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Iniciamos as transmissões do BDM Online com o BDM Morning Call, que traz as expectativas da pré-abertura.

BDM Morning Call: Entre a Suíça e o Copom

[22/06/26] O mercado inicia a semana acompanhando dois temas: a guerra e o Copom. Na Suíça, as negociações entre os Estados Unidos e o Irã avançaram pela madrugada e os dois países concordaram com a criação de um mecanismo para garantir o encerramento das operações militares no Líbano, aliviando o petróleo. Aqui, a atenção se volta para a ata do Copom e o Relatório de Política Monetária, vistos como a chance de esclarecer a comunicação que gerou forte reação nos juros. Enquanto investidores acompanham os desdobramentos diplomáticos que seguem influenciando o petróleo, também tentam entender se há ou não exagero na leitura dovish sobre o BC. (Rosa Riscala)

Leia o BDM Morning Call na íntegra acessando o link
www.bomdiamercado.com.br

Entre a Suíça e o Copom

… O mercado inicia a semana acompanhando dois temas: a guerra e o Copom. Na Suíça, as negociações entre os Estados Unidos e o Irã avançaram pela madrugada e os dois países concordaram com a criação de um mecanismo para garantir o encerramento das operações militares no Líbano, aliviando o petróleo. Aqui, a atenção se volta para a ata do Copom e o Relatório de Política Monetária, vistos como a chance de esclarecer a comunicação que gerou forte reação nos juros. Enquanto investidores acompanham os desdobramentos diplomáticos que seguem influenciando o petróleo, também tentam entender se há ou não exagero na leitura dovish sobre o BC.

SUÍÇA NO CENTRO DO JOGO – O mercado inicia a semana acompanhando as negociações entre Estados Unidos e Irã.

… As conversas em Bürgenstock, na Suíça, acontecem poucos dias depois da assinatura do memorando de entendimento que interrompeu a guerra iniciada em fevereiro e estabeleceu um prazo de 60 dias para a construção de um acordo definitivo.

… A expectativa inicial era que a nova rodada de negociações se concentrasse principalmente no programa nuclear iraniano, na normalização do tráfego pelo Estreito de Ormuz, na retomada das exportações de petróleo do Irã e na liberação de ativos iranianos congelados no exterior.

… As discussões, porém, foram desviadas para se concentrar nos combates entre o Hezbollah e Israel, que colocaram em risco o acordo de paz assinado por Trump na semana passada.

… No final da noite deste domingo, o Irã e os Estados Unidos concordaram com a criação de um mecanismo para garantir o encerramento das operações militares no Líbano, informaram os mediadores Paquistão e Catar.

… O anúncio surge depois que o Trump voltou a ameaçar o Irã, afirmando que os Estados Unidos poderiam atacar “com ainda mais força” caso aliados iranianos no Líbano continuassem promovendo ataques contra Israel.

… As declarações provocaram forte irritação em Teerã. Embora os iranianos tenham reiterado que não pretendiam abandonar o processo diplomático, passaram a adotar uma postura mais rígida durante as negociações.

… Segundo relatos da imprensa iraniana, a delegação do país retirou-se das conversas, deixou de participar do formato presencial e passou a negociar por meio dos mediadores do Catar e do Paquistão.

… Apesar da deterioração do ambiente político, nenhuma das partes abandonou formalmente as negociações.

… As conversas seguiram, enquanto diplomatas tentavam avançar em mecanismos para manter o Estreito de Ormuz aberto, consolidar o cessar-fogo regional e definir os próximos passos para a implementação do memorando.

… Em comunicado, o Catar e o Paquistão disseram que foi estabelecido um canal de comunicação entre Irã e Estados Unidos para evitar incidentes e permitir passagem segura de embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz.

… Na reação imediata, o petróleo zerou a pressão e passou a cair quase 2% no início da madrugada.

… Embora o risco de ruptura imediata tenha diminuído, os acontecimentos do fim de semana reforçaram a percepção de que a implementação do acordo deverá ser mais lenta e mais difícil do que parecia logo após a assinatura do memorando na semana passada.

