… Os negócios globais vibraram ontem com a trégua temporária ordenada por Trump, que prometeu adiar os ataques contra usinas e a infraestrutura energética do Irã por cinco dias. Depois Teerã desmentiu negociações diplomáticas para o fim da guerra e o barril voltou a saltar na madrugada para perto de US$ 105, após furar US$ 100 mais cedo. Sem a garantia de que o conflito vai terminar, é cedo para contar com um alívio confiável da commodity. No meio das reviravoltas geopolíticas, o investidor tem hoje para ler a ata do Copom (8h). A agenda do dia reserva ainda a arrecadação de fevereiro (11h) e a pesquisa eleitoral Atlas Intel para presidente (sem horário confirmado).
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