Wall Street volta operando a trégua
Por Rosa Riscala e Mariana Ciscato
… Nova York volta do feriado de Memorial Day repercutindo as expectativas de que um acordo entre Estados Unidos e Irã pode estar próximo. Nesta terça-feira, ataques dos Estados Unidos a instalações de mísseis iranianos induziram o petróleo a corrigir a queda na abertura dos negócios asiáticos, após devolver 7% na véspera, antecipando a reabertura de Ormuz. Ainda há riscos envolvendo temas mais sensíveis. O mercado continua operando os highlights da guerra. A agenda no Brasil prevê dados do setor externo. Já a votação do fim da escala 6X1, que prevê a redução da carga horária semanal para 40 horas, sem redução dos salários, com transição de 14 meses, foi adiada para amanhã. Nos Estados Unidos, o destaque é a confiança do consumidor do Conference Board.
AINDA HÁ RISCOS – O mercado continua ampliando as apostas em uma distensão no Oriente Médio, após novas sinalizações de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, mas o cenário ainda está longe de um consenso definitivo.
… À noite, forças americanas realizaram ataques no sul do Irã. Os alvos incluíram barcos que tentavam instalar minas e plataformas de lançamento de mísseis. Apesar da ofensiva, Trump disse que as negociações “prosseguem bem”.
… Ele indicou flexibilidade em relação ao destino do urânio enriquecido iraniano, admitindo inclusive a possibilidade de destruição do material dentro do próprio Irã, sob supervisão internacional.
… A sinalização deve ser interpretada pelo mercado como um gesto de concessão em um dos pontos mais sensíveis da negociação nuclear. Ao mesmo tempo, persistem os principais focos de impasse. Israel voltou a endurecer o discurso sobre o Líbano.
… Netanyahu prometeu ampliar ataques contra o Hezbollah e autoridades iranianas seguem afirmando que qualquer acordo precisa incluir cessar-fogo em todas as frentes do conflito, incluindo a atuação israelense contra grupos apoiados por Teerã na região.
… O mercado também monitora relatos de que Washington tenta transformar a trégua em um rearranjo diplomático mais amplo no Oriente Médio, pressionando Arábia Saudita e Catar a aderirem aos Acordos de Abraão e reconhecerem Israel.
… Mas sauditas e catarianos condicionam qualquer avanço à criação de um Estado palestino, o que Israel não aceita.
… Apesar do alívio, portanto, investidores seguem operando um ambiente altamente dependente de manchetes e sujeito a reversões rápidas.
… As próprias negociações continuam cercadas por condicionais envolvendo o controle do Estreito de Ormuz, o programa nuclear iraniano, a atuação do Hezbollah no Líbano e a liberação de recursos iranianos congelados no exterior.
… Em resumo, o mercado trabalha com um cenário de redução do risco extremo de interrupção prolongada do fluxo de petróleo pelo Estreito, mas ainda sem elementos suficientes para sustentar uma leitura de solução definitiva para o conflito no Oriente Médio.
ESCALA 6X1 – O relator da comissão especial da Câmara, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta segunda-feira o parecer da PEC que reduz a jornada semanal de trabalho de 44h para 40h e amplia o descanso semanal remunerado para dois dias.
… O texto, construído em acordo com o governo Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta, prevê uma transição de 14 meses e mantém a vedação de qualquer redução salarial – um dos pontos mais sensíveis da proposta.
… O setor empresarial segue pressionando, sob argumento de aumento relevante de custos trabalhistas e necessidade de novas contratações.
… O relatório estabelece uma primeira redução de 44h para 42h semanais 60 dias após a promulgação da PEC. Depois de um ano, a carga máxima cairá para 40h. O texto também prevê dois dias de folga remunerada por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos.
… O texto também tenta acomodar preocupações do setor produtivo ao prever regras específicas para MEIs, micro e pequenas empresas, além da discussão sobre flexibilização de contratações e eventual reajuste do teto de faturamento do microempreendedor individual.
… Esse tema enfrenta resistência da equipe econômica pelo impacto fiscal.