COPOM AINDA NÃO ACABOU – No Brasil os investidores começam a semana tentando entender os sinais enviados pelo Banco Central na última quarta-feira.

… A ata do Copom amanhã, terça-feira, e o Relatório de Política Monetária (RPM), na quinta, podem ter o efeito de uma segunda etapa da decisão que reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, se conseguirem colocar os pontos nos is.

… Embora o corte já fosse amplamente esperado, a comunicação do Banco Central provocou forte desconforto entre investidores e economistas.

… Boa parte do mercado interpretou que o BC deixou aberta a possibilidade de novos cortes de juros, questionando se a mensagem foi compatível com um cenário de inflação ainda acima da meta, expectativas desancoradas e atividade econômica resiliente.

… Desde então, os juros futuros acumularam quatro sessões consecutivas de alta, com alguns vencimentos voltando a flertar com a marca de 15%, enquanto aumentaram as dúvidas sobre qual será a estratégia da autoridade monetária para os próximos meses.

… A principal expectativa agora é que a ata e o RPM ajudem a esclarecer os fundamentos da decisão e apresentem com mais clareza os cenários considerados pelo Copom para a trajetória futura da Selic.

… O mercado também aguarda a coletiva ao vivo de Gabriel Galípolo e Paulo Picchetti, na quinta-feira, para comentar o Relatório de Política Monetária em busca de sinais adicionais sobre os próximos passos para os juros.

… Para o economista Sérgio Goldenstein (Eytse Estratégia), a forte abertura de prêmios observada nos últimos dias decorreu mais de problemas de comunicação do que de uma mudança efetiva na estratégia do Banco Central.

… Segundo ele, a reação dos ativos foi amplificada por uma comunicação pouco clara e os documentos desta semana poderão ajudar o mercado a compreender melhor os cenários alternativos considerados pelo Copom.

… Já o ex-diretor do BC José Júlio Senna disse em entrevista ao Estadão que o comunicado deixou dúvidas importantes sobre a estratégia futura da política monetária e acabou transferindo para agosto uma definição mais clara sobre o ritmo e a extensão do ciclo de flexibilização.

… O tema ganhou ainda mais relevância, porque a reunião do Copom ocorreu no mesmo dia em que o Fed reforçou um discurso mais duro.

… O contraste entre um Fed percebido como mais hawkish e um Copom interpretado por parte do mercado como mais dovish contribuiu para pressionar os ativos domésticos ao longo da semana.

… Na prática, a decisão anunciada na última quarta-feira ainda não terminou.

… A ata, o RPM e a coletiva do Banco Central serão decisivos para determinar se o mercado continuará ampliando as apostas em juros mais altos à frente ou se parte dos prêmios acumulados desde a Superquarta foi exagerada e poderá ser devolvida.

RUÍDO ELEITORAL – Em paralelo, o tema eleitoral começou a aparecer no radar dos investidores na reta final da semana, contribuindo para o mau humor da curva de juros em um mercado já sensível à comunicação do Copom.

… Na sexta-feira, declarações de Flávio Bolsonaro foram recebidas com desconforto por parte dos agentes financeiros.

… Em entrevista ao SBT News, o senador afirmou que não pretende acabar com os pisos constitucionais da saúde e da educação, nem promover mudanças na vinculação do salário mínimo ou realizar uma reforma da Previdência.

… As propostas se aproximam mais de uma agenda voltada à disputa eleitoral do que de um programa de ajuste fiscal para 2027. O tema ganhou relevância, porque muitos investidores enxergam a oposição como um contraponto ao expansionismo fiscal associado ao atual governo.

… O assunto ganhou novo capítulo no sábado com a divulgação da pesquisa Datafolha.

… O levantamento mostrou Lula com 41% das intenções de voto no primeiro turno, ante 31% de Flávio Bolsonaro, e manteve a vantagem do presidente em eventual segundo turno, por 47% a 43%. Nos índices de rejeição, Flávio tem 48%, ligeiramente acima dos 46% de Lula.

