JPMorgan tokeniza fundo na Ethereum; BTC abaixo de US$ 90 mil
Bitcoin (BTC) – variação 24h +0,04%
Ethereum (ETH) – variação 24h: +1,93%
Tether USDt (USDT) – variação 24h -0,01%
BNB (BNB) – variação 24h: +0,19%
XRP (XRP) – variação 24h: -0,88%
SOLANA (Sol) – variação 24h: +2,82%
USDC (USDC) – variação 24h: +0,01%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h: +1,22%
TRON (TRX) – variação 24h: +2,60%
Cardano (ADA) – variação 24h: +0,99%
Atualização de 15/12/25 às 11h20 – Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
- JPMorgan lança fundo de mercado monetário tokenizado de US$ 100 milhões na Ethereum: O JPMorgan lançou o fundo My OnChain Net Yield Fund (MONY), um veículo de mercado monetário tokenizado na rede Ethereum, com aporte inicial de US$ 100 milhões. O fundo, apoiado pela plataforma Kinexys Digital Assets, aceita subscrição e resgate em dinheiro ou USDC. A iniciativa, com aporte mínimo de US$ 1 milhão para investidores qualificados, visa atrair capital para fundos de mercado monetário (US$ 7,7 trilhões em ativos) para a blockchain.
- Bitcoin estagna abaixo de US$ 90 mil enquanto mercado aguarda dados econômicos dos EUA: O BTC iniciou a semana sob cautela, negociado abaixo de US$ 90 mil, após a turbulência do Fed e a liquidação de US$ 289 milhões em contratos (quase 80% comprados) no fim de semana. O hashrate da rede caiu 8% após fechamento de mineradoras na China, o que pode apertar a oferta no longo prazo. O preço está preso pela resistência de US$ 95 mil e dependerá dos próximos indicadores macro (CPI, PCE, dados de emprego) para buscar um rali.
- Santander Brasil unifica operações de corretagem com oferta de Bitcoin e criptomoedas: O Santander Brasil integrou sua operação de criptomoedas (via Toro) à Santander Corretora, permitindo que investidores acessem o serviço sob uma única marca. A plataforma expandida lista Bitcoin, Ethereum, Solana e outros ativos digitais. Segundo o executivo Evandro Vieira, a unificação oferece maior gama de oportunidades de investimento no Brasil com o respaldo do compliance de um banco global.
- Análise técnica aponta potencial de alta de 80% para Ethereum vs. Bitcoin em 2026: Análises do TradingView apontam para um possível movimento em direção a 0,059–0,063 BTC em 2026. Um rompimento acima de 0,0400 BTC poderia confirmar o padrão, projetando uma movimentação para 0,063 BTC em 2026, o que representa uma valorização potencial de 80% em relação ao Bitcoin.
Resumo do mercado
A semana começa com o mercado cripto travado e institucionalização acelerada. O Bitcoin (BTC) permanece sob pressão abaixo de US$ 90 mil, após a limpeza de US$ 289 milhões em alavancagem, aguardando dados cruciais de inflação e emprego dos EUA.
Enquanto isso, o Santander Brasil reforça a adoção institucional, unificando sua corretora tradicional com a oferta de BTC, ETH e Solana. O interesse institucional é sublinhado pela JPMorgan, que lançou um fundo tokenizado de US$ 100 milhões na rede Ethereum (MONY). Na disputa entre Altcoins e BTC, análises sugerem que o Ethereum (ETH) pode ter uma valorização de até 80% contra o Bitcoin em 2026, com a confirmação de um padrão técnico de reversão
Bitcoin cai após corte do Fed
Bitcoin (BTC) – variação 24h -1,96%
Ethereum (ETH) – variação 24h: -1,96%
Tether USDt (USDT) – variação 24h +0,00%
BNB (BNB) – variação 24h: -2,89%
XRP (XRP) – variação 24h: -3,24%
SOLANA (Sol) – variação 24h: -3,66%
USDC (USDC) – variação 24h: -0,01%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h: -5,64%
TRON (TRX) – variação 24h: +0,94%
Cardano (ADA) – variação 24h: -10,03
Atualização de 11.12.25 às 12h50 – Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
- Bitcoin registra queda apesar do corte de 0,25 p.p. nos juros dos EUA: O Bitcoin (BTC) caiu 2% nas últimas 24 horas, sendo negociado ligeiramente abaixo de US$ 90.200, mesmo após o Federal Reserve (Fed) reduzir as taxas de juros. Analistas do HashKey Group indicam que a queda não é uma reação direta ao corte, que já estava precificado, mas sim à antecipação de um cenário macroeconômico mais complexo e ao provável fim do ciclo de afrouxamento monetário, com as projeções de cortes para 2026 sendo revisadas para baixo.