… Outro ponto flexibiliza o controle de jornada para trabalhadores com ensino superior e remuneração acima de dois tetos e meio do INSS, hoje em torno de R$ 21 mil. Nesse caso, o controle de horas poderá ocorrer apenas por liberalidade do empregador ou por acordo coletivo.
… Hugo Motta afirmou que há “ampla convergência” entre Câmara e governo sobre os pilares da proposta — redução da jornada, fim da escala 6×1 e manutenção dos salários — e que o prazo de transição busca equilibrar a pressão dos trabalhadores com a adaptação das empresas.
… Economistas ouvidos pelo Valor avaliam, porém, que o período de transição ainda é curto e alertam para riscos de aumento de custos, maior rotatividade e avanço da informalidade, sobretudo entre trabalhadores de menor qualificação.
… A votação do texto, que aconteceria ontem na comissão especial da Câmara, foi adiada para amanhã (10h).
GALÍPOLO VS DURIGAN – O debate em torno da PEC 65 ganhou novo ruído político, após o ministro da Fazenda, Dario Durigan, contradizer publicamente o presidente do BC, Gabriel Galípolo, sobre o grau de envolvimento da equipe econômica na formulação do texto.
… Galípolo afirmou receber com “estranhamento” as críticas ao relatório do senador Plínio Valério, dizendo que a proposta “veio justamente da equipe econômica”, numa tentativa de reduzir o conflito dentro do governo em torno do novo desenho institucional para o BC.
… Horas depois, Durigan rebateu, afirmando que o texto apresentado no Senado não foi fechado pela Fazenda. Segundo ele, a equipe econômica teria apresentado uma alternativa focada em resolver o problema orçamentário do BC sem provocar aumento da dívida pública.
… A divergência gira em torno do modelo previsto na PEC 65, que transforma o Banco Central em uma entidade pública de natureza especial, transferindo a instituição para o setor público financeiro.
… Nesse desenho, os títulos do Tesouro mantidos na carteira do BC passariam a ser contabilizados como dívida, motivo da preocupação.
… Além da discussão sobre o impacto contábil da proposta, o embate também expõe sensibilidades políticas em torno do grau de autonomia e da governança futura da autoridade monetária.
UMA FOTO COM TRUMP – O senador Flávio Bolsonaro desembarcou em Washington na expectativa de uma possível reunião com Donald Trump, em meio ao desgaste provocado pelas revelações envolvendo conversas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
… Segundo aliados, a intenção do entorno bolsonarista é garantir uma foto dele com o presidente americano, na tentativa de reforçar seu capital político em meio à crise. O encontro, porém, ainda não foi confirmado oficialmente pela Casa Branca.
… Interlocutores próximos afirmam que Flávio “foi convidado” para uma agenda no governo americano, mas admitem receio de eventual adiamento, diante da instabilidade da agenda de Trump, concentrada nas negociações envolvendo o Irã e o Oriente Médio.
… A articulação da viagem é atribuída ao irmão Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos desde o ano passado e mantém relação próxima com setores do trumpismo mais ideológico. Eduardo também é alvo de investigação no Brasil.
LULA É O PLANO A – Lideranças do PT voltaram a reforçar nesta segunda-feira que o presidente segue como candidato à reeleição, após o início do tratamento preventivo de radioterapia no couro cabeludo para reduzir o risco de recorrência de um câncer de pele.
… Integrantes do partido afirmam que Lula não tem restrições médicas, manterá a agenda de trabalho normalmente e deve intensificar as viagens pelo País no segundo semestre, já em ritmo mais forte de pré-campanha.
… O tratamento deve durar cerca de três semanas e terminar antes do início oficial da campanha eleitoral.
… Nos bastidores, dirigentes petistas evitam ampliar publicamente a discussão sobre o tratamento para não alimentar especulações sobre eventual mudança de planos na disputa presidencial. A orientação interna é afastar qualquer hipótese de substituição de candidatura.
… “Lula é o candidato, não tem plano B”, resumiu uma liderança do partido ao Valor.
