Mercados oscilam avaliando notícias da guerra

O Ibovespa chegou a avançar a 186.306,18 pontos na máxima, mas agora sobe a 184.116,05 pontos (+0,55%), sustentado por ganhos dos principais bancos do índice.

Mais cedo, os mercados esfriaram as preocupações inflacionárias na esteira dos preços do petróleo, que oscilam muito, cedendo há pouco. A cautela com a guerra permanece.

O Irã contestou a reportagem anterior do NYT que afirmava que a Inteligência do país havia entrado em contato com a CIA para discutir os termos para o fim do conflito.

O relato é “pura mentira e guerra psicológica”, disse à agência iraniana Tasnim, citando ministério.

Itaú (+1,17%) e Bradesco (PN +0,35%), com grande participação na carteira, sobem, enquanto Vale perde -0,37% e Petrobras cede -1,53% (ON) e -1,83% (PN).

NY sobe (Dow Jones +0,24%; S&P 500 +0,41% e Nasdaq +0,77%) reavaliando os riscos das tarifas e da guerra, com as techs interrompendo as perdas do mês.

O Secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que as tarifas globais subiriam para 15% esta semana.

Ele também sinalizou medidas para conter o aumento dos custos de combustível e garantias de seguro e proteção para petroleiros no estreito de Ormuz.

No câmbio, o dólar cai a R$ 5,2045 (-1,15%) e o DXY a 98,968 (-0,08%). Aqui, os juros cedem e os rendimentos dos Treasuries oscilaram e voltaram a subir há pouco.

++ ⚠️ Irã nega que o Ministério da Inteligência

++ ⚠️ Irã nega que o Ministério da Inteligência tenha entrado em contato com a CIA para negociações

++ O ministro Flávio Dino (STF) suspendeu a queb

++ O ministro Flávio Dino (STF) suspendeu a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de outros alvos aprovada pela CPMI do INSS em votação na 5ªF (26/2) (Igor Gadelha/Metrópoles)

A decisão foi proferida após a empresária Roberta Luchsinger, também alvo de quebra de sigilo, ingressar com mandado de segurança no Supremo pedindo a suspensão da medida.