- Cautela do Fed após corte de juros impede alta sustentada do Bitcoin: O Bitcoin recuou para a faixa de US$ 92 mil após a decisão do Fed de cortar 0,25 p.p., devido ao tom cauteloso de Jerome Powell, que sinalizou que o comitê está “bem posicionado para esperar” e não pretende acelerar o afrouxamento. Indicadores on-chain mostram que o preço está em um intervalo frágil, preso entre US$ 89 mil e US$ 95 mil, com perdas não realizadas em alta (4,4%) e demanda institucional fraca, refletida nos fluxos negativos dos ETFs.
- Binance recompensa usuários que fizerem staking de Bitcoin com a cripto Babylon (BABY): A Binance anunciou uma promoção até 2 de janeiro de 2026, oferecendo entre 1,5% a 2,5% de rendimento anual (APR) em Babylon (BABY) para usuários que fizerem staking de Bitcoin em sua plataforma. O limite mínimo para participação é de 0,01 BTC. Além disso, a corretora oferece recompensas mais altas para staking de BABY no Simple Earn, podendo chegar a 29,9% no modo Bloqueado.
- Métrica Hash Ribbons do Bitcoin aciona sinal de ‘compra’ em meio à pressão de mineradores: A métrica Hash Ribbons, que rastreia a recuperação do hashrate após períodos de capitulação dos mineradores, emitiu um sinal de “compra” para o Bitcoin pela quinta vez em 2025. O sinal sugere que, embora os mineradores estejam sob pressão, historicamente esses períodos criam fortes oportunidades de acumulação de longo prazo para investidores, mesmo com o BTC encontrando resistência próxima a US$ 93.300.
Resumo do mercado
O mercado cripto opera em clima de cautela macroeconômica. O Bitcoin (BTC) recuou mesmo após o corte de juros do Fed, pois o tom conservador de Jerome Powell esfriou as expectativas de afrouxamento monetário acelerado em 2026. O BTC está preso em uma faixa estreita, com indicadores on-chain alertando para fragilidade e baixa demanda institucional.
Contudo, sinais de longo prazo surgem: a métrica Hash Ribbons emitiu um sinal de “compra” em US$ 90.000, historicamente associado a fundos de mercado após a capitulação de mineradores. No setor de serviços, a Binance segue inovando, oferecendo rendimentos de até 2,5% em Babylon (BABY) para usuários que fizerem staking de Bitcoin.
BTC despenca 17,67% em novembro e ETFs registram fuga bilionária
Bitcoin (BTC) – variação 24h -6,10%
Ethereum (ETH) – variação 24h: -7,34%
Tether (USDT) – variação 24h +0,02%
BNB (BNB) – variação 24h: -8,14%
XRP (XRP) – variação 24h: -7,24%
SOLANA (Sol) – variação 24h: -8,82%
USDC (USDC) – variação 24h: +0,02%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h: -9,47%
TRON (TRX) – variação 24h: -1,58%
Cardano (ADA) – variação 24h: -10,05%
Atualização de 01/12/25 às 11h35 – Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
Bitcoin tem desempenho negativo em novembro
O Bitcoin (BTC) encerrou novembro com queda significativa, registrando o pior mês do ano até agora. Neste 01/12, o BTC recuou cerca de 5%, negociado na faixa dos US$ 86 mil, enquanto moedas como Dogecoin e Ethereum também acumulam perdas. A pressão veio de liquidações expressivas e vendas institucionais.
ETFs de Bitcoin fecham novembro com saídas acima de US$ 3,4 bilhões
Os ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas superiores a US$ 3,4 bilhões em novembro — desempenho amplamente reconhecido como um dos piores meses da classe desde o início de 2025. O iShares Bitcoin Trust da BlackRock teve sua maior saída diária em 18 de novembro, ultrapassando US$ 500 milhões.
Campos Neto analisa o Bitcoin como ativo de investimento
Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central e hoje no Nubank, comentou que o Bitcoin é percebido principalmente como investimento devido à sua alta volatilidade. Ele também citou que o projeto Drex segue no radar regulatório.
Crise na ABcripto ganha destaque no mercado
A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) enfrenta um período turbulento, com saída de membros relevantes e disputas internas que repercutem no setor.
Resumo do mercado
O mercado cripto iniciou dezembro em forte correção. O Bitcoin enfrenta seu pior mês de 2025, influenciado por vendas institucionais e saídas bilionárias dos ETFs. Comentários de Campos Neto reforçam a percepção do BTC como ativo volátil, enquanto a ABcripto vive um momento delicado com disputas internas e saídas de entidades importantes.