… O PT avalia que preservar a imagem de vitalidade política e capacidade operacional do presidente será central para evitar ruídos, num momento em que o cenário eleitoral começa a ganhar tração com novas pesquisas e movimentações da oposição.
BTG-NEXUS – Nesta segunda, nova pesquisa mostrou Lula com 47% contra 43% de Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno, no limite da margem de erro. No primeiro turno, Lula aparece com 40% e Flávio com 35%, reforçando a polarização entre petismo e bolsonarismo.
PESQUISAS DA SEMANA – A corrida presidencial ganha nova rodada de monitoramento nesta semana, com divulgação de levantamentos de diferentes institutos em meio ao aumento da tensão política envolvendo a pré-campanha de Flávio Bolsonaro.
… Amanhã, quarta-feira, serão divulgadas as pesquisas Jota e Indexa. Na quinta, sai o levantamento Meio/Ideia. Já na sexta-feira, serão publicados os números do PoderData e da Veritá, enquanto a Vox Brasil divulga pesquisa nacional no domingo.
… Além dos nomes consolidados para a disputa presidencial, alguns levantamentos vão testar cenários alternativos com Michelle Bolsonaro, Fernando Haddad, Tereza Cristina, Joaquim Barbosa e Aécio Neves, refletindo o ambiente ainda aberto para definição de candidaturas.
… Estrategistas políticos avaliam que as próximas rodadas podem ajudar a calibrar o impacto inicial da deterioração recente da imagem de Flávio, embora ainda exista cautela sobre movimentos mais estruturais no cenário eleitoral.
MAIS AGENDA – A terça-feira traz como principal destaque doméstico a divulgação das estatísticas do setor externo de abril pelo Banco Central, enquanto no exterior investidores acompanham os números de confiança do consumidor americano.
… Às 8h30, o BC publica os dados de transações correntes e Investimento Direto no País (IDP).
… A mediana das Projeções Broadcast aponta déficit de apenas US$ 100 milhões em conta corrente em abril, após rombo de US$ 6 bilhões em março, no que pode marcar o melhor resultado desde outubro de 2023.
… O desempenho é explicado principalmente pelo superávit robusto da balança comercial, impulsionado pelos embarques de soja e petróleo em meio aos efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços da commodity.
… Parte do mercado, inclusive, trabalha com possibilidade de superávit nas transações correntes no mês.
… Para o IDP, a mediana das estimativas aponta entrada líquida de US$ 5,55 bilhões em abril.
… Economistas observam, porém, que a escalada geopolítica recente elevou cautela global com investimentos, reduzindo parcialmente o fluxo para emergentes, apesar da percepção ainda favorável em relação ao Brasil.
… No exterior, o principal evento do dia será o índice de confiança do consumidor dos Estados Unidos medido pelo Conference Board, às 11h.
… O dado ganha relevância em uma semana marcada também pela divulgação do PIB americano revisado e, principalmente, do PCE, medida de inflação preferida do Federal Reserve – ambos na quinta-feira.
… A agenda internacional ainda traz, o índice de atividade do Fed de Chicago (9h30), falas do presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, em painel com o presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda (21h), além dos números de lucro industrial da China (22h30).
VAI DAR BOM? – A julgar pela queda livre do petróleo ontem, com o Brent abaixo de US$ 100 e WTI querendo furar US$ 90, o investidor decidiu mergulhar na aposta do acordo de paz preliminar com possível reabertura de Ormuz.
… Antes mesmo que um plano tenha sido anunciado, o mercado já começa a fazer os cálculos sobre que faixa de suporte o barril pode testar. Apesar do otimismo, o que se diz é que dificilmente o Brent valerá menos de US$ 80.
… As perdas de estoques e a produção interrompida no Oriente Médio devem demorar para ser compensadas. Assim, mesmo que a guerra acabe hoje, a percepção é de impacto prolongado, que não acabará do dia para a noite.
… Mas ontem o tombo foi pesado: o contrato do Brent para agosto desabou 6,78%, a US$ 93,42. O WTI não operou no pregão regular, por conta do feriado nos EUA, mas derreteu 6,58% na sessão eletrônica, negociado a US$ 90,24.
