Bolsas europeias fecham em alta com otimismo sobre a guerra
Os investidores se mostraram otimistas em relação a um acordo entre EUA e Irã que poderia reabrir o Estreito de Ormuz, após Trump afirmar que as negociações com o Irã estavam “prosseguindo de maneira ordenada e construtiva”, acrescentando que “não tinha pressa” para fechar um acordo final.
A perspectiva de redução dos riscos geopolíticos derrubou o petróleo em torno de 5%. Papeis de bancos estiveram entre maiores ganhos, com o BBVA subindo 3,61%, o Santander +3,29%, o UniCredit +2,75% e o BNP Paribas adicionando 2,88%.
Aéreas subiram devido à queda nos preços dos combustíveis (Lufthansa +3,56%; Air France-KLM, +6,24%).
Os mercados de Londres fecharam hoje. No fechamento: Frankfurt +1,85%; Paris +1,84%; Stoxx 50 +1,91% (6.134,60); Stoxx 600 +1,03% (631,58).
Sem referência de NY, Ibovespa sobe com perspectivas sobre a guerra; Petrobras limita alta
O Ibovespa sobe a 176.797,53 (+0,33%) com as perspectivas de um acordo no Oriente Médio, após Trump dizer que as negociações estavam indo bem.
Apesar do impasse sobre o acordo nuclear e alguns desencontros nos discursos de um lado e de outro, o petróleo cai em torno de 5%, abaixo dos US$ 100 por barril.
Sem a referência de NY, fechado por feriado, a liquidez e o volume devem ser reduzidos.
Os juros futuros recuam enquanto o dólar cai a R$ 5,0102 (-0,36%).
Mais cedo, o Boletim Focus apontou inflação mais alta este ano, rodando acima dos 5%.
Bancos (Itaú +1,72%, Bradesco PN +1,70%) sobem; Vale (-0,49%) e Petrobras (ON -1,97%; PN-1,66%) caem.
A semana promete dados importantes de inflação e atividade no Brasil e no exterior, entre eles o IPCA-15 de maio, na 4ªF, e o PIB do 1Tri na 6ªF.
Nos EUA, segunda leitura do PIB do 1Tri, e o PCE de abril, medida de inflação preferida do Fed.
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Sucessão blinda a companhia, que tem concentrado esforços na busca por eficiência operacional, na reestruturação da área comercial e na expansão do portfólio de produtos como pilares para sustentar o crescimento