alta atual pode estar chegando ao fim.
Em contraste, no Brasil, a Tether demonstrou confiança no mercado latino-americano ao investir na Parfin para expandir a adoção do USDT e a tokenização. Além disso, o mercado de ETFs de XRP continua aquecido com a aprovação do novo fundo da 21Shares para ser listado na Cboe na próxima semana.
Criptomoedas em alta: melhores desempenhos nas últimas 24h
Bitcoin (BTC) – variação 24h -3,42%
Ethereum (ETH) – variação 24h: -2,18%
Tether (USDT) – variação 24h -0,01%
BNB (BNB) – variação 24h: -1,81%
XRP (XRP) – variação 24h: -7,51%
SOLANA (Sol) – variação 24h: +0,17%
USDC (USDC) – variação 24h: +0,02%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h:-1,53%
TRON (TRX) – variação 24h: -0,50%
Hyperiquid (HYPE) – variação 24h: +7,16%
Atualização de 18/11/25 às 11h01 | Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
- Investidores brasileiros compram queda e injetam R$ 12,7 milhões em fundos: Investidores no Brasil aportaram líquidos US$ 2,4 milhões (R$ 12,7 milhões) em fundos de criptomoedas na última semana. Este movimento contraria a tendência global, que registrou a maior semana de saídas líquidas desde fevereiro, totalizando US$ 2,03 bilhões. Os aportes brasileiros, junto aos da Alemanha e de outros países, sugerem uma estratégia de “compra do mergulho” em meio à forte aversão ao risco global. Globalmente, os fundos de Bitcoin, Ether, XRP e Solana registraram as maiores retiradas.
- Cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, critica FTX como antítese do descentralizado: Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, usou a conferência Devconnect Argentina para criticar Sam Bankman-Fried e a falida FTX. Buterin afirmou que a FTX era “o oposto do Ethereum”, sendo centralizada e exigindo confiança, o que levou ao seu fracasso. Ele defendeu que o Ethereum é descentralizado, transparente e “não pode ser malvado”, sendo conduzido por uma comunidade. O ETH, no entanto, tem enfrentado dificuldades, caindo 39% nos últimos meses e ficando abaixo de US$ 3.000.
- “Reset bancário” do dia 22 de novembro pode acelerar adoção de blockchain no SWIFT: O sistema SWIFT fará a transição total para o padrão de mensagens ISO 20022 CBPR+ em 22 de novembro de 2025, um “reset bancário” parcial. Este novo padrão é compatível com blockchain e CBDCs, sinalizando a preparação do sistema financeiro tradicional (TradFi) para o futuro digital. A SWIFT também anunciou a adição de um “ledger baseado em blockchain” à sua infraestrutura, focando em transações instantâneas. Ripple (XRP), Stellar (XLM), Algorand (ALGO), Hedera (HBAR) e Quant (QNT) já se posicionam para integrar o novo framework
- Criptógrafo Adam Back: Risco quântico do Bitcoin está a décadas de distância: Adam Back, criptógrafo citado no white paper do Bitcoin, afirmou que a criptomoeda não enfrenta uma ameaça significativa da computação quântica por pelo menos 20 a 40 anos. Ele explicou que os computadores quânticos atuais não têm qubits suficientes e que o Bitcoin pode adotar padrões pós-quânticos aprovados pelo NIST muito antes da ameaça real. Apesar disso, existe o risco de ataque “cole agora, decripte depois”, onde atacantes armazenam dados hoje para decifrar no futuro.
Resumo do mercado
O mercado cripto global continua sob forte pressão, com a saída líquida de fundos atingindo US$ 2,03 bilhões na última semana, impulsionada por temores sobre o estouro da “bolha da IA” e a incerteza do Fed. Fundos de Bitcoin, Ether, XRP e Solana registraram as maiores retiradas. Na contramão, investidores no Brasil e na Alemanha injetaram R$ 12,7 milhões e US$ 13,2 milhões, respectivamente, buscando comprar a queda. No campo das tecnologias, o cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, criticou a FTX como o oposto da descentralização do ETH.
Já no TradFi, o SWIFT se prepara para o “reset bancário” de 22 de novembro com a adoção do padrão ISO 20022, compatível com blockchain. Enquanto isso, Adam Back tranquiliza a comunidade ao afirmar que o risco quântico ao Bitcoin está a 20-40 anos de distância.