… O choque inflacionário do petróleo virou atualmente o fiel da balança para a política monetária global, com os grandes BCs todos em compasso de espera, de olho no Irã, para decidir se antecipam ou não um aperto do juro.
… Por aqui, o mercado confia que, independentemente de o conflito acabar logo ou não, vem pelo menos mais um corte da Selic pelo Copom em junho, embora a taxa básica possa continuar em patamar elevado por mais tempo.
… Ontem, o boletim Focus apontou nova piora na expectativa do IPCA para este ano (de 4,92% para cima de 5%, a 5,04%), indicando que a inflação continua resistente, mesmo em um ambiente de juros ainda bastante altos.
… Ainda no Focus, a estimativa de inflação para 2027 oscilou marginalmente, de 4% para 4,01%. A de 2028, que na última sexta-feira foi foco de atenção dos diretores do BC na reunião trimestral com economistas, seguiu em 3,65%.
… O fato de as expectativas não terem sofrido deterioração neste prazo pode, eventualmente, deixar o Copom mais à vontade para seguir com os cortes, ainda mais se os Estados Unidos e o Irã progredirem para um acordo definitivo.
… Durante a coletiva à imprensa, ontem, sobre o Relatório de Estabilidade Financeira do segundo semestre de 2025, Galípolo ponderou que as projeções de inflação para horizontes mais curtos estão contaminadas por duas variáveis.
… De um lado, o choque de oferta do conflito no Irã; de outro, o choque de oferta relativo ao El Niño. Disse ainda que a política monetária vem funcionando e colocando o crescimento mais próximo do nível potencial.
… A volta do apetite por risco com as notícias sobre os planos diplomáticos para a reabertura do Estreito de Ormuz promoveu ontem uma forte queima de prêmios na curva dos juros futuros, em sessão marcada pela baixa liquidez.
… No fechamento, o contrato de DI para janeiro de 2027 marcava 14,025% (de 14,077% no ajuste anterior); Jan/28, 13,725% (contra 13,835%); Jan/29, 13,710% (de 13,851%); Jan/31, 13,840% (13,970%); e Jan/33, 13,930% (14,063%).
ZONA DE ARREBENTAÇÃO – A guerra vive um de seus momentos mais decisivos, com o mercado torcendo para que a aproximação entre Trump e o Irã desta vez não morra na praia e nem entre para a coletânea de frustrações.
… O alívio de risco no exterior levou o dólar a furar momentaneamente ontem o suporte psicológico dos R$ 5 na mínima intraday, a R$ 4,9943. Mas a moeda desacelerou o fôlego de queda no fechamento, a R$ 5,0190 (-0,18%).
… Ao Broadcast, o economista-chefe da BGC Liquidez, Felipe Tavares, estimou que, em um “cenário benigno”, que leva em conta “eleição favorável para a oposição e fim da guerra”, a taxa de câmbio poderia recuar para R$ 4,84.
… Já no adverso, com “reeleição de Lula, piora da perspectiva fiscal e extensão da guerra”, o dólar atingiria R$ 5,24.
… Economistas do BTG ressaltam que o real se beneficiou até bem recentemente da escalada do petróleo e que ainda há espaço para novas apreciações, mas o trade eleitoral começará a pegar mais forte daqui em diante.
… Diante deste risco, o banco prevê um cenário mais desafiador até outubro, com dólar a R$ 5,10 no final do ano.
… Lá fora, o sentimento de que “agora vai” e de que esta guerra acaba relaxou a moeda americana. O índice DXY recuou 0,26%, para 98,978 pontos. O euro subiu 0,35%, para US$ 1,1646, e a libra avançou 0,58%, a US$ 1,3509.
… Também o iene conquistou terreno, a 158,92 por dólar. Na noite de ontem, o vice-presidente do BC japonês, Ryozo Himino, disse que o BoJ continuará apertando a política monetária, mas o momento dependerá do risco.