CURTAS DA POLÍTICA – Lula participa hoje às 10h, no Palácio Guanabara, da cerimônia de adesão do Rio de Janeiro ao Propag. O presidente permanece no Estado até terça-feira, com agendas ligadas ao BNDES, infraestrutura e programas voltados para periferias e favelas.

MASTER NO RADAR. A Operação Compliance Zero continuou produzindo desdobramentos no fim de semana.

… A PF afirmou que a compra de um apartamento para o senador Jaques Wagner seguiu estrutura semelhante identificada em outros casos do Banco Master. Já o Globo apontou novos encontros entre o pré-candidato Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro ao longo de 2025.

DURIGAN NA CHINA. O ministro da Fazenda embarca hoje para a China, onde participa do Fórum Brasil-China sobre Finanças Verdes e se reúne com a presidente do NDB, Dilma Rousseff, na quarta-feira.

… Na quinta-feira, terá encontro com o presidente do Banco Popular da China (PBoC), Pan Gongsheng, em meio às negociações para emissão dos chamados Panda Bonds e à divulgação de novas etapas do Eco Invest.

PAUTA-BOMBA. No Senado, Alcolumbre pode levar ao plenário a PEC que cria aposentadoria diferenciada para agentes comunitários de saúde.

… Na Folha, com o Congresso esvaziado pelas festas juninas, o governo aposta em uma proposta de súmula vinculante em discussão no STF para tentar limitar a aprovação de medidas com impacto fiscal.

ETANOL 32%. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deve aprovar na quarta-feira, 24, o aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina de 30% para 32%, para ampliar o consumo de biocombustíveis e ajudar a reduzir o preço final dos combustíveis.

MAIS AGENDA – A ata do Copom amanhã e o Relatório de Política Monetária (RPM), na quinta-feira, serão os principais destaques da semana no Brasil, depois da forte reação do mercado ao comunicado da semana passada.

… Os investidores também acompanham com especial atenção a coletiva de Gabriel Galípolo e Paulo Picchetti.

… No calendário de indicadores, o destaque fica para o IPCA-15 na quarta-feira, principal prévia da inflação oficial do mês. Na sexta-feira, o Banco Central divulga os dados do setor externo, com transações correntes e investimento direto no País (IDP), além da Pnad Contínua.

… Hoje, além da pesquisa Focus (8h25), o Banco Central realiza uma operação simultânea de venda de dólares à vista e leilão de swap cambial reverso (9h20), em movimento que será acompanhado pelo mercado, em meio à recente valorização da moeda americana.

… No exterior, as atenções se concentram nos índices preliminares de atividade (PMIs) divulgados ao longo da semana nos Estados Unidos, Europa e Ásia, além de uma série de discursos de dirigentes do Federal Reserve, Banco Central Europeu e Banco da Inglaterra.

… O principal evento da agenda internacional acontece na quinta-feira, com a divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE) dos Estados Unidos, indicador de inflação preferido do Federal Reserve.

… O dado ganha relevância adicional após a postura mais dura adotada pelo Fed na reunião da semana passada.

… Também estarão no calendário os pedidos semanais de auxílio-desemprego, encomendas de bens duráveis, renda e gastos dos consumidores americanos, além dos indicadores de confiança empresarial na Europa e dos sinais sobre a atividade econômica chinesa.

… Em paralelo, os mercados continuam monitorando os desdobramentos das negociações entre Estados Unidos e Irã na Suíça, que seguem como principal variável para o comportamento do petróleo e dos ativos globais nesta semana.

RENÚNCIA NO REINO UNIDO – O mercado também acompanha a situação política britânica após reportagens indicarem que o primeiro-ministro Keir Starmer pode anunciar nesta segunda-feira um cronograma para sua saída do cargo.

… A possibilidade ganhou força no fim de semana em meio ao aumento das pressões dentro do Partido Trabalhista e às críticas de Donald Trump.

