Petróleo desaba 4% e atinge as menores cotações desde o início da guerra no Irã

Os contratos futuros de petróleo caíram forte nesta 4ªF, estendendo as perdas de ontem e atingindo os menores patamares desde o início da guerra entre EUA/Israel e o Irã, em 28 de fevereiro.

O movimento ocorre em meio ao avanço das negociações complementares entre os dois países, visando um acordo de paz definitivo, resultando em um fluxo cada vez maior pelo Estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do escoamento global da commodity.

O dia foi marcado por números importantes do setor. Pelo menos 20 petroleiros, com 35 milhões de barris, saíram do Golfo por Ormuz desde o acordo provisório de paz, segundo monitoramento da Kpler. Apenas das últimas 24 horas, 72 navios passaram pela região, transportando cerca de 20 milhões de barris, diz o secretário de Energia americano, Chris Wright.

Outro dado foi de que os estoques de petróleo americano caíram 6,088 milhões de barris na semana passada, para 412,134 milhões, conforme o DoE. A previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal era de -4,1 milhões.

No fechamento, o contrato do Brent para agosto despencou 4,33%, a US$ 73,74 por barril na ICE, enquanto o WTI para o mesmo mês caiu 3,92%, a US$ 70,34 por barril na Nymex.

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++ ANP/Artur Watt: Agência continua acompanhando o abastecimento de combustíveis; no curto e médio prazos, mercado encontra-se devidamente suprido

++ Produção nacional, somada à previsão de importações, atende à demanda atual; não há, portanto, qualquer risco de desabastecimento

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++ Airbus realiza inspeção em aviões A380 após rachaduras em asas, após o regulador de aviação da Europa determinar verificações urgentes (Reuters)

++ Dezesseis aeronaves serão afetadas pela inspeção; quinze são operadas pela Emirates e uma pela Qantas (FlightRadar24)

++ Dependendo dos resultados das inspeções, Airbus avaliará com a Easa se reparos são necessários ou se aeronaves podem retornar ao serviço comercial