… Muitos economistas e investidores esperam aumento das taxas na próxima reunião, em junho, à medida que mais formuladores de políticas se tornam cautelosos com a chance de aceleração da inflação devido ao petróleo caro.
… A derrocada do barril ontem destoou da longa sequência de pressão recente e pesou para as ações da Petrobras nesta segunda, mas o Ibovespa acabou poupado de perdas, porque foi sustentado pelo ânimo dos papéis dos bancos.
… Sem a referência de Nova York e com a liquidez global reduzida a apenas R$ 14,2 bilhões por conta do feriado americano de Memorial Day, o Ibovespa fechou em alta de 0,91%, na máxima do dia, aos 177.815,72 pontos.
… Três ações do setor financeiro fecharam no pico do dia: Bradesco PN (+2,55%, a R$ 18,07), Santander unit (+1,99%, a R$ 27,64) e BTG unit (+3,65%, a R$ 55,90). Itaú PN subiu 2,26%, para R$ 40,32, e BB ON, +3,39% (R$ 21,65).
… As ações da Vale ganharam 0,59% (R$ 83,59), apesar da estabilidade do minério de ferro (+0,06%), enquanto os papéis da Petrobras caíram forte (ON, -2,91%, a R$ 48,69; e PN, -2,43%, a R$ 43,40) com o petróleo derretendo.
CIAS ABERTAS NO AFTER – PETROBRAS aprovou nova composição do Comitê de Auditoria Estatutário (CAE). Foram eleitos Renato Galuppo e Marcelo Gasparino da Silva, membros independentes do conselho de administração…
… Também seguem no comitê, os membros externos Eugênio Tiago Chagas Cordeiro Teixeira e Newton de Araujo Lopes. Renato Campos Galuppo assumirá seu mandato como membro e presidente do CAE a partir de 10 de julho…
… Ele sucederá Fábio Veras de Souza, que deixa os cargos de membro externo e presidente interino.
BRAVA ENERGIA. Ecopetrol lançou OPA voluntária para assumir controle da empresa, ao preço de R$ 23 por ação…
… A estatal colombiana pretende adquirir 25% do capital da companhia e elevar participação para 51%. O leilão da oferta ocorrerá em 25 de junho na B3.
COPASA. A privatização da companhia recebeu propostas da Equatorial e do consórcio formado por Equipav, GIC, Itaúsa e Aegea, segundo fontes do Valor e Broadcast. A Sabesp ficou de fora. Os envelopes serão abertos amanhã.
COPEL. A controlada Elejor formalizou repactuação de parcelas de R$ 420,6 milhões devidas de Uso de Bem Público (UBP) das usinas Santa Clara e Fundão.
JHSF. A companhia lançou o Fasano Yachts, nova frente de negócios voltada à hospitalidade de luxo no mar, com frota inicial de 12 iates na Sardenha.
RAÍZEN. Credores já não contam mais com eventual aporte de R$ 500 milhões de Rubens Ometto na companhia, segundo a Coluna do Broadcast. A expectativa, porém, segue de acordo com credores até 9 de junho.
SÃO MARTINHO. A companhia encerrou o 4Tri da safra 2025/26 com lucro de R$ 172,85 milhões, alta anualizada de 64,6%. O Ebitda ajustado somou R$ 1,094 bilhão, avanço de 41,9%…
… A receita líquida cresceu 29,1%, para R$ 2,245 bilhões.
AZZAS 2154. A companhia afirmou não haver decisão sobre eventual cisão ou segregação de ativos entre Alexandre Birman e Roberto Jatahy.
ORIZON. Tarpon Gestora e TPE Gestora reduziram participação para 4,45% do capital da companhia.
PARANAPANEMA. A companhia homologou aumento de capital de R$ 85,2 milhões por meio da conversão de créditos em ações, conforme previsto no plano de recuperação judicial.
LUPATECH. A companhia protocolou pedido de homologação de recuperação extrajudicial para reestruturar passivo de R$ 295,4 milhões…
… A proposta já conta com apoio de credores que representam 55,4% dos débitos trabalhistas e 42% dos créditos quirografários.
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