ELEIÇÃO NA COLÔMBIA – Na votação mais acirrada da história do país para a sucessão presidencial, o representante da direita radical Aberlado de la Espriella, apoiado por Trump, venceu o progressista Iván Cepeda.

CHINA HOJE – O PBoC manteve as principais taxas de juros inalteradas: a de referência para empréstimos (LPR) de 1 ano foi mantida em 3% ao ano e a de 5 anos permaneceu em 3,5%. Os juros seguem no mesmo nível desde maio/25.

TECLA SAP – Enquanto o mercado seguia tentando desvendar na sexta-feira o porquê de a comunicação do Copom ter vindo tão dovish e destoado do balanço de riscos, a ordem nas mesas foi continuar abrindo a curva de juros.

… O medo de desancoragem das expectativas de inflação e de que a inclinação do BC para novos cortes da Selic cobre o seu preço lá na frente voltou a trazer pressão às taxas futuras, principalmente para a ponta mais longa.

… Parte dos economistas passou o dia criticando a estratégia do Copom de “alongar” o horizonte relevante, e o comunicado foi considerado confuso e soou contraditório em um ambiente de inflação elevada e atividade resiliente.

… O DI para Jan/33 escalou para 14,810% (contra 14,687% no pregão da véspera); Jan/31, a 14,885% (de 14,762%); Jan/29, a 14,940% (de 14,843%); Jan/28, a 14,820% (de 14,737%); e Jan/27 marcou 14,255% (de 14,246%).

… Diante dos novos cortes da Selic no radar, contrariando a expectativa de pausa em agosto, o mercado aciona a contagem regressiva para a ata do Copom e os comentários de Galípolo durante a apresentação do RPM.

… O BC terá estas duas oportunidades para corrigir sua linguagem, se eventualmente tiver julgado que foi mal interpretado em suas palavras e que há ajustes para tornar a sua abordagem mais clara para o mercado financeiro.

… Quanto ao Fed, depois da surpresa com o tom bem mais hawkish do que o imaginado adotado pelo statement, a aposta mais provável passou a ser de um aperto monetário em setembro, segundo a ferramenta de apostas do CME.

… Além da evolução dos indicadores americanos, os investidores monitoram as negociações de paz para ver se a guerra contra o Irã acaba de uma vez por todas e se o tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz se normaliza.

… Na sexta-feira marcada pelo adiamento das negociações para um acordo de paz permanente entre os Estados Unidos e Irã devido à intensificação dos combates no sul do Líbano, o petróleo Brent subiu 0,90%, a US$ 80,57.

… Durante o dia, a notícia de que um cessar-fogo foi acordado entre Israel e o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, com ambos os lados se comprometendo com a trégua se não forem atacados, reduziu parte da pressão do barril.

… Perto do fechamento, porém, as cotações voltaram a subir, com os sinais de fragilidade no campo diplomático.

… A consultoria Capital Economics duvida de uma queda acentuada do petróleo no curto prazo, já que os fluxos de energia devem se recuperar “apenas gradualmente”. O UBS destaca as incertezas sobre o custo do tráfego marítimo.

… O vice-ministro de Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, disse que, após o período de 60 dias sem pedágio em Ormuz, um novo mecanismo para a gestão será introduzido e apresentado aos países da região.

MODERADOR DE APETITE – Bem que o dólar quis devolver com maior força o salto de 1,32% do pregão anterior. No melhor momento do dia, chegou a cair em torno de 0,80%, mas reduziu a queda no fechamento para apenas 0,20%.

… Fechou cotado a R$ 5,1648, após ter operado na faixa e R$ 5,13 na mínima intraday. Acabou intimidado pelo avanço dos juros futuros, diante do mal estar com a aparente complacência do Copom com a inflação elevada.

… Lá fora, na sessão esvaziada pela ausência do investidor estrangeiro, devido ao feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, o índice DXY caiu 0,12%, aos 100,728 pontos, apesar da percepção hawkish sobre o Fed no statement.

… O iene avançou para 161,30 por dólar, o euro subiu 0,11%, a US$ 1,1478, e a libra ganhou 0,22%, a US$ 1,3236, enquanto cresce a pressão para a renúncia do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.

… No pregão morno, sem o parâmetro de Nova York, o Ibovespa fechou estável (+0,03%), aos 168.333,61 pontos. O giro de R$ 27,5 bilhões foi fortalecido pelo vencimento de opções sobre ações, que redobrou a volatilidade.

… Garantida pelos interesses dos comprados, Vale operou em alta de 1,01%, a R$ 80,75, sem a referência do minério de ferro na China, fechada para feriado. Petrobras operou sem direção única, apesar de o petróleo ter subido.

 … ON avançou 0,49%, a R$ 43,34, mas PN operou em leve queda de 0,13%, a R$ 38,80, no dia de exercício na bolsa.

… A maioria dos bancos ficou no vermelho: Itaú, -0,80% (R$ 39,87), BB, -0,56% (mínima de R$ 19,42), e BTG unit, -0,41% (mínima de R$ 50,64). Bradesco PN fechou estável (R$ 17,47). Já Santander subiu 0,60% (máxima de R$ 26,88).

… Azzas saltou 8,33%, animada pela notícia de que contratou o Morgan Stanley para conduzir a venda da Farm.

CIAS ABERTAS NO AFTER – O conselho da VALE aprovou convocação de AGE para 22 de julho, atendendo a pedido da Previ, que detém 7,01% do capital da companhia…

… A assembleia deve apreciar a destituição do presidente do colegiado, Daniel Stieler, apurou o Valor.

ALIANÇA ENERGIA, controlada pela Vale, incorporou o complexo eólico Caetité e ampliou sua capacidade instalada em 9%.

PETROBRAS. Conselho aprovou investimento de US$ 1,2 bilhão em planta de BioQAV e diesel renovável na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), com operação prevista para 2030…

… A Justiça Federal julgou improcedente pedido de afastamento de Raoni Santos do Comitê de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras.

TRANSPETRO assinou contrato de US$ 427 milhões com o Estaleiro Rio Grande para construção de quatro navios de transporte de petróleo.

VIBRA. Conselho aprovou distribuição de R$ 558 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,47 por ação. Os papéis ficam ex-JCP amanhã.

COSAN. A companhia antecipou R$ 2,8 bilhões em dívidas e totalizou R$ 8,8 bilhões em pré-pagamentos desde o início de 2026.

BRASKEM. Credores externos defendem pagamento de juros de bonds com vencimento em julho e agosto, enquanto a companhia avalia buscar proteção judicial durante as negociações de reestruturação.

MULTIPLAN distribuirá R$ 120 milhões em JCP, equivalentes a R$ 0,24562576235 por ação.

AZZAS. Alexandre Birman pediu o encerramento de uma das arbitragens contra Roberto Jatahy para concentrar toda a disputa societária em um único processo.

BRB. Bancos privados questionam as garantias oferecidas pelo Distrito Federal e podem ficar fora da operação de fiança para socorro ao banco, segundo fontes do Valor.

UNIDAS. A companhia fará sua 23ª emissão de debêntures, no valor de R$ 900 milhões.

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Mercado comemora acordo provisório de paz no Oriente Médio e monitora desdobramentos

O mercado internacional respirou aliviado nesta semana com a assinatura do memorando de cessar-fogo entre EUA e Irã, embora a suspensão do início da segunda etapa de negociações, que começaria hoje na Suíça, após Israel voltar a atacar o Hezbollah no Líbano, gerou alguma apreensão.

O preço do petróleo se acomodou na faixa dos US$ 80 e os investidores monitoram a normalização do tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz.

Em compensação, Fed e Copom, pegaram os investidores de surpresa.

O BC americano pela mensagem hawkish e pela sinalização de que os juros poderão subir por lá ainda neste ano. E o BC brasileiro pelo tom dovish e pela indicação de que novos cortes da Selic estão no radar, contrariando a expectativa de uma pausa em agosto.

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